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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Sua empresa está com o dente sujo?

Imagine perder uma grande venda por causa de um pequeno detalhe crucial, ou falhar em uma negociação extremamente rentável para sua empresa por causa de uma cláusula má formatada, ou então perder dezenas de clientes pela ausência de um serviço ou produto complementar ao que sua empresa comercializa?

Isto é deixar sua empresa com o dente sujo! É como ir para o seu primeiro encontro perfeitamente alinhado, mas com um grão de feijão ou pedaço de alface no dente.

Geralmente, os feijões e alfaces aparecem nos dentes nos momentos em que não estamos na frente do espelho. O mesmo ocorre nas empresas.

Uma boa solução é a criação de uma política de revisão periódica de gestão e processos, utilização de benchmarking, e consultoria estratégica para alinhar todos estes trabalhos e planejamentos, para deixar sua empresa com os dentes e hálito perfeito!!

Quer que o mercado e os clientes vejam alfaces ou feijões nos dentes de sua empresa?

Reflita e colha bons frutos em 2015!

Eduardo Pizzetti } Soluções Estratégicas
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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Por que a análise SWOT é vital para sua empresa?

A análise SWOT é uma ferramenta extremamente útil no estudo do ambiente interno e externo da empresa, pois através dela é possível identificar os pontos fortes e fracos da organização, bem como as oportunidades e ameaças das quais está exposta. Desta forma, ela permite a criação de cenários futuros, fornecendo informações para o planejamento e suporte aos processos decisórios em relação ao negócio.

Apesar de ser uma ferramenta de fácil compreensão e usabilidade, é de extrema relevância para potencializar a assertividade do planejamento e operacionalização da empresa.

Em termos resumidos e práticos, a análise consiste em:

AMBIENTE INTERNO
Fatores internos da organização. São variáveis controláveis, ou seja, sobre os quais podem ser adotadas iniciativas para potencializar ou minimizar seus efeitos.

• Strengths (Forças)
São os pontos fortes da empresa, as vantagens operacionais:
-Maior qualidade dos produtos em relação aos concorrentes
-Localização privilegiada
-Política de pagamento diferenciada

• Weaknesses (Fraquezas)
São os pontos fracos da empresa, as desvantagens operacionais:
-Maquinário depreciado
-Equipe interna despreparada
-Processo de produção lento

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AMBIENTE EXTERNO
Fatores externos da empresa. São variáveis incontroláveis, ou seja, são fatores que ultrapassam o âmbito da organização e não podem ser influenciados por ela.

• Oportunidades (Opportunities)
As oportunidades são as situações externas à empresa que podem acontecer e afetar positivamente no negócio. Estes fenômenos normalmente estão fora do controle da empresa:
-Mudanças de hábito do consumidor
-Aumento do poder aquisitivo do público alvo
-Falência/Fechamento de concorrentes

• Threats (Ameaças)
As ameaças são situações externas à empresa que podem atrapalhar o negócio. Assim como as oportunidades, estão fora do controle da empresa, mas sabe-se que existe uma chance de acontecerem:
-Mudança na legislação do seu setor
-Escassez de mão de obra
-Fenômenos naturais

Em suma, a utilização da análise SWOT, é etapa essencial para qualquer planejamento. É onde, de fato, ocorrem as análises cruciais que darão suporte às futuras ações, sejam elas para potencialização das forças e das possíveis oportunidades, ou para diminuir os impactos causados pelas fraquezas, e precaver possíveis ameaças.

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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

E o seu restaurante, vai bem?

É noite de quarta, final de semana, ou então uma data especial. Seja em casal ou entre amigos, sair para jantar tem se tornado um habito cada vez mais freqüente entre os brasileiros.
Atualmente, um terço do orçamento de uma família é gasto com alimentação fora de casa, com estimativa de chegar a 40% até 2020, segundo dados da Associação Brasileira de Indústrias de Alimentação (ABIA).



O reflexo disto é o grande aumento de estabelecimentos comerciais como pizzarias, lanchonetes e restaurantes em geral.
Desta forma, opções de escolha não faltam aos consumidores, gerando, a partir daí, uma forte concorrência no mercado gastronômico.

O que muitos empresários do ramo se perguntam é: O que fazer para ter vantagens competitivas dentro deste forte cenário de concorrência?
É preciso levar em consideração alguns pilares fundamentais para obter tais vantagens, que são eles: Produtos, serviços, gestão.

Produto

O produto é o principal, afinal, é o que o consumidor procura, sendo assim, é imprescindível, além de uma boa qualidade, atentar-se ao mix oferecido, proporcionando aos clientes diversas opções de escolha, aumentando o público alvo do seu estabelecimento, como por exemplo:

a) Maior variedade de sabores e tipos de combinações;
b) Opções de pratos especiais para hipertensos, diabéticos, etc.
c) Porções diferenciadas;

Serviços

Um cliente pode pagar R$ 100,00 em um prato e ter a sensação de que custou barato, e pagar o mesmo valor em outro estabelecimento, mas ter a impressão de que o produto está caro, o que determina esta percepção de valor são todos os aspectos que não estão relacionados ao produto:

a) Nível de atendimento dos garçons e funcionários do estabelecimento;
b) Ambientação do local (acomodações, layout, luzes, som);
c) Diferenciação (área para crianças, áreas temáticas, manobrista, acesso à internet);
d) Formas de pagamento / Bandeiras de cartões aceitas;

Nota-se que em determinados locais, o fator preço é o último a ser considerado, justamente quando há uma conjuntura envolvendo produto e serviço.
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Gestão

Para manter e ampliar o nível de qualidade dos serviços e produtos, acompanhando a evolução do mercado e hábitos de consumo, é vital que haja uma gestão estratégica na empresa, possibilitando a estruturação de ferramentas e políticas no intuito de colher informações e identificar oportunidades e ameaças em relação ao negócio, como por exemplo:

a) Pesquisa de satisfação para avaliação de atendimento, qualidade do produto, variedade de produto e preço praticado;
b) Estruturação de uma base de dados dos clientes;
c) Criação de ações de marketing de relacionamento;
d) Acompanhamento e avaliação de desempenho temporal;
e) Treinamento e aprimoramento da qualidade de atendimento dos funcionários;

Estas, entre dezenas de outras ações relacionadas à gestão estratégica, proporcionarão ao seu negócio a manutenção dos bons níveis em relação ao produto e aos serviços, desta forma, se torna o ponto principal para aqueles que desejam potencializar as vantagens competitivas de seu negócio.

E o seu restaurante, vai bem? Já está ficando rico com ele?

Eduardo Pizzetti } Soluções Estratégicas


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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Quem traz o dinheiro para sua empresa?

Ninguém monta uma empresa ou inicia um negócio por diversão ou como passa tempo, não é verdade? Exceto, é claro, casos raros e isolados ao redor do mundo.
Os motivos mais comuns que levam a abertura de um negócio são:

a) Vislumbrar maior retorno financeiro
b) Poder ser o seu próprio chefe
c) Fazer seus próprios horários

Mas para que esses objetivos sejam alcançados, além de ter um bom produto ou serviço, preço justo, entre outros fatores essenciais para qualquer empreendimento de sucesso, é preciso que você tenha clientes, afinal, serão eles que proporcionarão o combustível para manter funcionando o seu negócio: o dinheiro.

Indo à caça dos clientes
Um dos principais erros que permeiam a grande parte das empresas é o pensamento de que qualquer pessoa pode ser seu cliente, e, com isso, acabam “atirando para todos os lados”, ou seja, agem sem criarem uma segmentação de clientes, resultando em uma fraca força de venda. Você conseguiria vender prótese dentária para uma pessoa com a saúde bucal em dia, por exemplo? Ou então tentar vender rádio para surdo.

Esta fraca e desfocada força de venda, gerada pela não segmentação de cliente, coloca em risco a saúde financeira da empresa, pois o custo para vender (salário da equipe de vendas, custos fixos, entre outros) será alto em relação ao resultado – vendas efetuadas – desta forma, não torna o negócio financeiramente atrativo.

Sendo assim, uma das principais ações a serem tomadas é a busca pela segmentação de seu público alvo, e principalmente, conhecer o seu cliente, que deverá contemplar as seguintes premissas:

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Descubra quem é seu público alvo
Público alvo são seus potenciais clientes, são aquelas pessoas ou segmentação de mercado que precisa ou pode precisar de seu produto ou serviço. Saiba quem é seu público alvo e evite perder tempo e dinheiro com quem não será seu cliente.

Saiba onde eles estão
Tenha a informação de onde eles moram, trabalham ou frequentam, e foque no direcionamento de suas forças de vendas. De nada adianta ir para o sul, se seu público alvo e cliente estão no norte.

Defina como chegar até eles
Por que gastar dinheiro desnecessário com anúncios em TV e rádio, se aqueles que compram ou poderão comprar de você, passam muito mais tempo na internet? Saber como chegar até eles é sinônimo de otimização e maior retorno sobre o investimento.

Fale a mesma linguagem
Saber falar “a mesma língua” do seu público alvo, é garantir que seja estabelecida uma comunicação eficiente, potencializando o índice de conversão de venda e o entendimento entre empresa e cliente.

Alinhe sua gestão de vendas, segmente seu cliente e seu público alvo, e tenha melhor aproveitamento do investimento e maior retorno sobre sua força de venda.

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segunda-feira, 16 de junho de 2014

Você está sabotando sua empresa?

Estamos acostumados com números e indicadores que mostram tanto o alto índice de mortalidade empresarial, quanto o seu baixo potencial de crescimento no país. Embora o governo tenha sua parcela de culpa, decorrente da elevada carga tributária, o principal sabotador deste crescimento, repetidas vezes, é o próprio empresário.

O maior sabotador é você!

Muitas vezes é perceptível a falta de planejamento por parte do empresário, sem uma definição exata de quais caminhos devem ser seguidos para atingir seus objetivos, passa dia após dia “apagando incêndios” e longe de atingir o resultado ideal.

Saber de um problema existente e adiá-lo ou ignorá-lo, é como estar de frente para o gol e não chutar, ou seja, o placar não vai mudar a seu favor.
Muitas são as desculpas: falta de tempo, de pessoal, e principalmente, falta de dinheiro. Mas sem nenhuma atitude, o gol não sai, as vendas não sobem, o lucro não aumenta ou nem aparece.


Você está sabotando o crescimento de sua empresa?

Certo dia estava com um dos meus clientes, onde o mesmo afirmava que precisava cortar gastos. E advinha por onde ele queria começar esses cortes? Pelo setor de vendas, demitindo alguns vendedores que não estavam atingindo as metas.

Questionei e o convidei para fazer um calculo: quanto em encargos e salários ele iria economizar com essas demissões, e quanto em vendas ele iria perder, pois mesmo não atingindo as metas, ainda assim aqueles funcionários trazem resultados para a empresa. Enfim, a conta mostrou que mesmo havendo esta economia, no fim das contas, com a redução do pessoal, as perdas em vendas seriam maiores.

Se o problema é financeiro, temos que parar de pensar automaticamente que cortar gastos é a melhor solução, e que, ao invés de reduzir a equipe de vendas, a solução pode ser aumentá-la, ou seja, ao invés de reduzir gastos, aumentar a receita de vendas!

E aí na sua empresa, estão deixando de marcar alguns gols?
Lembre-se, no final do campeonato, o saldo de gols é fator fundamental para definir o campeão!

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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Perdendo tempo e dinheiro

Hoje gostaria de compartilhar algo que constantemente me deparo, seja em relatos, em consultoria, ou apenas como mero observador, e que é um dos fatores que mais consomem energia e dinheiro dentro de uma empresa: Desorganização.

Perdendo tempo e dinheiro

Um gerente que não passa a informação correta para seus subordinados, uma equipe de venda que interpreta algo distorcido de seu gerente, uma diretoria que passa uma meta e um direcionamento, e o resto da equipe segue para uma outra direção, e dezenas de outros fatores que além de gerar retrabalhos, consumir mais energia dos envolvidos, faz com que a empresa perca dinheiro.
E não é pouco se formos analisar sob uma ótica anual.

A resposta para o problema

Mas você pode pensar: “Mas isso não é desorganização, é falha de comunicação”.
Correto! Esses exemplos foram nitidamente falha na comunicação, mas esta falha é causada justamente pela ausência de uma política comercial formalizada, ou por não haver um plano de comunicação interno bem desenhado, enfim, a desorganização (embora em níveis menores) é o fator principal para a geração de dezenas de outros problemas.

Reflita sobre o assunto, como está a organização em sua empresa?
Mas lembre-se de levar em consideração todos os níveis: operacionais, gerenciais e administrativo.

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segunda-feira, 28 de abril de 2014

As cinco forças de Porter

Muitas empresas iniciam suas atividades sem a realização de um planejamento ou plano de negócio, e aliado à imensa carga tributária do país, acarreta no alto índice de mortalidade empresarial.

A regra é simples: A falta de planejamento acarreta em um possível mal de direcionamento de mercado, o que influencia diretamente no baixo índice de retorno sobre o investimento (seja por atingir o público errado, ou por estar no lugar errado, ou por uma série de outros motivos), e, juntamente com os custos operacionais e mais a elevada carga tributária, ocasiona um forte impacto no fluxo de caixa da empresa, tendenciando, então, à sua mortalidade.


Onde há menos pescadores, tem mais peixe

Uma das formas – teoricamente - de se obter os melhores resultados é estar onde há poucos concorrentes, ou então, onde há um bom poder de barganha com os fornecedores e uma vasta gama de mercados para atuação e afins, e, para esta análise, existe a chamada “Cinco Forças de fortes”. Criada por Michael Porter, a ferramenta permite analisar o grau de atratividade de um setor de mercado. Ele identifica os fatores que afetam a competitividade, dentre os quais uma das forças está dentro do próprio setor, sendo que os demais são externos, possibilitando ter ampla visão sobre a perspectiva de sucesso - ou fracasso - de um novo negócio.

Entendendo a ferramenta

A ferramenta consiste na análise dos seguintes aspectos:

1) Rivalidade entre concorrentes;
2) Ameaça de novos entrantes;
3) Poder de barganha dos clientes;
4) Poder de barganha dos fornecedores;
5) Ameaça de produtos substitutos;

Rivalidade entre concorrentes 
Esta força é considerada como a mais significativa das cinco forças. Nesta dimensão, deve-se considerar a atividade e agressividade dos concorrentes diretos. Aqueles que vendem um mesmo produto num mesmo mercado que a empresa em questão.

Ameaça de novos entrantes
Além de ser necessário observar as atividades das empresas concorrentes, a ameaça da entrada de novos participantes depende das barreiras existentes contra sua entrada, além do poder de reação das empresas já constituídas. Estas barreiras são os fatores que atrapalham o aparecimento de novas empresas para concorrerem em determinado setor.
Algumas das principais barreiras são: Economia de Escala; Capital Necessário; Acesso aos canais de distribuição.
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Poder de barganha dos clientes
Pode ser traduzido como a capacidade de barganha dos clientes para com as empresas do setor. Esta força competitiva tem a ver com o poder de decisão dos clientes sobre os atributos do produto, principalmente quanto a preço e qualidade. Assim, os clientes têm poderes quando: As compras do setor são de grande volume; Os produtos a serem comprados são padronizados, e sem grande diferenciação; As margens de lucro do setor são estreitas; A opção de o próprio cliente fabricar o produto é financeiramente viável. Estas são apenas algumas características a serem observadas quando se analisa esta força.

Poder de barganha dos fornecedores
Já os fornecedores têm poder de barganha quando: O setor é dominado por poucas empresas fornecedoras; Os produtos são exclusivos, diferenciados, e o custo para trocar de fornecedor é muito alto; O setor de negócios em questão não tem representatividade no faturamento deste fornecedor. Neste caso cabe à empresa identificar sua atual relação com seus principais fornecedores.

Ameaça de produtos substitutos
São aqueles que não são os mesmos produtos que o seu, mas atendem à mesma necessidade. É o caso da invenção de novas tecnologias que fazem o trabalho que antes eram realizados por outras ferramentas.

Você rasga dinheiro?

Atualmente, com todos os avanços tecnológicos e o fácil acesso à informação e à tecnologia, escolher em qual mercado atuar, por vezes, se mostra mais prudente ao risco de uma futura mortalidade empresarial, ao passo que, o planejamento, seja qual for o nível de dificuldade em que está situado o negócio, se torna vital para potencializar suas chances de sucesso.

Se você não se preocupa com estas questões em sua empresa, você literalmente rasga dinheiro!

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terça-feira, 8 de abril de 2014

Como conseguir dinheiro de maneira simples para sua empresa

Muitas empresas iniciam o ano sem nenhum planejamento estratégico definido, muito menos um planejamento de investimentos anual, em decorrência disto, deixam escapar ótimas oportunidades, ou acabam investindo de forma errada, não gerando o resultado esperado, ou então, acabam o ano sem fazer qualquer investimento expressivo, não gerando nenhum resultado além do que a empresa poderia gerar.


Como se fosse um náufrago

Às vezes, é comum relacionar a falta de capital para a realização em investimentos – tanto físicos quanto estratégicos – o que coloca a empresa em uma situação passiva, como se fosse um bote sem remos ou motor, totalmente dependente das correntes marítimas e dos ventos.

Sob estas condições, a empresa pode ser facilmente abatida pelos demais concorrentes que estão com o mínimo de planejamento definido, e que estão buscando seu espaço no mercado.

Uma forma simples de achar recursos
De nada adianta ficar parado pela falta de recursos financeiros, sem que haja uma política de captação de dinheiro que possa proporcionar futuros investimentos.

Atualmente, muitos recorrem aos empréstimos bancários, pois é a forma mais rápida e prática de se conseguir capital, mas há outra maneira simples e prática, que seria adicionando ao valor dos serviços ou produtos, um percentual que será destinado à aplicação de um fundo exclusivo para futuros investimentos (FFI), no entanto, o tempo de retorno será bem maior.

A fórmula na prática
Exemplificando a fórmula: Suponhamos que o Sr. José possui uma empresa de instalação e manutenção de ar condicionado. O valor de uma instalação custa cerca de R$ 250,00, e sua empresa faz em média 40 instalações/mês. Se o Sr. José fazer valer o serviço, e incluir no seu valor R$ 25,00 (que será destinado ao FFI), terá gerado uma receita de R$ 1.000,00, logo, em 01 ano sua empresa terá cerca de R$ 12.000,00 (sem calcular os juros) disponível no fundo. Desta forma, o Sr. José poderá iniciar o próximo ano com capital reservado para investir em sua empresa.

Pequeno ou grande, planejamento é a palavra de ordem para os que querem prosperar neste mar turbulento chamado mercado.

Pizzetti
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sexta-feira, 4 de abril de 2014

A esperança é a primeira que mata

Diz o ditado que a esperança é a última que morre, mas em alguns casos, eu digo que é a primeira que mata.

No mercado, onde centenas de empresas disputam o mesmo cliente, ter como sentimento principal a esperança de que algum dia tudo dará certo, é como caçar de olhos vendados: você não sabe para onde ir e nem para onde atirar.


A esperança é a primeira que mata
Uma empresa onde seu proprietário/gestor tende a agir sob a ótica da esperança, acaba tendenciando toda a organização ao comodismo, onde, espelhados pela imagem do patrão que pouco faz, mas que acredita que um dia a “coisa anda”, acabam por refletir este comportamento em suas funções diárias: “Um dia as vendas sobem”, “um dia a transportadora começa a entregar no prazo”, “um dia a inadimplência cai”, e por aí vai.

Uma fé sem obras é uma fé morta
De nada adianta ter esperança, vontade ou planos, sem que haja um planejamento estabelecido, pois somente por meio dele é que os planos são conquistados com maior facilidade, vontades realizadas e a esperança alcançada. O resto é apenas sorte.

Um planejamento que te leva ao sucesso
Um bom planejamento vai além de estabelecer metas e prazos, é preciso envolver questões que englobam toda a organização, seu mercado e principalmente seus clientes, afinal, são eles que bombeiam o sangue que a mantém viva: dinheiro.
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O planejamento focado no sucesso tem como princípio, preparar e estruturar a organização para chegar até ele, pois de que adianta um aumento sensacional em vendas se a empresa não possui volume suficiente para atender a esta nova demanda, por exemplo? Por isto, é requisito principal, a estruturação organizacional: avaliar processos, gestão, políticas, entre outros.
Desta forma a organização estará sendo moldada e preparada para crescer e principalmente para “dar conta” do aumento da demanda gerada pelo seu crescimento.

Lembre-se: Enquanto empresas crescem com muito planejamento, muitas outras morrem inundadas em um mar de esperanças.

Eduardo Pizzetti } Soluções Estratégicas
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Primeira impressão

Estudos indicam que 90 segundos é o tempo médio que o consumidor leva para chegar a uma conclusão subconsciente referente a um determinado produto, ou local, após sua visualização inicial.


Desta forma, para o sucesso do negócio, leve em consideração esta premissa ao tratar de assuntos referentes à imagem de sua empresa. No entanto, imagem não é ligada somente ao marketing, ou à publicidade, como muitos pensam, mas também às políticas de gestão empresarial, valores e princípios organizacionais.

A lógica é simples: em tese, você precisará fazer com que sua empresa cause a primeira grande impressão no cliente em pouco mais de 1 minuto, gerando assim a melhor conclusão subconsciente visando a conquista deste cliente, afinal, o mercado está cheio de concorrentes para você ficar deixando para conquistar o cliente "depois", não é mesmo?

Minha dica é: Pergunte a sí mesmo quais os canais/meios pela qual seu possível cliente terá o primeiro contato com sua empresa (Telefone, Website, Facebook, Youtube, Linkedin, E-mail, Lista telefônica, Panfleto, Folder, Cartão de Visita, Indicação, Indo até a loja, etc.), e agora reflita e analise: Sua empresa está com todos esses canais alinhados ao planejamento/objetivos organizacionais e bem preparados para causar a melhor primeira impressão ao cliente dentro dos primeiros 90 segundos?

Se a resposta for negativa, comece agora mesmo a reavaliar todos os seus canais de comunicação e relacionamento com o cliente, antes que seus concorrentes o façam.

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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Agora vai começar o ano de verdade?

Bem, o carnaval está chegando não é verdade? E infelizmente (ou felizmente, dependendo de qual ponto de vista se analisa) para muitas empresas e empresários o ano estará começando pra valer a partir de agora.


Muitos empresários e planejadores pecam em pensar que pelo fato de grande parte da população “engatar a primeira marcha” somente após o carnaval, as empresas não precisam estar a todo vapor neste período, chegando a pensar que se o consumidor não está em seu ritmo normal, as empresas terão esforços em vão se atuarem de maneira intensa.

Os grandes estrategistas (principalmente os que não dispõem de excessivos recursos financeiros) sabem que o melhor modo de economizar esforços e potencializar seus resultados perante os demais, é justamente atuando por viés diferentes de seus concorrentes (principalmente dos mais fortes), e o fator temporal é essencial nesta questão, proporcionando vantagens essenciais no que tange à participação de mercado, refletindo diretamente no lucro financeiro.

Em uma corrida, largar na frente é fundamental para todo o resto do trajeto, pois a vantagem proporcionada na largada dará certa “tranqüilidade” ao corredor e melhor visão do percurso. Pense no mercado como uma grande corrida, onde você é o piloto e sua empresa o seu carro, você prefere ser o Pole Position ou largar nas posições inferiores? Independente da potência do carro, nenhum corredor abre mão de largar na frente.

Oba! O carnaval está aí. Que tal após a passagem da “maior festa do Brasil”, prepararmos seu carro para o resto da corrida?
Estou com o meu Box preparado e esperando o seu Pit Stop.

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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Quem trabalha demais, não tem tempo para ganhar dinheiro

Está aí uma frase que o típico “brasileiro da gema” adora ouvir. É como música para os ouvidos. E de fato, esta frase tem um tom de verdade, mas precisamos analisar de modo mais específico, pois não basta jogar tudo para o ar e esperar o dinheiro entrar na conta!


Algo comum que ocorre na gestão (ou falta dela) de pequenas e médias empresas é o fato de que na maior parte das vezes o proprietário abraça todo o negócio: bate o escanteio, corre para cabecear e ainda tenta defender. O problema é que este modelo de trabalho proporciona uma falsa sensação de agilizar o trabalho, quando na verdade faz com que as coisas fiquem na medida do “mais ou menos”. E isso quando o empresário é ESPECIALISTA em gestão estratégica!

Em uma empresa, seja ela pequena, média ou grande, é essencial que haja um modelo de gestão e operação, definindo os níveis operacionais, gerenciais e estratégicos, onde cada um exerça suas atividades com maior foco, proporcionando o aumento da produtividade .

O proprietário precisa entender que, na maioria das vezes, seu papel não é no chão de fábrica, não é na produção, não é resolvendo detalhes pequenos da empresa, mas sim delegando papeis, e na ausência de gerências, gerenciar as atividades de sua equipe.

Ainda há algumas dúvidas acerca do meu trabalho, afinal, o papel do Consultor Estratégico não é bem difundido no mercado, e ocasionalmente existe uma ideia errada do trabalho que é realizado.

Meu papel é basicamente atuar junto à diretoria, gerencia ou proprietários da empresa, desempenhando um papel de nível estratégico, analisando a empresa, seu mercado e o ramo de atividade, identificando possíveis fragilidades internas para aplicar as devidas correções e descobrir suas potencialidades para que possa proporcionar o crescimento comercial da empresa, gerando maior lucratividade. Este trabalho é desenvolvido com a aplicação do Planejamento Estratégico Comercial, onde fará com que o empresário tenha mais tempo para ganhar dinheiro!

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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

A lâmina do machado

Um pouco atrasado, mas eis que saiu a primeira atualização de 2014.
Bem, sem delongas, vamos ao post, pois é isto que interessa, né?

Você já ouviu falar de um antigo provérbio chinês que diz: “Se quiser cortar uma árvore na metade do tempo, passe o dobro do tempo amolando o machado”?
















Este provérbio retrata claramente a importância da preparação, do planejamento para conquistar os melhores resultados. E isto é algo que infelizmente, a cada dia, vejo que a maior parte dos empresários não o faz. Ao invés de buscarem os melhores resultados “amolando” o machado, perdem tempo voltando suas atenções para o número e força das machadadas.

Em meu trabalho de consultoria estratégica, o primeiro passo é conhecer a empresa do cliente, identificando seus potenciais, suas deficiências, entre outros aspectos, para depois definirmos as estratégias a serem utilizadas. E juntamente com meus clientes, amolamos cuidadosamente o machado, e desta forma, derrubamos as árvores com bem menos esforço.

Como está a lâmina do machado em sua empresa? Está bem afiada?

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Os 10 erros mais comuns em uma loja

Num ponto de venda é essencial criar estímulos aos potenciais clientes. Daí, que a atmosfera geral deva ser aproveitada como meio de chamar a atenção. Saiba como evitar alguns dos erros mais comuns:



1. Descuidar da vitrine
A vitrine deverá ser transformada num permanente convite. Colocar uma espécie de cada um dos produtos, num amontoado confuso, é um erro muito comum. A vitrine não é um catálogo. Pense como se fosse um consumidor: uma vitrine clara, em que se perceba o que é vendido com duas ou três mensagens claras como os de promoção, novidade, exclusivo, por exemplo.

2. Iluminação deficiente
É desagradável entrar numa loja que se encontra em ambiente de autêntica penumbra. É, certamente, uma péssima primeira impressão. Também o será se, ao entrar, o cliente tiver a sensação que levou com um flash nos olhos, tal a intensidade da luz. No equilíbrio está a virtude, e esse equilíbrio será diferente em cada caso e para cada tipo de produtos ou serviços que se pretende vender.

3. Não cuidar da temperatura 
Um ponto de venda deverá sempre procurar reter durante o máximo de tempo possível os clientes no seu interior. Se não investir num sistema de refrigeração adequado, poderá deparar-se com situações em que no interior do seu estabelecimento esteja mais quente do que no exterior, o que é um convite à saída...

4. Cores desajustadas
Não chocar, nem ser agressivo ao escolher as cores base do seu ponto de venda são decisões extremamente importantes. As cores fazem parte de todo o ambiente. E, certamente, você quer um ambiente agradável e facilitador dos contatos e das vendas. Cores que distraem a atenção do cliente é um erro. Mas também a ausência de cor ou cores demasiado deslavadas, "anônimas", dá certo desconforto, por isso precisam ser evitadas.

5. Não utilizar de simpatia
Evite perguntas como: "-Deseja alguma coisa?" "-Posso lhe ser útil?"
Pois, se o cliente entrou no seu ponto de venda, certamente, deseja alguma coisa, nem que seja uma informação. Não se irrite com as perguntas tolas, procure entender que o cliente possa ter dificuldade em explicar e seja sempre prestativo, nem que seja para chamar um táxi ou para indicar uma rua. Lembre-se que o mais importante é segurar o consumidor e deixar a sensação de que valerá a pena retornar àquele estabelecimento.

6. Layout inadequado
Ao entrar no ponto de venda, o cliente tem que perceber, automaticamente e com facilidade, onde é o atendimento e onde estão expostos os artigos. Evite aquelas disposições de espaços nas quais não se sabe bem onde começa o expositor e o estoque, ou onde apenas a pessoa do atendimento é capaz de discernir onde está o produto, levando o cliente a ter de contatar sempre com ela. Neste caso, perderá o cliente ocasional, que entra para dar "uma olhadela". Este sairá de imediato, pois não percebe nada que lhe interesse, unicamente devido à disposição interior do ponto de venda.

7. Dar informações erradas
Se, na vitrine, há uma mensagem de desconto, cujo prazo já está acabado, o cliente que se interessou por ela será perdido. É também um erro grave dar informações diferentes daquelas que estão indicadas na etiqueta ou no folheto técnico. Os clientes, mais cedo ou mais tarde, tomarão consciência de que houve engano e o prejudicado será sempre o ponto de venda. A má e a boa fama vivem, muito, do "boca-a-boca", e um erro desses pode atingir gravemente o seu negócio.

8. Não renovar regularmente a imagem geral
Uma vez ganho o cliente, a sensação de que a loja está sempre na mesma - no sentido da decoração, vitrine e produtos expostos -, certamente, não ajuda a atraí-lo e fazê-lo voltar, pois este já sabe que não encontrará nada de novo. Uma "remodelada", de vez em quando, pode estimular a atração de novos clientes e levar os consumidores habituais a interessarem-se pelas novidades.

9. Não cuidar dos estoques
Se alguns produtos não têm a saída esperada, não os deixe ir amontoando indefinidamente. Isso, certamente, dará um ar de imobilismo, que deve ser evitado, além de poder trazer problemas de espaço e de arrumação. Vale tentar "desová-los" com descontos ou saldos. Pelo menos, sempre salva alguma coisa e o prejuízo será menor, podendo, além disso, ganhar clientes para melhores ocasiões.

10. Descuidar da formação do pessoal
Dá péssima impressão um vendedor apenas saber o preço do produto que o cliente deseja e desconhecer as suas características e seus principais benefícios. A formação do pessoal é uma necessidade óbvia, em termos de qualidade de atendimento, capacidade de informação e técnicas de vendas, fatores que poderão proporcionar melhores resultados.

"Muitas vezes não se vende. O cliente é que compra". Esse talvez seja, ainda hoje, um dos principais erros nos pontos de venda. É um erro também muito comum não olhar as práticas e estratégias da concorrência, retirando dali os ensinamentos positivos que se poderão aplicar no nosso ponto de venda. A diferenciação, a atenção ao cliente, toda a questão do espaço de venda são também fatores que não podem ser descuidados.

Aquilo que chamamos merchandising - que abarca conceitos e práticas que vão desde o vitrinismo ao layout dos espaços interiores, às cores, entre outros -, são aspectos ainda muito descuidados no comércio atual. O atendimento é ainda o fator que faz a grande diferença. "O prazer em receber, a atenção ao cliente e a simpatia são os elementos que nos cativam como consumidores, mas que tantas vezes estão ausentes de grande parte dos pontos de venda". Daí que a grande aposta deverá ser o reforço nestes componentes, principalmente através da formação do pessoal. Nota-se já, sobretudo entre os mais novos, uma nova imagem do comércio, fruto da aposta no profissionalismo e na adoção de tecnologias que potencializam os resultados positivos, e que têm estado ausentes do comércio em geral, basicamente dos pequenos pontos de venda.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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terça-feira, 29 de outubro de 2013

O poder do mau atendimento - O retorno

Em uma noite agradável de domingo, após algumas horas fazendo compras no shopping, chega aquele momento em que os calcanhares e panturrilhas já mal suportam o peso do seu corpo. É a hora perfeita para o descanso e para fazer um lanche, um momento prazeroso onde recompomos as nossas energias.
Tudo seria perfeito se estivéssemos vivendo dentro de uma história sobre boas práticas de atendimento ao cliente. Mas não estamos.

Na praça de alimentação do shopping, fui a um daqueles fast food famosos, do tipo que sempre está com comercial nos horários mais caros da televisão.

Fiz o meu pedido normalmente e fiquei ao lado esperando ser entregue.
O tempo foi passando, e conforme os minutos iam se estendendo, o sentimento de mau negócio começou a tomar conta de mim, chegando ao extremo de pensar em cancelar o pedido. Após mais de 30 minutos de espera, e ao perceber que algumas pessoas que chegaram depois de mim foram tendo seus lanches entregues, resolvi cancelar meu pedido, e ao fazê-lo para o gerente da franquia, o mesmo se prontificou de prepará-lo naquele mesmo momento.

Percebi certo despreparo da equipe pelos comentários do gerente ao pessoal que prepara os lanches – era possível ouvir tudo que foi conversado lá dentro – e que devido à pressa pela qual foi preparado o lanche, o mesmo ficou um tanto quanto “sem gosto”, ou vai ver era o sabor real do produto, afinal, foi minha primeira – e tão certo única - experiência.

O fato mais importante é que muitas marcas investem milhões em publicidade, buscam seu fortalecimento e aumento da fatia de mercado, porém de nada adianta todo esse esforço se lá na ponta, o contato com o cliente, for falho.

As marcas precisam entender de uma vez por todas que a parte principal de todo o processo é o cliente, pois eles são a razão e o motivo por manter a “roda girando”.

Obs.: A marca em questão, após serem reportados sobre o ocorrido, agiu com ótima postura, me retornando algumas horas depois de ter sido feito o contato, e algumas horas após a primeira ligação, um contato direto do gerente de operações da região para buscar uma solução e minimizar o impacto desta experiência desagradável com a marca... Será que voltarei a consumir a marca? Você voltaria?

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A importância das mídias sociais para o sucesso da empresa

Muitos empresários ainda se perguntam por que devem investir em mídias sociais e o porquê de sua real importância para o crescimento de suas empresas. A resposta é simples: “Porque sua empresa depende das pessoas para crescer”.



A cada ano que passa, tanto quanto os avanços tecnológicos, o consumidor também evoluiu. Acompanhando este crescimento como em uma sala de parto, o consumidor assiste ao nascimento de inúmeras empresas, produtos e serviços de diferentes segmentos, e durante esse processo, suas exigências e expectativas também vem aumentando, e muito.

O consumidor de hoje procura mais do que nunca em uma marca, além da qualidade, a segurança de estar fazendo um bom negócio. E para isso, ter um dos melhores produtos já não é mais o suficiente, é preciso de algo mais, é preciso fazer com que o consumidor se sinta inserido no contexto da empresa, que faça parte dela.
Uma empresa que fala de forma estreita e sincera com seus clientes conquista a sua confiança com mais eficiência, consegue estabelecer vínculos duradouros e fiéis, mas para que isso seja realizado de forma concisa, antes de tudo, a empresa precisa conhecer quem é o seu cliente de fato, e é aí que se encaixam as redes sociais.

As redes sociais são as maiores fontes de informação da atualidade. Um banco de dados de números astronômicos que, se aplicados a um planejamento estratégico e modelados da forma correta, poderá ser o mapa da mina para a empresa que as utilizarem. A boa notícia é que as próprias redes sociais se encarregam de facilitar esse trabalho, pois seus usuários atualizam constantemente suas informações, preferências, gostos, rotinas, enfim, um poderoso banco de dados vivo, atualizado em tempo real e constantemente. Desta forma, torna-se mais fácil para uma empresa aproveitar estas informações, podendo assim identificar com precisão onde estão os seus clientes e público-alvo, o que gostam, onde freqüentam, o que fazem, onde moram, e desta forma, a praticidade e facilidade de interação com os mesmos se tornam mais fáceis, identificando suas necessidades ou resolvendo os seus problemas. Ou seja, passa a criar não apenas um vínculo comercial, mas sim, fazer parte do seu cotidiano e principalmente de sua rede de amigos, construindo laços mais intensos.

Outro grande fator que impulsiona o uso das redes sociais no meio corporativo se dá ao fato de que através delas, as empresas passam a ter mais um canal de comunicação, tanto com os clientes, possíveis clientes, mas também com a mídia, tornando-se uma fonte aberta de informação, dando “cara” à empresa e principalmente possibilitando a interação com o público em geral.
Porém de nada adianta apenas criar perfis em redes sociais e sair divulgando os produtos ou serviço, é preciso, antes de tudo, interagir com seu público. O resto dependerá de como será conduzido o processo de relacionamento online. Por isso, a importância de existir um planejamento pré-estabelecido e de métricas pré-definidas. Caso contrário, poderá todo o esforço resultar em apenas meros perfis amargando algumas visitas e trocas de recados aleatórios.

O mais indicado é a contratação de um profissional especializado no assunto, desta forma, reduzirá em cerca de 99% as chances de atirar no escuro e de obter resultados negativos.

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terça-feira, 24 de setembro de 2013

E se a minha empresa falir?

Constantemente ouço empresários reclamando ou que não vende bem, ou que o mercado não está bom... enfim, a vontade que me dá é de falar: "levanta a bunda da cadeira, abra essa cabeça de mula e faça as coisas do jeito certo".

Durante os 10 anos em que atuo no mercado da administração estratégica e marketing, vejo que geralmente os proprietários murrinhas tendem a pensar que sua "experiência" é o fator determinante para tudo, e por isso, querem fazer as coisas do seu jeito, já que sempre "deu certo", mas na realidade poderiam ter obtido resultados ainda melhores.
Contudo, o que observamos é que o mercado evoluiu drasticamente nos últimos anos, consequentemente os consumidores também evoluíram, assim como os concorrentes (os que abriram suas mentes).

E assim como na natureza, no mercado também prevalece a lei do "o maior come o menor", porém, o "tamanho" de cada empresa não é definido por sua estrutura física, mas sim por estrutura intelectual, desta forma, a gestão e o planejamento estratégico adotado funcionará como uma mandíbula que triturará os murrinhas empresários que ainda teimam em pensar que estão no caminho certo, no entanto, ainda adotam um modelo de gestão baseado em seus anos anteriores.

Portanto, grande parte das falências das empresas que sobreviveram ao período "pós parto", se dá pelo fato da não utilização de um planejamento estratégico, desta forma, limitando a projeção e a criação de cenários futuros, não permitindo a definição de estratégias e de um modelo de gestão cabível, desencadeando um processo de declínio.

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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Tesão ou paixão, o que sua empresa desperta?

Era uma vez, João, um sujeito normal indo para o seu trabalho, como fazia todas as manhãs. Em seu trajeto, João passava por diversas pessoas, mas em meio às tantas da qual cruzavam seu caminho, havia Sofia, uma linda loira de olhos azuis, que despertava no rosto de João um olhar digno de um predador avistando sua presa, tal qual um leão avistando uma gazela.

No decorrer do tempo e após algumas investidas, João enfim “traçou” a linda loira. Porém após conhecer melhor Sofia, as investidas foram encerradas, e atualmente João está casado com uma ruiva, chamada Joana, que nem é tão bonita assim, mas em contrapartida, é uma ótima companheira e de qualidades impares, torna João um homem completamente realizado amorosamente.
Assim como nós, meros serem humanos em nossos trajetos na avenida dos relacionamentos amorosos, são as empresas, buscando seu espaço em meio a tantas outras existentes no mercado.
Existem empresas como Sofia, com design impecável, possui um belo layout, ótima sinalização, logos e materiais impressos de altíssima qualidade, porém tal como Sofia, não conquista de fato seus pretendentes. Por outro lado, existem as empresas no perfil da Joana, não possuem uma beleza aparente, no entanto, possuem características que conquistam aqueles das quais se relaciona, é algo como paixão, enquanto empresas como Sofia, despertam mais o tesão.

Sendo assim, fica evidente que as empresas devem unir estas características para assim ganharem o destaque almejado no mercado, pois não basta ter apenas um design impecável, ou apenas trabalhar e agir da melhor maneira, é preciso que ambos estejam em sincronia: o branding bem elaborado, identificando e proporcionando o posicionamento de mercado ideal, e com base nessa definição, alinhar todo o design da empresa.

Você quer despertar o tesão do consumidor, mas vê-lo se relacionar de forma mais séria com aquele seu concorrente que nem tem um visual tão legal?
Você quer deixar de atrair a atenção de mais consumidores, e assim, e deixa-los sem experimentar que você possui os melhores serviços ou produtos?

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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O tal Planejamento Estratégico

Quem nunca ouviu a frase “Para quem não sabe aonde quer chegar, qualquer caminho serve”? Originalmente do conto Alice no país das maravilhas, e bastante mencionada nas escolas de Administração e Marketing, ela nos mostra que o primeiro passo é definirmos um objetivo, é sabermos para onde queremos ir, o que queremos, caso contrário, ficamos como uma folha de papel em meio a um vendaval: sem saber aonde chegará.

O elevado índice de mortalidade das empresas, além da ausência de um plano de negócio em sua abertura, é a falta de um planejamento estratégico implantado, fazendo com que processos sejam executados de maneira menos assertiva, investimentos são alocados de forma menos eficiente e esforços em marketing – quando há – são realizados sem foco, dispersos.

Saber “Onde estou”, é a primeira pergunta a ser feita. Saber exatamente onde a empresa está inserida no contexto mercadológico proporcionará a realização de análises como a identificação de suas potencialidades e fragilidades em relação aos seus concorrentes e quais suas ameaças e oportunidades em relação ao mercado, e em face disto, criar futuros cenários e estabelecer planos de ações, porém, para isto, é preciso ter a definição de onde se quer estar. A definição deste objetivo global será o direcionador para que sejam definidas as estratégias e ações.

Basicamente, em uma forma mais resumida, é preciso fazer três perguntas: Onde estou? Aonde quero chegar? Como chegarei até lá? Só então a partir destas definições poderão ser expandidos os desdobramentos de um planejamento estratégico, onde poderá trazer como benefício para sua empresa questões como alinhamento da comunicação interna e externa, potencialização comercial da empresa, minimização de perdas de investimentos de baixo retorno, planejamento de marketing mais assertivo, entre diversos outros benefícios tanto em questões operacionais, quanto gerenciais.

E em sua empresa, estão sendo feitas as perguntas certas?

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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Precisa-se de clientes

O cliente, em qualquer tipo de negócio, sem exceção, é a parte principal do ciclo de vida de uma empresa.
Encontrados no final do processo, ele é quem fará todo o ciclo recomeçar, portanto, para sobreviver, todas as empresas precisam dos clientes, caso contrário, o ciclo para e a empresa entra em queda livre com destino ao fracasso.

Mas os empresários precisam entender que não basta moldar o negócio e esperar que os clientes venham, é preciso agir, é preciso preparar o terreno e estruturar seu negócio para quando atrair o cliente, conquistar, reter e fidelizá-lo.

Todos precisam de clientes, se exceção, mas antes de tudo, todos precisam de PLANEJAMENTO, pois sem ele, todos os esforços empregados para este objetivo poderão estar trafegando na contramão do sucesso.

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