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terça-feira, 11 de março de 2014

Fazer o de sempre ou buscar o melhor? Faça o certo para a sua empresa.

O fato é que não há uma regra geral para definir se fizer “o de sempre” é errado e buscar as mudanças é o ideal a ser feito, tais definições não são independentes, é necessário uma série de verificações para determinar qual o melhor rumo para uma empresa. Nem mesmo utilizar como base decisões de outras empresas do mesmo segmento.


CADA CASO É UM CASO
Toda empresa possui seu próprio DNA, onde carrega consigo as políticas gerais, a maneira de se relacionar com seus clientes, o perfil de cliente, a operacionalização do negócio, entre outras características que são únicas em cada negócio, e somente a partir das análises delas é que podemos estudar quais as melhores decisões a serem tomadas.

Não caia na ilusão de que o seu concorrente Y ou X mudou sua estratégia, sua forma de operacionalizar a empresa, etc, e obteve ótimos resultados, que se você fizer em sua empresa, também os terá. Lembre-se sempre do velho jargão: Cada caso é um caso!

O TEMPO É MENOR
Na atual situação em que vivemos, onde a globalização “sacudiu” o nosso planeta, mudando drasticamente nossos hábitos e a forma da qual relacionamos com as pessoas, com as empresas e com o mundo, o tempo de resposta à uma mudança de estratégia ou manter a mesma de alguns anos atrás, é curto.

Há alguns anos atrás, uma tomada de decisão errada levava mais tempo para provocar impactos dentro das organizações, no mesmo sentido, havia mais tempo para as empresas retomares suas estratégias e reorganizar sua direção. Nos tempos atuais isso já não acontece mais. Em um ambiente onde a cada ano milhares de empresas e produtos similares vem ao mercado, o tempo tornou-se curto demais para realinhamento de estratégias, o que requer cuidado redobrado ao decidir manter uma mesma estratégia, ou adotar uma nova.

Estamos em uma era onde há uma forte tendência ao “novo” devido aos grandes avanços tecnológicos e sociais, no entanto, o cliente por trás desses novos hábitos e tecnologias é o mesmo.

Agora, basta apenas saber qual será o melhor para o SEU cliente.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
pizzetti@gmail.com • 48 9661.3910

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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O tal Planejamento Estratégico

Quem nunca ouviu a frase “Para quem não sabe aonde quer chegar, qualquer caminho serve”? Originalmente do conto Alice no país das maravilhas, e bastante mencionada nas escolas de Administração e Marketing, ela nos mostra que o primeiro passo é definirmos um objetivo, é sabermos para onde queremos ir, o que queremos, caso contrário, ficamos como uma folha de papel em meio a um vendaval: sem saber aonde chegará.

O elevado índice de mortalidade das empresas, além da ausência de um plano de negócio em sua abertura, é a falta de um planejamento estratégico implantado, fazendo com que processos sejam executados de maneira menos assertiva, investimentos são alocados de forma menos eficiente e esforços em marketing – quando há – são realizados sem foco, dispersos.

Saber “Onde estou”, é a primeira pergunta a ser feita. Saber exatamente onde a empresa está inserida no contexto mercadológico proporcionará a realização de análises como a identificação de suas potencialidades e fragilidades em relação aos seus concorrentes e quais suas ameaças e oportunidades em relação ao mercado, e em face disto, criar futuros cenários e estabelecer planos de ações, porém, para isto, é preciso ter a definição de onde se quer estar. A definição deste objetivo global será o direcionador para que sejam definidas as estratégias e ações.

Basicamente, em uma forma mais resumida, é preciso fazer três perguntas: Onde estou? Aonde quero chegar? Como chegarei até lá? Só então a partir destas definições poderão ser expandidos os desdobramentos de um planejamento estratégico, onde poderá trazer como benefício para sua empresa questões como alinhamento da comunicação interna e externa, potencialização comercial da empresa, minimização de perdas de investimentos de baixo retorno, planejamento de marketing mais assertivo, entre diversos outros benefícios tanto em questões operacionais, quanto gerenciais.

E em sua empresa, estão sendo feitas as perguntas certas?

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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