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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Pare de rasgar o dinheiro de sua empresa!

Certamente em algum momento você já deve ter parado e se perguntado: “por que minhas vendas não aumentaram da forma esperada, já que fiz investimentos em publicidade e propaganda?”.
Provavelmente sua agência ou o profissional responsável em sua empresa, criou um anúncio bem bonito para os principais jornais das cidades em que sua empresa atua, ou anunciou em revistas para o seu “público alvo”, talvez até fizeram um comercial bem produzido para a TV, e mesmo assim suas vendas não alcançaram aquele resultado que você tanto esperava. Enfim, o retorno não está nem se igualando ao investimento realizado.



Existe um grande mito que é fortemente propagado pelas agências de publicidade, e que você precisa riscar de sua mente, que é o mito da “publicidade é venda”. Esqueça isso! Entenda que publicidade é publicidade, e serve apenas para promover, mostrar, apresentar algo. A venda é outra etapa, que pode ou não ser influenciada pela publicidade, mas tudo dependerá de quão eficiente ela for.
A publicidade nada mais é que uma ferramenta para o seu planejamento de marketing, por isso não deve ser vista como o elixir milagroso que alavancará suas vendas.

Em meus projetos, costumo fazer com que empresas economizem até milhares de reais em publicidade (que certamente não proporcionariam um bom resultado), direcionando estes esforços para ações que de fato geram vendas e lucros, mas isso só é possível coma  crianção de um planejamento.

Rasgando o dinheiro com outdoors

Um grande erro de pensamento por parte da maioria dos empresários é seguir a seguinte lógica: “Um ou alguns outdoors em pontos de grande movimento poderá gerar maiores resultados, uma vez que muitas pessoas estarão vendo minha marca.Errado!
Vamos pensar da seguinte forma: Imagine um coral onde todos estão cantando no mesmo tom. Fica difícil você identificar alguma voz específica entre todas as outras, não é mesmo? E mesmo que seja ouvida alguma voz mais agradável, existem muitas outras que confundirão sua audição. O mesmo ocorre com os outdoors, embora possuam formatos, cores e dimensões diferentes, por existirem dezenas, e às vezes centenas, em um raio de poucos quilômetros, essa enxurrada de propaganda terá pouca eficiência frente a todos que o verão.

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Para os dias atuais, este tipo de mídia é extremamente ineficiente para ações institucionais, ou para fortalecimento de marcas, elas funcionam um pouco melhor para divulgações específicas, como anúncios de liquidações, anúncios de festa, lançamentos, e similares.
Mas é imprescindível avaliar o custo benefício, além de outras questões estratégicas como, por exemplo: os outdoors estão muito longe de sua empresa? Estão conversando com o público certo? Estão utilizando a linguagem correta? Etc...

Rasgando o dinheiro com anúncios em jornais e revistas

Esta forma de rasgar dinheiro é a mais comum, largamente utilizada por milhares de empresas. É um verdadeiro desperdício financeiro em massa!

A lógica – erroneamente utilizada – é similar à utilizada na escolha dos outdoors: “Uma revista ou jornal de grande circulação terá maior probabilidade de sucesso para minha empresa, pois muitas pessoas a verão.Errado! Outra vez.
Sim, algumas pessoas verão sua marca, isso é indiscutível, mas a que ponto essa visualização rentabilizou uma venda ou agregou valor de sua marca a essa pessoa? Além do mais, será impossível mensurar o resultado caso não haja a realização de ações específicas posterior aos anúncios.

Outra questão importante a ser levada em consideração, é que um anúncio super produzido, mega criativo e inserido no maior jornal ou a maior revista, não quer dizer absolutamente nada, pois antes de tudo é preciso saber onde seu consumidor está, o que ele costuma ler e com qual freqüência.

Mas o ponto mais importante a ter em mente, é que na vasta maioria das vezes, as pessoas buscam o jornal ou revista para se informar, afinal, esta é sua finalidade, ou seja, as pessoas lêem notícias e matérias, e não propagandas! Por que rasgar dinheiro desta forma?
Nestes veículos, é infinitamente mais assertivo aparecer como notícia, e não como anunciante.

Ok, como eu faço para não rasgar meu dinheiro em ações sem resultados?

Qualquer ação ou medida realizada de forma aleatória, sem um planejamento prévio, dependerá exclusivamente da sorte. A maneira mais eficaz para evitar esta condição é a realização de um planejamento de marketing, onde será possível identificar e determinar, principalmente, aspectos sobre quem é seu cliente, seu público, e partir deste ponto, todos os esforços poderão ser realizados de forma mais assertiva, por exemplo:

• De que adianta colocar outdoors na região X, se o seu público é da região Y?
• Por que realizar anúncio em jornal, se o seu público não o lê?

Em meus projetos, não costumo abolir o uso da publicidade, pois, bem planejada, ela pode sim dar bons resultados. Mas isso só possível devido ao planejamento de marketing que realizo antes de iniciar qualquer conjunto de ações, afinal, qualquer esforço tem que valer a pena e gerar resultados no mínimo satisfatórios, caso contrário, não vale a pena perder tempo, e muito menos, dinheiro!

Conclusão

Diante desta rápida analise, com base nas premissas que permeiam as estratégias e o modo de pensar das maiores empresas e estrategistas do mundo, podemos concluir que:

• Publicidade não é venda;
• Publicidade sem planejamento é como rasgar dinheiro;
• Publicidade só gera resultado positivo se estiver ligada a um planejamento de marketing;
• A realização de ações planejadas é o único modo de ganhar dinheiro sem depender exclusivamente da sorte.

Ao invés de desperdiçar milhares de reais com a realização de ações aleatórias ou mal planejadas, invista na planejamento de marketing e estratégico de seu negócio, pare o quanto antes de rasgar dinheiro.

Lembre-se: Para alcançar sucesso é preciso trabalhar duro, mas o trabalho planejado torna o trabalho duro mais fácil e certeiro.

Eduardo Pizzetti } Consultor Estratégico Empresarial

segunda-feira, 23 de março de 2015

O que o piloto Ayrton Senna nos ensina sobre mercado? Saiba como turbinar seus negócios.

Um carro potente sem um bom piloto é apenas um carro potente, e não a garantia de uma vitória.



De fato, apenas ter um carro potente não significa que a vitória está garantida, pois para a vitória, é preciso que este carro seja conduzido até a bandeirada final. O mesmo ocorre no mundo empresarial, onde, uma boa empresa ou um bom produto, por si só, não geram os melhores resultados em vendas, não proporcionam sozinhos grandes negócios e não conquistam os melhores clientes.

Em uma corrida, é preciso que carro e piloto estejam alinhados. No mundo corporativo não é diferente, na busca pelo sucesso da empresa e pelos melhores resultados em vendas, tanto os serviços ou produtos, quanto sua equipe, precisam estar preparados e focados na bandeirada final, que é uma grande venda para um ótimo cliente.

Lições das pistas para o mercado

Uma vitória, na maioria das vezes, é uma conquista da união de carro e piloto vencedores. Mas o que os tornam vencedores?
Um carro vencedor, não tem apenas um motor potente, ele possui também melhor desempenho em sua aerodinâmica, tração, transmissão, nos seus pneus, enfim, em uma série de componentes.
Por sua vez, um piloto vencedor de corridas possui muita experiência ao volante, sabe lidar com rapidez em diversas situações, possui equilíbrio e coragem, conhece como ninguém seu cockpit (cabine do piloto), e principalmente, sabe a hora certa de frear e de acelerar para a vitória.

Uma empresa vencedora, assim como um carro de corrida, é composta por uma série de fatores que potencializam seus resultados: planejamento bem definido, processos internos alinhados que proporcionem grande desempenho operacional, produtos ou serviços que atendam com eficiência seu público alvo, estratégias de mercado que proporcionem aumento em vendas e a conquista de ótimos clientes...
Mas o principal componente responsável pela projeção da empresa, é que ela possua um incrível piloto, pois caso contrário, quem a conduzirá para a bandeirada quadriculada da vitória?

Sabendo desta necessidade, inclusive junto aos nossos clientes, é que em breve lançaremos o programa de potencialização profissional EVOLUTION, pois muitas vezes, antes de corrigir e melhorar empresas, é preciso potencializar o seu piloto: o empresário, o gestor, o gerente. Mas potencializar de forma eficiente e prática, e sem resultar em custos altos, com conteúdo longo, difícil de aplicar e que não funciona, que não serve para a empresa. Mas isto será uma abordagem para um próximo contato!

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O que é mais importante: carro ou o piloto?

Pode até parecer uma pergunta difícil, do tipo “quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha”, esta resposta é simples: O mais importante é ter um bom piloto.
Ter uma boa empresa, um ótimo produto ou serviço, não é garantia de sucesso. Assim como em uma corrida, um carro turbinado pode facilmente bater ou capotar, basta uma simples acelerada, freada ou entrar mal em uma curva. Neste caso, a corrida acaba por ali, assim como uma negociação.

Já um bom piloto, por mais que seu carro não seja tão potente, as chances de terminar uma corrida mais bem colocado do que um piloto menos experiente, é maior.
Lembra dos memoráveis feitos de Ayrton Senna com sua McLaren frente à potente Williams? Isto porque, embora seu carro não fosse tão potente, sua grande habilidade e o incrível trabalho em equipe proporcionavam à Senna ganhar cada vez mais corridas, e de forma cada vez mais impressionante.


Agora que você já sabe a resposta, reflita: Em sua empresa, em que você optaria melhorar, o carro ou o piloto?
Lembre-se, nunca é tarde para dar o primeiro passo, por mais que na empresa haja uma estrutura que já esteja há anos do mesmo jeito, ou composta por pessoas que não geram os resultados esperados, ou até mesmo que haja certa relutância por parte daquele que pilota toda esta estrutura, existem formas para reverter este cenário, para mudar o rumo da corrida, tornando aquele que antes era apenas um retardatário, em um grande conquistador de resultados, um campeão.

Bandeirada Final

Se você chegou até aqui, você é um campeão! Muitas pessoas desistem de seus sonhos e objetivos na metade do caminho, isso quer dizer que você tem um dos principais ingredientes para o sucesso: Interesse em conhecer mais!

Para a bandeirada final, seguem alguns pontos chave que você precisa ter em mente para que possa turbinar seus resultados:

• Carro potente, sozinho, não vence corrida. É preciso um bom piloto;
• Entre um bom carro e um bom piloto, opte pelo piloto;
• Sua empresa ou negócio pode ser um sucesso em vendas, basta guiá-la para a bandeirada final;
• Nosso programa de potencialização profissional EVOLUTION, em breve estará disponível;
• Ter um bom produto ou serviço não adianta sem ter alguém que o converta em uma grande venda para um ótimo cliente;
• Nunca é tarde para dar o primeiro passo;
• O sucesso não é questão de sorte ou azar, é um processo de preparação e planejamento;

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Eduardo Pizzetti } Soluções Estratégicas
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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Sua empresa está com o dente sujo?

Imagine perder uma grande venda por causa de um pequeno detalhe crucial, ou falhar em uma negociação extremamente rentável para sua empresa por causa de uma cláusula má formatada, ou então perder dezenas de clientes pela ausência de um serviço ou produto complementar ao que sua empresa comercializa?

Isto é deixar sua empresa com o dente sujo! É como ir para o seu primeiro encontro perfeitamente alinhado, mas com um grão de feijão ou pedaço de alface no dente.

Geralmente, os feijões e alfaces aparecem nos dentes nos momentos em que não estamos na frente do espelho. O mesmo ocorre nas empresas.

Uma boa solução é a criação de uma política de revisão periódica de gestão e processos, utilização de benchmarking, e consultoria estratégica para alinhar todos estes trabalhos e planejamentos, para deixar sua empresa com os dentes e hálito perfeito!!

Quer que o mercado e os clientes vejam alfaces ou feijões nos dentes de sua empresa?

Reflita e colha bons frutos em 2015!

Eduardo Pizzetti } Soluções Estratégicas
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segunda-feira, 30 de junho de 2014

A receita do sucesso

Você sabe o que acontece quando se acrescenta fermento na massa de um bolo ou pão? A massa cresce. E sabe por que isso ocorre?

Isso ocorre porque o fermento é composto de seres vivos, fungos microscópicos chamados leveduras, que se alimentam de açúcar, liberando gás carbônico e álcool. Quando a massa é aquecida no forno, as leveduras se multiplicam, ingerindo o açúcar e o amido contido na farinha de trigo. O processo se completa com a citada liberação de gás carbônico - que é o responsável pelo crescimento da massa - e de álcool, que confere sabor ao pão ou bolo.

Mas o que isso tem a ver com empresas e negócios?

Bem, vamos pensar que uma empresa é a massa de um bolo, e que o lucro é o resultado de uma boa fornada. Qual será o elemento responsável pelo crescimento ou não deste bolo? Isso mesmo! O fermento. Aquele produto formado por seres vivos microscópicos.

Em qualquer empresa ou negócio, também existe o fermento, mas ao invés de seres microscópicos, esses seres são bem maiores! Ou seja, o fermento é o que chamamos de equipe e os seres são as pessoas que a formam, e este é o ingrediente principal para que haja – ou não – uma boa fornada.

O velho dilema

A empresa não está gerando o resultado esperado, e em alguns casos, acumulando prejuízos. Infelizmente esta realidade se torna cada vez mais freqüente atualmente, decorrente de diversos fatores, tanto em relação às estratégias, quanto às questões mercadológicas e de consumo. Independente disto, este cenário coloca, muitas vezes, o empresário entre a cruz e a espada: investir para sair da situação atual ou reduzir custos para ganhar mais algum fôlego?
A má notícia é que ambas podem ser fatais para a empresa.

Mas como assim, então não há escapatória?

Sabemos que, reduzir custos – isoladamente – não faz a menor diferença para a empresa, a não ser dar mais algum tempo para respirar. Ou seja, é adiar por algum tempo seu velório.
Investir também pode ser fatal, caso seja realizado sem planejamento e sem estudo prévio. Seria como cavar a própria cova.
Um bom Chef de cozinha sabe que para preparar um ótimo bolo, é preciso seguir sua receita, onde cada ingrediente tem sua participação fundamental para o resultado final. O mesmo ocorre no ambiente empresarial, trocando apenas o avental pelo uniforme, o forno pelo computador e a receita pelo planejamento.
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A receita do bolo

Diante desta situação, o empresário precisa entender que só existe um único meio de sair vitorioso, que é encontrando as soluções para os problemas enfrentados. E Para isto é preciso:

a) Identificar os problemas, suas causas efeitos;
b) Avaliar o grau de impacto de cada problema identificado;
c) Propor medidas autônomas para cada problema;
d) Planejar a implementação das medidas corretivas;
e) Prestar acompanhamento das ações;

É como preparar um bolo.

Não investir é assinar o atestado de óbito

A palavra em si – investimento – já assusta aos mais desavisados. No entanto, o investimento não tange apenas no âmbito financeiro, mas também em relação a tempo e energia.
Se o problema é em relação às vendas que não sobem, a solução pode não estar diretamente ligada ao aumento de investimento em marketing e propaganda, mas sim em treinamento da equipe de vendas ou no de alinhamento das políticas comerciais, por exemplo.

Seja qual o tipo de investimento – tempo, energia ou dinheiro – o fato é que a empresa jamais terá a chance de reverter uma situação ruim sem fazer nada, ou somente “cortando custos”. Sendo que, muitas vezes, pela falta de entendimento, o empresário acaba cortando um investimento ao invés de custo, sentenciando sua empresa à falência. É como o preparo errado de uma receita de bolo, as chances de não sair uma boa fornada é certa!

Reflita e responda

1) Atualmente em sua empresa você corta custos ou investimentos?
2) Você tem investido em sua empresa nos últimos meses?

Eduardo Pizzetti } Soluções Estratégicas



segunda-feira, 16 de junho de 2014

Você está sabotando sua empresa?

Estamos acostumados com números e indicadores que mostram tanto o alto índice de mortalidade empresarial, quanto o seu baixo potencial de crescimento no país. Embora o governo tenha sua parcela de culpa, decorrente da elevada carga tributária, o principal sabotador deste crescimento, repetidas vezes, é o próprio empresário.

O maior sabotador é você!

Muitas vezes é perceptível a falta de planejamento por parte do empresário, sem uma definição exata de quais caminhos devem ser seguidos para atingir seus objetivos, passa dia após dia “apagando incêndios” e longe de atingir o resultado ideal.

Saber de um problema existente e adiá-lo ou ignorá-lo, é como estar de frente para o gol e não chutar, ou seja, o placar não vai mudar a seu favor.
Muitas são as desculpas: falta de tempo, de pessoal, e principalmente, falta de dinheiro. Mas sem nenhuma atitude, o gol não sai, as vendas não sobem, o lucro não aumenta ou nem aparece.


Você está sabotando o crescimento de sua empresa?

Certo dia estava com um dos meus clientes, onde o mesmo afirmava que precisava cortar gastos. E advinha por onde ele queria começar esses cortes? Pelo setor de vendas, demitindo alguns vendedores que não estavam atingindo as metas.

Questionei e o convidei para fazer um calculo: quanto em encargos e salários ele iria economizar com essas demissões, e quanto em vendas ele iria perder, pois mesmo não atingindo as metas, ainda assim aqueles funcionários trazem resultados para a empresa. Enfim, a conta mostrou que mesmo havendo esta economia, no fim das contas, com a redução do pessoal, as perdas em vendas seriam maiores.

Se o problema é financeiro, temos que parar de pensar automaticamente que cortar gastos é a melhor solução, e que, ao invés de reduzir a equipe de vendas, a solução pode ser aumentá-la, ou seja, ao invés de reduzir gastos, aumentar a receita de vendas!

E aí na sua empresa, estão deixando de marcar alguns gols?
Lembre-se, no final do campeonato, o saldo de gols é fator fundamental para definir o campeão!

Pizzetti } Soluções Estratégicas
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terça-feira, 8 de abril de 2014

Como conseguir dinheiro de maneira simples para sua empresa

Muitas empresas iniciam o ano sem nenhum planejamento estratégico definido, muito menos um planejamento de investimentos anual, em decorrência disto, deixam escapar ótimas oportunidades, ou acabam investindo de forma errada, não gerando o resultado esperado, ou então, acabam o ano sem fazer qualquer investimento expressivo, não gerando nenhum resultado além do que a empresa poderia gerar.


Como se fosse um náufrago

Às vezes, é comum relacionar a falta de capital para a realização em investimentos – tanto físicos quanto estratégicos – o que coloca a empresa em uma situação passiva, como se fosse um bote sem remos ou motor, totalmente dependente das correntes marítimas e dos ventos.

Sob estas condições, a empresa pode ser facilmente abatida pelos demais concorrentes que estão com o mínimo de planejamento definido, e que estão buscando seu espaço no mercado.

Uma forma simples de achar recursos
De nada adianta ficar parado pela falta de recursos financeiros, sem que haja uma política de captação de dinheiro que possa proporcionar futuros investimentos.

Atualmente, muitos recorrem aos empréstimos bancários, pois é a forma mais rápida e prática de se conseguir capital, mas há outra maneira simples e prática, que seria adicionando ao valor dos serviços ou produtos, um percentual que será destinado à aplicação de um fundo exclusivo para futuros investimentos (FFI), no entanto, o tempo de retorno será bem maior.

A fórmula na prática
Exemplificando a fórmula: Suponhamos que o Sr. José possui uma empresa de instalação e manutenção de ar condicionado. O valor de uma instalação custa cerca de R$ 250,00, e sua empresa faz em média 40 instalações/mês. Se o Sr. José fazer valer o serviço, e incluir no seu valor R$ 25,00 (que será destinado ao FFI), terá gerado uma receita de R$ 1.000,00, logo, em 01 ano sua empresa terá cerca de R$ 12.000,00 (sem calcular os juros) disponível no fundo. Desta forma, o Sr. José poderá iniciar o próximo ano com capital reservado para investir em sua empresa.

Pequeno ou grande, planejamento é a palavra de ordem para os que querem prosperar neste mar turbulento chamado mercado.

Pizzetti
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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Agora vai começar o ano de verdade?

Bem, o carnaval está chegando não é verdade? E infelizmente (ou felizmente, dependendo de qual ponto de vista se analisa) para muitas empresas e empresários o ano estará começando pra valer a partir de agora.


Muitos empresários e planejadores pecam em pensar que pelo fato de grande parte da população “engatar a primeira marcha” somente após o carnaval, as empresas não precisam estar a todo vapor neste período, chegando a pensar que se o consumidor não está em seu ritmo normal, as empresas terão esforços em vão se atuarem de maneira intensa.

Os grandes estrategistas (principalmente os que não dispõem de excessivos recursos financeiros) sabem que o melhor modo de economizar esforços e potencializar seus resultados perante os demais, é justamente atuando por viés diferentes de seus concorrentes (principalmente dos mais fortes), e o fator temporal é essencial nesta questão, proporcionando vantagens essenciais no que tange à participação de mercado, refletindo diretamente no lucro financeiro.

Em uma corrida, largar na frente é fundamental para todo o resto do trajeto, pois a vantagem proporcionada na largada dará certa “tranqüilidade” ao corredor e melhor visão do percurso. Pense no mercado como uma grande corrida, onde você é o piloto e sua empresa o seu carro, você prefere ser o Pole Position ou largar nas posições inferiores? Independente da potência do carro, nenhum corredor abre mão de largar na frente.

Oba! O carnaval está aí. Que tal após a passagem da “maior festa do Brasil”, prepararmos seu carro para o resto da corrida?
Estou com o meu Box preparado e esperando o seu Pit Stop.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

O casamento e a sua empresa

Sabe, o assunto que eu gostaria de falar é sobre minha futura esposa. Isso mesmo, minha futura esposa.

Ela é uma pessoa maravilhosa, tem um bom coração, é sincera, parceira, amiga, justa, entre outras dezenas de qualidades que eu poderia passar o dia redigindo esta postagem descrevendo-a, mas o que é mais importante, o principal, é a nossa AFINIDADE.


Compartilhamos o modo de pensar sobre muitas coisas, desde uma simples opinião, até em como será a nossa cerimônia de casamento (no sítio, pela manhã, com decoração rústica), e até o fato de eu me casar de um jeito digamos, diferente, ela compartilhou desta minha vontade. Alguém tem alguma dúvida de que nos damos super bem e que somos pessoas muito felizes um com o outro?

Pois é, pode parecer estranho eu estar falando sobre esse assunto aqui no blog, eu sei, mas você verá o quanto isto faz sentido no mundo dos negócios, pois sua empresa se casa diariamente com seus CLIENTES.

É imprescindível que sua empresa tenha afinidade com os anseios e desejos de seus clientes, e quando não houver, é preciso criá-los, caso contrário, cedo ou tarde resultará em divórcio. Mas o problema é que nessa separação o regime de bens é com separação total de NADA, ou seja, sua empresa sairá sem nada do cliente e o cliente sem nada de sua empresa, a não ser as mágoas de possíveis experiências ruins, que serão relatadas à todos de sua rede de contatos.

Junto aos meus clientes, uma das principais importâncias é descobrir quem são seus clientes, para com base nesta informação trabalhar as demais áreas do projeto, inclusive criar a afinidade necessária para que haja um casamento duradouro e uma lua de mel inesquecível para ambos. Alguém tem alguma dúvida o quanto esta relação será feliz entre a empresa e o cliente?

As vezes, me enxergo mais do que um consultor estratégico e assumo um papel de casamenteiro comercial (risos).

E então, vamos preparar sua empresa para inesquecíveis luas de mel?

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Planejamento: uma abordagem ao estilo brasileiro

Deixando de lado verborragias e termos técnicos, vamos falar de planejamento? A palavra em si – planejamento – já assusta os mais acomodados, uma vez que neurônios precisarão ser ativados e provavelmente fios de cabelo branco tenderão a surgir. Desta forma, vamos abordar o tema de uma maneira não convencional. Vamos às dicas de ouro para o sucesso utilizando como base principal o planejamento empresarial:

1. Planeje as festas de fim de ano ou o churrasco do final de semana com os amigos.
2.  Analise as ameaças e oportunidades em relação aos próximos jogos de seu time no campeonato nacional.

3. Analise as forças e fraquezas que o técnico não está percebendo.
4. Imagine as coisas que você fará ou terá após ganhar na loteria.
5. Faça suas promessas de reveillon.
6. Defina a formação e os melhores jogadores de seu time para os próximos jogos.
7. Preste muita atenção nas entrevistas das rainhas de bateria das diversas escolas de samba do carnaval carioca.
8. Aguarde com ansiedade o final de semana estendido de quinta.

O fato é lamentável, mas se todos ou grande parte dos empresários e gestores tivessem a mesma importância com o planejamento estratégico de suas empresas tal qual as tem com assuntos como o futebol, carnaval, festas, entre outros, o índice de mortalidade empresarial não seria tão alto.

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terça-feira, 9 de julho de 2013

Empresa familiar e seus riscos

Uma empresa sob gestão familiar tem suas vantagens em relação ao interesse em comum, afinal, todos os membros são donos do negócio, por conseqüência, dependem dele. Mas o que percebo atualmente, após vivenciar e analisar diversas empresas nesse formato, é que as vantagens desse modelo de gestão só serão válidas caso os membros possuam conhecimentos de administração estratégica e gestão, caso contrario a empresa tende a ser influenciada em maior teor em relação às suas desvantagens, como por exemplo:

1) Conflitos de interesses entre família e empresa.
2) Planejamento financeiro feito priorizando a família e depois a empresa.
3) Objetivo de enriquecimento familiar é anterior ao plano de crescimento da empresa.
4) Consangüinidade é fator impeditivo de profissionalização e melhoria de competências.
5) Liderança não pode ser contestada em função de respeito familiar.

Em todos os casos, nota-se que o sucesso ou fracasso de uma empresa, independente de seu modelo de gestão, está diretamente ligado ao conhecimento técnico e à capacidade de gestão estratégica de seus líderes.

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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Marketing na moda









Para você que faz parte ou possui uma empresa no ramo da moda, responda as seguintes perguntas:
Como e por quem são definidas as estratégias de Marketing dentro da sua confecção?
Existe hoje na sua empresa, um departamento de marketing ou um profissional responsável pelas ações voltadas às estratégias de divulgação de suas coleções?
Você não está contente com os resultados, após um expressivo investimento?

Atualmente, cerca de 90 % das pequenas e médias confecções não possuem qualquer trabalho relacionado ao marketing, o que nos abre duas opções:
-Para os que pensam pequeno: Já que tudo isso não faz nenhum trabalho de marketing, não fará diferença se eu não fizer, assim sobra dinheiro para investir na empresa.
-Para os que pensam grande: Já que tudo isso não faz nenhum trabalho de marketing, vou aproveitar e começar a desenvolver um planejamento incluindo esta questão, assim farei parte dos 10%, garantindo uma imensa diferenciação, eliminando 90% da concorrencia; Concerteza este será um estopim para minha demanda aumentar, e assim poderei investir em um crescimento extremamente planejado e linear da empresa.

Entre os 90% que não investem em marketing, dois dos grandes motivos mais citados, pela qual o investimento não é realizado são:
- Falta de verba para a criação de uma equipe de marketing, contratação de uma agência ou assessoria.
- Centralização das decisões de divulgação e estratégias de marketing nas mãos dos seus proprietários.

A falta de verba, mesmo que um obstáculo de peso, não justifica o fato de não investir no setor, pois atualmente com as diversas opções de linhas de créditos oferecidos pelos bancos, não expandi quem não quer, ou quem está acomodado com sua situação atual.

Já a centralização das descições nas mãos dos proprietários, o que é comum entre as pequenas e médias, tráta-se de uma questão cultural, um obstáculo que precisa ser superado para a otimização dos processos, afinal, muitas obrigações concentradas em uma única ou poucas pessoas, além de exigir exageradamente mais do profissional, o impede de dar a devida atenção a cada serviço, eliminando consideravelmente as chances de boas tomadas de descições.

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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Renovar é necessário


Com a globalização, os avanços tecnológicos e a informação chegando cada vez mais fácil e mais longe, o mercado e a concorrência virou um verdadeiro campo de batalha, o que determina a vitória ou a derrota das empresas é o fortalecimento que a marca em questão possui no mercado, e seu poder de conquista do público alvo.

Na imensidão de marcas existentes no mundo, poucas realmente conseguem se destacar e se tornar referência. Porem as que conseguem tal proeza, tem algo em comum, ou seja, obtiveram grande competência na criação da marca, e desenvolveram um bom processo de gestão que possa garantir sobrevida por longo tempo. (Rogério Novaes)

Exitem diversas marcas que durante décadas mantiveram usa identidade visual completamente intactas, porém, devido a crescente concorrência, o que forçou a novas estratégias de posicionamento de mercado, optaram pela renovação, da mesma forma que o mercado e os consumidores se renovam. Formas e traços com design mais atual, na busca de conquista de forma mais ampla a percepção desse novo mercado, desses novos consumidores, hoje, muito mais exigente devido a vsta gama de opções existentes.

Cuide de sua marca da mesma forma com que cuida de seu corpo. A saúde de seus negócios passa pela aprovação e aceitação da marca pelo consumidor. O valor que a marca agrega, o desejo que ela desperta e a satisfação que gera ao ser adquirido, é fundamental para a sua sobrevivência.

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