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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Sua empresa está com o dente sujo?

Imagine perder uma grande venda por causa de um pequeno detalhe crucial, ou falhar em uma negociação extremamente rentável para sua empresa por causa de uma cláusula má formatada, ou então perder dezenas de clientes pela ausência de um serviço ou produto complementar ao que sua empresa comercializa?

Isto é deixar sua empresa com o dente sujo! É como ir para o seu primeiro encontro perfeitamente alinhado, mas com um grão de feijão ou pedaço de alface no dente.

Geralmente, os feijões e alfaces aparecem nos dentes nos momentos em que não estamos na frente do espelho. O mesmo ocorre nas empresas.

Uma boa solução é a criação de uma política de revisão periódica de gestão e processos, utilização de benchmarking, e consultoria estratégica para alinhar todos estes trabalhos e planejamentos, para deixar sua empresa com os dentes e hálito perfeito!!

Quer que o mercado e os clientes vejam alfaces ou feijões nos dentes de sua empresa?

Reflita e colha bons frutos em 2015!

Eduardo Pizzetti } Soluções Estratégicas
contato@pizzetticonsultoria.com.br - 48 9661.3910


quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Quem traz o dinheiro para sua empresa?

Ninguém monta uma empresa ou inicia um negócio por diversão ou como passa tempo, não é verdade? Exceto, é claro, casos raros e isolados ao redor do mundo.
Os motivos mais comuns que levam a abertura de um negócio são:

a) Vislumbrar maior retorno financeiro
b) Poder ser o seu próprio chefe
c) Fazer seus próprios horários

Mas para que esses objetivos sejam alcançados, além de ter um bom produto ou serviço, preço justo, entre outros fatores essenciais para qualquer empreendimento de sucesso, é preciso que você tenha clientes, afinal, serão eles que proporcionarão o combustível para manter funcionando o seu negócio: o dinheiro.

Indo à caça dos clientes
Um dos principais erros que permeiam a grande parte das empresas é o pensamento de que qualquer pessoa pode ser seu cliente, e, com isso, acabam “atirando para todos os lados”, ou seja, agem sem criarem uma segmentação de clientes, resultando em uma fraca força de venda. Você conseguiria vender prótese dentária para uma pessoa com a saúde bucal em dia, por exemplo? Ou então tentar vender rádio para surdo.

Esta fraca e desfocada força de venda, gerada pela não segmentação de cliente, coloca em risco a saúde financeira da empresa, pois o custo para vender (salário da equipe de vendas, custos fixos, entre outros) será alto em relação ao resultado – vendas efetuadas – desta forma, não torna o negócio financeiramente atrativo.

Sendo assim, uma das principais ações a serem tomadas é a busca pela segmentação de seu público alvo, e principalmente, conhecer o seu cliente, que deverá contemplar as seguintes premissas:

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Descubra quem é seu público alvo
Público alvo são seus potenciais clientes, são aquelas pessoas ou segmentação de mercado que precisa ou pode precisar de seu produto ou serviço. Saiba quem é seu público alvo e evite perder tempo e dinheiro com quem não será seu cliente.

Saiba onde eles estão
Tenha a informação de onde eles moram, trabalham ou frequentam, e foque no direcionamento de suas forças de vendas. De nada adianta ir para o sul, se seu público alvo e cliente estão no norte.

Defina como chegar até eles
Por que gastar dinheiro desnecessário com anúncios em TV e rádio, se aqueles que compram ou poderão comprar de você, passam muito mais tempo na internet? Saber como chegar até eles é sinônimo de otimização e maior retorno sobre o investimento.

Fale a mesma linguagem
Saber falar “a mesma língua” do seu público alvo, é garantir que seja estabelecida uma comunicação eficiente, potencializando o índice de conversão de venda e o entendimento entre empresa e cliente.

Alinhe sua gestão de vendas, segmente seu cliente e seu público alvo, e tenha melhor aproveitamento do investimento e maior retorno sobre sua força de venda.

Eduardo Pizzetti } Soluções Estratégicas
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terça-feira, 11 de março de 2014

Fazer o de sempre ou buscar o melhor? Faça o certo para a sua empresa.

O fato é que não há uma regra geral para definir se fizer “o de sempre” é errado e buscar as mudanças é o ideal a ser feito, tais definições não são independentes, é necessário uma série de verificações para determinar qual o melhor rumo para uma empresa. Nem mesmo utilizar como base decisões de outras empresas do mesmo segmento.


CADA CASO É UM CASO
Toda empresa possui seu próprio DNA, onde carrega consigo as políticas gerais, a maneira de se relacionar com seus clientes, o perfil de cliente, a operacionalização do negócio, entre outras características que são únicas em cada negócio, e somente a partir das análises delas é que podemos estudar quais as melhores decisões a serem tomadas.

Não caia na ilusão de que o seu concorrente Y ou X mudou sua estratégia, sua forma de operacionalizar a empresa, etc, e obteve ótimos resultados, que se você fizer em sua empresa, também os terá. Lembre-se sempre do velho jargão: Cada caso é um caso!

O TEMPO É MENOR
Na atual situação em que vivemos, onde a globalização “sacudiu” o nosso planeta, mudando drasticamente nossos hábitos e a forma da qual relacionamos com as pessoas, com as empresas e com o mundo, o tempo de resposta à uma mudança de estratégia ou manter a mesma de alguns anos atrás, é curto.

Há alguns anos atrás, uma tomada de decisão errada levava mais tempo para provocar impactos dentro das organizações, no mesmo sentido, havia mais tempo para as empresas retomares suas estratégias e reorganizar sua direção. Nos tempos atuais isso já não acontece mais. Em um ambiente onde a cada ano milhares de empresas e produtos similares vem ao mercado, o tempo tornou-se curto demais para realinhamento de estratégias, o que requer cuidado redobrado ao decidir manter uma mesma estratégia, ou adotar uma nova.

Estamos em uma era onde há uma forte tendência ao “novo” devido aos grandes avanços tecnológicos e sociais, no entanto, o cliente por trás desses novos hábitos e tecnologias é o mesmo.

Agora, basta apenas saber qual será o melhor para o SEU cliente.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Quem trabalha demais, não tem tempo para ganhar dinheiro

Está aí uma frase que o típico “brasileiro da gema” adora ouvir. É como música para os ouvidos. E de fato, esta frase tem um tom de verdade, mas precisamos analisar de modo mais específico, pois não basta jogar tudo para o ar e esperar o dinheiro entrar na conta!


Algo comum que ocorre na gestão (ou falta dela) de pequenas e médias empresas é o fato de que na maior parte das vezes o proprietário abraça todo o negócio: bate o escanteio, corre para cabecear e ainda tenta defender. O problema é que este modelo de trabalho proporciona uma falsa sensação de agilizar o trabalho, quando na verdade faz com que as coisas fiquem na medida do “mais ou menos”. E isso quando o empresário é ESPECIALISTA em gestão estratégica!

Em uma empresa, seja ela pequena, média ou grande, é essencial que haja um modelo de gestão e operação, definindo os níveis operacionais, gerenciais e estratégicos, onde cada um exerça suas atividades com maior foco, proporcionando o aumento da produtividade .

O proprietário precisa entender que, na maioria das vezes, seu papel não é no chão de fábrica, não é na produção, não é resolvendo detalhes pequenos da empresa, mas sim delegando papeis, e na ausência de gerências, gerenciar as atividades de sua equipe.

Ainda há algumas dúvidas acerca do meu trabalho, afinal, o papel do Consultor Estratégico não é bem difundido no mercado, e ocasionalmente existe uma ideia errada do trabalho que é realizado.

Meu papel é basicamente atuar junto à diretoria, gerencia ou proprietários da empresa, desempenhando um papel de nível estratégico, analisando a empresa, seu mercado e o ramo de atividade, identificando possíveis fragilidades internas para aplicar as devidas correções e descobrir suas potencialidades para que possa proporcionar o crescimento comercial da empresa, gerando maior lucratividade. Este trabalho é desenvolvido com a aplicação do Planejamento Estratégico Comercial, onde fará com que o empresário tenha mais tempo para ganhar dinheiro!

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Planejamento: uma abordagem ao estilo brasileiro

Deixando de lado verborragias e termos técnicos, vamos falar de planejamento? A palavra em si – planejamento – já assusta os mais acomodados, uma vez que neurônios precisarão ser ativados e provavelmente fios de cabelo branco tenderão a surgir. Desta forma, vamos abordar o tema de uma maneira não convencional. Vamos às dicas de ouro para o sucesso utilizando como base principal o planejamento empresarial:

1. Planeje as festas de fim de ano ou o churrasco do final de semana com os amigos.
2.  Analise as ameaças e oportunidades em relação aos próximos jogos de seu time no campeonato nacional.

3. Analise as forças e fraquezas que o técnico não está percebendo.
4. Imagine as coisas que você fará ou terá após ganhar na loteria.
5. Faça suas promessas de reveillon.
6. Defina a formação e os melhores jogadores de seu time para os próximos jogos.
7. Preste muita atenção nas entrevistas das rainhas de bateria das diversas escolas de samba do carnaval carioca.
8. Aguarde com ansiedade o final de semana estendido de quinta.

O fato é lamentável, mas se todos ou grande parte dos empresários e gestores tivessem a mesma importância com o planejamento estratégico de suas empresas tal qual as tem com assuntos como o futebol, carnaval, festas, entre outros, o índice de mortalidade empresarial não seria tão alto.

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terça-feira, 24 de setembro de 2013

E se a minha empresa falir?

Constantemente ouço empresários reclamando ou que não vende bem, ou que o mercado não está bom... enfim, a vontade que me dá é de falar: "levanta a bunda da cadeira, abra essa cabeça de mula e faça as coisas do jeito certo".

Durante os 10 anos em que atuo no mercado da administração estratégica e marketing, vejo que geralmente os proprietários murrinhas tendem a pensar que sua "experiência" é o fator determinante para tudo, e por isso, querem fazer as coisas do seu jeito, já que sempre "deu certo", mas na realidade poderiam ter obtido resultados ainda melhores.
Contudo, o que observamos é que o mercado evoluiu drasticamente nos últimos anos, consequentemente os consumidores também evoluíram, assim como os concorrentes (os que abriram suas mentes).

E assim como na natureza, no mercado também prevalece a lei do "o maior come o menor", porém, o "tamanho" de cada empresa não é definido por sua estrutura física, mas sim por estrutura intelectual, desta forma, a gestão e o planejamento estratégico adotado funcionará como uma mandíbula que triturará os murrinhas empresários que ainda teimam em pensar que estão no caminho certo, no entanto, ainda adotam um modelo de gestão baseado em seus anos anteriores.

Portanto, grande parte das falências das empresas que sobreviveram ao período "pós parto", se dá pelo fato da não utilização de um planejamento estratégico, desta forma, limitando a projeção e a criação de cenários futuros, não permitindo a definição de estratégias e de um modelo de gestão cabível, desencadeando um processo de declínio.

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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O tal Planejamento Estratégico

Quem nunca ouviu a frase “Para quem não sabe aonde quer chegar, qualquer caminho serve”? Originalmente do conto Alice no país das maravilhas, e bastante mencionada nas escolas de Administração e Marketing, ela nos mostra que o primeiro passo é definirmos um objetivo, é sabermos para onde queremos ir, o que queremos, caso contrário, ficamos como uma folha de papel em meio a um vendaval: sem saber aonde chegará.

O elevado índice de mortalidade das empresas, além da ausência de um plano de negócio em sua abertura, é a falta de um planejamento estratégico implantado, fazendo com que processos sejam executados de maneira menos assertiva, investimentos são alocados de forma menos eficiente e esforços em marketing – quando há – são realizados sem foco, dispersos.

Saber “Onde estou”, é a primeira pergunta a ser feita. Saber exatamente onde a empresa está inserida no contexto mercadológico proporcionará a realização de análises como a identificação de suas potencialidades e fragilidades em relação aos seus concorrentes e quais suas ameaças e oportunidades em relação ao mercado, e em face disto, criar futuros cenários e estabelecer planos de ações, porém, para isto, é preciso ter a definição de onde se quer estar. A definição deste objetivo global será o direcionador para que sejam definidas as estratégias e ações.

Basicamente, em uma forma mais resumida, é preciso fazer três perguntas: Onde estou? Aonde quero chegar? Como chegarei até lá? Só então a partir destas definições poderão ser expandidos os desdobramentos de um planejamento estratégico, onde poderá trazer como benefício para sua empresa questões como alinhamento da comunicação interna e externa, potencialização comercial da empresa, minimização de perdas de investimentos de baixo retorno, planejamento de marketing mais assertivo, entre diversos outros benefícios tanto em questões operacionais, quanto gerenciais.

E em sua empresa, estão sendo feitas as perguntas certas?

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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terça-feira, 9 de julho de 2013

Empresa familiar e seus riscos

Uma empresa sob gestão familiar tem suas vantagens em relação ao interesse em comum, afinal, todos os membros são donos do negócio, por conseqüência, dependem dele. Mas o que percebo atualmente, após vivenciar e analisar diversas empresas nesse formato, é que as vantagens desse modelo de gestão só serão válidas caso os membros possuam conhecimentos de administração estratégica e gestão, caso contrario a empresa tende a ser influenciada em maior teor em relação às suas desvantagens, como por exemplo:

1) Conflitos de interesses entre família e empresa.
2) Planejamento financeiro feito priorizando a família e depois a empresa.
3) Objetivo de enriquecimento familiar é anterior ao plano de crescimento da empresa.
4) Consangüinidade é fator impeditivo de profissionalização e melhoria de competências.
5) Liderança não pode ser contestada em função de respeito familiar.

Em todos os casos, nota-se que o sucesso ou fracasso de uma empresa, independente de seu modelo de gestão, está diretamente ligado ao conhecimento técnico e à capacidade de gestão estratégica de seus líderes.

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