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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Sua empresa está com o dente sujo?

Imagine perder uma grande venda por causa de um pequeno detalhe crucial, ou falhar em uma negociação extremamente rentável para sua empresa por causa de uma cláusula má formatada, ou então perder dezenas de clientes pela ausência de um serviço ou produto complementar ao que sua empresa comercializa?

Isto é deixar sua empresa com o dente sujo! É como ir para o seu primeiro encontro perfeitamente alinhado, mas com um grão de feijão ou pedaço de alface no dente.

Geralmente, os feijões e alfaces aparecem nos dentes nos momentos em que não estamos na frente do espelho. O mesmo ocorre nas empresas.

Uma boa solução é a criação de uma política de revisão periódica de gestão e processos, utilização de benchmarking, e consultoria estratégica para alinhar todos estes trabalhos e planejamentos, para deixar sua empresa com os dentes e hálito perfeito!!

Quer que o mercado e os clientes vejam alfaces ou feijões nos dentes de sua empresa?

Reflita e colha bons frutos em 2015!

Eduardo Pizzetti } Soluções Estratégicas
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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Perdendo tempo e dinheiro

Hoje gostaria de compartilhar algo que constantemente me deparo, seja em relatos, em consultoria, ou apenas como mero observador, e que é um dos fatores que mais consomem energia e dinheiro dentro de uma empresa: Desorganização.

Perdendo tempo e dinheiro

Um gerente que não passa a informação correta para seus subordinados, uma equipe de venda que interpreta algo distorcido de seu gerente, uma diretoria que passa uma meta e um direcionamento, e o resto da equipe segue para uma outra direção, e dezenas de outros fatores que além de gerar retrabalhos, consumir mais energia dos envolvidos, faz com que a empresa perca dinheiro.
E não é pouco se formos analisar sob uma ótica anual.

A resposta para o problema

Mas você pode pensar: “Mas isso não é desorganização, é falha de comunicação”.
Correto! Esses exemplos foram nitidamente falha na comunicação, mas esta falha é causada justamente pela ausência de uma política comercial formalizada, ou por não haver um plano de comunicação interno bem desenhado, enfim, a desorganização (embora em níveis menores) é o fator principal para a geração de dezenas de outros problemas.

Reflita sobre o assunto, como está a organização em sua empresa?
Mas lembre-se de levar em consideração todos os níveis: operacionais, gerenciais e administrativo.

Pizzetti } Soluções Estratégicas
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terça-feira, 8 de abril de 2014

Como conseguir dinheiro de maneira simples para sua empresa

Muitas empresas iniciam o ano sem nenhum planejamento estratégico definido, muito menos um planejamento de investimentos anual, em decorrência disto, deixam escapar ótimas oportunidades, ou acabam investindo de forma errada, não gerando o resultado esperado, ou então, acabam o ano sem fazer qualquer investimento expressivo, não gerando nenhum resultado além do que a empresa poderia gerar.


Como se fosse um náufrago

Às vezes, é comum relacionar a falta de capital para a realização em investimentos – tanto físicos quanto estratégicos – o que coloca a empresa em uma situação passiva, como se fosse um bote sem remos ou motor, totalmente dependente das correntes marítimas e dos ventos.

Sob estas condições, a empresa pode ser facilmente abatida pelos demais concorrentes que estão com o mínimo de planejamento definido, e que estão buscando seu espaço no mercado.

Uma forma simples de achar recursos
De nada adianta ficar parado pela falta de recursos financeiros, sem que haja uma política de captação de dinheiro que possa proporcionar futuros investimentos.

Atualmente, muitos recorrem aos empréstimos bancários, pois é a forma mais rápida e prática de se conseguir capital, mas há outra maneira simples e prática, que seria adicionando ao valor dos serviços ou produtos, um percentual que será destinado à aplicação de um fundo exclusivo para futuros investimentos (FFI), no entanto, o tempo de retorno será bem maior.

A fórmula na prática
Exemplificando a fórmula: Suponhamos que o Sr. José possui uma empresa de instalação e manutenção de ar condicionado. O valor de uma instalação custa cerca de R$ 250,00, e sua empresa faz em média 40 instalações/mês. Se o Sr. José fazer valer o serviço, e incluir no seu valor R$ 25,00 (que será destinado ao FFI), terá gerado uma receita de R$ 1.000,00, logo, em 01 ano sua empresa terá cerca de R$ 12.000,00 (sem calcular os juros) disponível no fundo. Desta forma, o Sr. José poderá iniciar o próximo ano com capital reservado para investir em sua empresa.

Pequeno ou grande, planejamento é a palavra de ordem para os que querem prosperar neste mar turbulento chamado mercado.

Pizzetti
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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Quem trabalha demais, não tem tempo para ganhar dinheiro

Está aí uma frase que o típico “brasileiro da gema” adora ouvir. É como música para os ouvidos. E de fato, esta frase tem um tom de verdade, mas precisamos analisar de modo mais específico, pois não basta jogar tudo para o ar e esperar o dinheiro entrar na conta!


Algo comum que ocorre na gestão (ou falta dela) de pequenas e médias empresas é o fato de que na maior parte das vezes o proprietário abraça todo o negócio: bate o escanteio, corre para cabecear e ainda tenta defender. O problema é que este modelo de trabalho proporciona uma falsa sensação de agilizar o trabalho, quando na verdade faz com que as coisas fiquem na medida do “mais ou menos”. E isso quando o empresário é ESPECIALISTA em gestão estratégica!

Em uma empresa, seja ela pequena, média ou grande, é essencial que haja um modelo de gestão e operação, definindo os níveis operacionais, gerenciais e estratégicos, onde cada um exerça suas atividades com maior foco, proporcionando o aumento da produtividade .

O proprietário precisa entender que, na maioria das vezes, seu papel não é no chão de fábrica, não é na produção, não é resolvendo detalhes pequenos da empresa, mas sim delegando papeis, e na ausência de gerências, gerenciar as atividades de sua equipe.

Ainda há algumas dúvidas acerca do meu trabalho, afinal, o papel do Consultor Estratégico não é bem difundido no mercado, e ocasionalmente existe uma ideia errada do trabalho que é realizado.

Meu papel é basicamente atuar junto à diretoria, gerencia ou proprietários da empresa, desempenhando um papel de nível estratégico, analisando a empresa, seu mercado e o ramo de atividade, identificando possíveis fragilidades internas para aplicar as devidas correções e descobrir suas potencialidades para que possa proporcionar o crescimento comercial da empresa, gerando maior lucratividade. Este trabalho é desenvolvido com a aplicação do Planejamento Estratégico Comercial, onde fará com que o empresário tenha mais tempo para ganhar dinheiro!

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

O casamento e a sua empresa

Sabe, o assunto que eu gostaria de falar é sobre minha futura esposa. Isso mesmo, minha futura esposa.

Ela é uma pessoa maravilhosa, tem um bom coração, é sincera, parceira, amiga, justa, entre outras dezenas de qualidades que eu poderia passar o dia redigindo esta postagem descrevendo-a, mas o que é mais importante, o principal, é a nossa AFINIDADE.


Compartilhamos o modo de pensar sobre muitas coisas, desde uma simples opinião, até em como será a nossa cerimônia de casamento (no sítio, pela manhã, com decoração rústica), e até o fato de eu me casar de um jeito digamos, diferente, ela compartilhou desta minha vontade. Alguém tem alguma dúvida de que nos damos super bem e que somos pessoas muito felizes um com o outro?

Pois é, pode parecer estranho eu estar falando sobre esse assunto aqui no blog, eu sei, mas você verá o quanto isto faz sentido no mundo dos negócios, pois sua empresa se casa diariamente com seus CLIENTES.

É imprescindível que sua empresa tenha afinidade com os anseios e desejos de seus clientes, e quando não houver, é preciso criá-los, caso contrário, cedo ou tarde resultará em divórcio. Mas o problema é que nessa separação o regime de bens é com separação total de NADA, ou seja, sua empresa sairá sem nada do cliente e o cliente sem nada de sua empresa, a não ser as mágoas de possíveis experiências ruins, que serão relatadas à todos de sua rede de contatos.

Junto aos meus clientes, uma das principais importâncias é descobrir quem são seus clientes, para com base nesta informação trabalhar as demais áreas do projeto, inclusive criar a afinidade necessária para que haja um casamento duradouro e uma lua de mel inesquecível para ambos. Alguém tem alguma dúvida o quanto esta relação será feliz entre a empresa e o cliente?

As vezes, me enxergo mais do que um consultor estratégico e assumo um papel de casamenteiro comercial (risos).

E então, vamos preparar sua empresa para inesquecíveis luas de mel?

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

A lâmina do machado

Um pouco atrasado, mas eis que saiu a primeira atualização de 2014.
Bem, sem delongas, vamos ao post, pois é isto que interessa, né?

Você já ouviu falar de um antigo provérbio chinês que diz: “Se quiser cortar uma árvore na metade do tempo, passe o dobro do tempo amolando o machado”?
















Este provérbio retrata claramente a importância da preparação, do planejamento para conquistar os melhores resultados. E isto é algo que infelizmente, a cada dia, vejo que a maior parte dos empresários não o faz. Ao invés de buscarem os melhores resultados “amolando” o machado, perdem tempo voltando suas atenções para o número e força das machadadas.

Em meu trabalho de consultoria estratégica, o primeiro passo é conhecer a empresa do cliente, identificando seus potenciais, suas deficiências, entre outros aspectos, para depois definirmos as estratégias a serem utilizadas. E juntamente com meus clientes, amolamos cuidadosamente o machado, e desta forma, derrubamos as árvores com bem menos esforço.

Como está a lâmina do machado em sua empresa? Está bem afiada?

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Empresário rico, empresa pobre

Em uma certa ocasião, durante uma conversa com um empresário da região, o empresário expressava um tom deprimente na voz, pois sua empresa já havia sido uma das principais de seu segmento na região.
Em uma rápida análise foi possível perceber o estado de depreciação da empresa, enfim, um protótipo da empresa "quebrada".
O empresário culpava a concorrência, o fluxo do transito, as baixas margens, culpava tudo. E eu lá, escutando em silêncio. A experiência me diz que temos que deixar o cliente falar, ou ele cansa e passamos pra outra fase, ou se entrega. O que aconteceu, lá pelas tantas o empresário diz: "A minha sorte são os apartamentos!" Quando escutei essa informação, perguntei: Como? Apartamentos?

O Empresário, todo orgulhoso: "Você não viu os 4 andares em cima da empresa? Tenho oito apartamentos de aluguel."
Então perguntei: "E de onde saiu o dinheiro para esses oito apartamentos?"
O Empresário, ainda mais orgulhoso: "Saiu daqui, saiu tudo daqui."
Pois é, durante muito tempo a empresa havia sido a líder do mercado. O que o empresário fez? Secou as "tetas" da sua vaca leiteira, deixou de investir no negócio, investiu em imóveis, na casa da praia, no carro novo, nas melhores escolas, na vida. Tornou-se um homem rico e empobreceu a empresa.

O interessante dessa história é que ela se repete de norte a sul, de leste a oeste, pois é frequênte nos depararmos com empresários que gerem o caixa da empesa como extensão de suas finanças pessoais, e via de regra, quando as coisas não estão bem, é o caixa da empresa que sangra e não o contrário.

A verdade, é que empresas e empresários jamais podem misturar seus caixas, pois devem existir objetivos pessoais e objetivos empresariais e somente teremos sucesso na medida em que empresas e empresários tiverem as mesmas condições financeiras, pois empresa rica com empresário pobre ou empresa pobre com empresário rico são modelos comprovadamente ineficazes e injustos.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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terça-feira, 24 de setembro de 2013

E se a minha empresa falir?

Constantemente ouço empresários reclamando ou que não vende bem, ou que o mercado não está bom... enfim, a vontade que me dá é de falar: "levanta a bunda da cadeira, abra essa cabeça de mula e faça as coisas do jeito certo".

Durante os 10 anos em que atuo no mercado da administração estratégica e marketing, vejo que geralmente os proprietários murrinhas tendem a pensar que sua "experiência" é o fator determinante para tudo, e por isso, querem fazer as coisas do seu jeito, já que sempre "deu certo", mas na realidade poderiam ter obtido resultados ainda melhores.
Contudo, o que observamos é que o mercado evoluiu drasticamente nos últimos anos, consequentemente os consumidores também evoluíram, assim como os concorrentes (os que abriram suas mentes).

E assim como na natureza, no mercado também prevalece a lei do "o maior come o menor", porém, o "tamanho" de cada empresa não é definido por sua estrutura física, mas sim por estrutura intelectual, desta forma, a gestão e o planejamento estratégico adotado funcionará como uma mandíbula que triturará os murrinhas empresários que ainda teimam em pensar que estão no caminho certo, no entanto, ainda adotam um modelo de gestão baseado em seus anos anteriores.

Portanto, grande parte das falências das empresas que sobreviveram ao período "pós parto", se dá pelo fato da não utilização de um planejamento estratégico, desta forma, limitando a projeção e a criação de cenários futuros, não permitindo a definição de estratégias e de um modelo de gestão cabível, desencadeando um processo de declínio.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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