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quarta-feira, 1 de março de 2017

Vender 10 vezes mais utilizando as mídias sociais?

Certamente você já foi - se ainda não foi, com certeza será – “abordado” na internet por anúncios que prometem a multiplicação de seus resultados a partir do uso de mídias sociais, ferramentas de buscas ou congêneres.

Mas a pergunta central é: Será mesmo possível tal multiplicação?

Há alguns dias, enquanto me encaminhava para atender um dos clientes da qual dou consultoria estratégica, resolvi falar um pouco - de maneira informal - sobre este tema, conforme vídeo abaixo:


segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Qual o propósito de sua empresa?

O propósito pode ser definido como a razão de sua empresa existir, não apenas para os clientes, mas também para os seus funcionários e para a sociedade. É um modo único e autêntico pela qual sua marca fará a diferença.

Se sua empresa deixasse de existir, o que o mundo perderia com isso?


O propósito da marca é – ou pelo menos deveria ser - algo presente desde o seu nascimento. É aquilo que motiva a marca estar presente no mercado, sendo aplicado em todas as suas ações, pautado em valores sólidos e praticado diariamente, sobre os quais se sustentam as relações que a marca cria com o seu público. Por isso, ele deve ser autêntico e jamais poderá ser forjado, pois é intrínseco de sua cultura e deve ser trabalhado diariamente, por todos que representam a marca, dentro ou fora da empresa.

Resumidamente seria algo como: o propósito dá o sentido e a estratégia indica qual a direção deverá ser seguida. Ou seja, o propósito sustenta a cultura e os valores da organização, guiando a criação das estratégias, que definirão quais caminhos deverão ser seguidos

Sem um propósito, a marca é como uma construção em um terreno acidentado, com dificuldades em se manter ilesa, além do mais, sua ausência faz com que a marca não consiga transmitir autenticidade, fazendo com que suas ações possam ser entendidas como levianas, ou movidas apenas pela necessidade financeira, visando somente o lucro.

Ou seja, a essência de um propósito é o que dá um significado maior à existência de uma marca, bem como às suas vendas. Um exemplo disso é uma marca de creme dental que tem como propósito melhorar a autoestima e o bem estar das pessoas através de um sorriso bonito, inclusive, realizando ou participando de projetos sociais que visam o tratamento bucal gratuito, ou ações similares.

Tenho certeza que você, sabendo deste fato, não se importaria nem em pagar um pouco a mais por este creme dental em sua próxima ida ao supermercado, não é mesmo?!

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Muitas empresas possuem um propósito, porém não sabe o que fazer com ele. Um propósito irá nortear todas as áreas da empresa, como finanças, marketing, produtos, atendimento ao cliente, vendas, entre outros, o que proporcionará objetividade e maior sintonia organizacional.

Sendo assim, para criar um propósito para sua empresa, antes de tudo é preciso perguntar a si mesmo:

• Qual a razão da existência de sua empresa?
• Por qual motivo você acorda e vai trabalhar todos os dias?

Para a construção do propósito de sua empresa, você deverá seguir alguns critérios chave para montá-lo:

• Jamais confunda propósito com objetivo;
• Ele deverá vir do coração e não da mente;
• Quanto mais inspirador, melhor;
• Deverá passar um sentimento agradável;
• O foco jamais poderá ser financeiro;
• Transmita-o em poucas palavras;
• E que seja de fácil compreensão;

Lembre-se, o propósito é o que você entrega a seus clientes, independentemente do produto ou serviço que você ofereça, e, quanto mais o seu público perceber e ter afinidade com este propósito, maior será a possibilidade do aumento do interesse de compra e do grau de fidelização destes clientes com sua empresa.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Promoção não é liquidação

Promover é a ação de mostrar, para as pessoas que você quer conquistar, que a sua empresa existe e que está preparada para atender necessidades de forma superior. Promover aumentam as chances de que mais pessoas experimentem seus produtos ou serviços. Para isso não é necessário baixar preços ou fazer pacotes do tipo: Leve 3 e pague 2.

Antes de lançar uma campanha promocional é preciso ter informações sobre o que os concorrentes estão fazendo, o que os clientes pensam sobre seus produtos e serviços, o que realmente tem valor para o cliente e certamente o trará para a empresa. Portanto, é preciso uma pesquisa prévia para a tomada de decisão correta antes de iniciar uma campanha.

Outros fatores importantes precisam ser dimensionados como a estrutura interna e os estoques, e os colaboradores precisam ser avisados sobre os detalhes da promoção, pois há clientes que surpreendem vendedores com materiais de divulgação promocional não divulgado internamente.
Os softwares de gestão devem estar preparados para as condições promocionais no primeiro dia antes das portas estarem abertas, pois uma promoção de vendas com estoque insuficiente ou outros quesitos não preparados previamente, produzirá efeito contrario e poderá prejudicar a imagem da empresa.
Uma campanha promocional precisa ter objetivos alinhados com o plano de marketing, quanto às metas de vendas de produtos ou serviços, quanto à fidelização ou conquista de novos clientes.

Determinados os objetivos promocionais é preciso definir quais os meios de comunicação utilizar, produtos que farão parte da ação, possíveis brindes que serão distribuídos e a duração da ação. É preciso definir um visual padrão para banners, outdoors, faixas, folders, etc. As redes sociais e outros canais de comunicação online também deverão estar bem alinhados, pois podem contribuir de forma expressiva para os resultados.
Lembre-se que não adianta todo o trabalho se o conteúdo da comunicação estiver errado. É preciso falar a linguagem do cliente-alvo e instigar o desejo de consumo do seu produto ou serviço. Para uma grande empresa, uma ação promocional desastrosa pode gerar prejuízo sem comprometer o negocio, mas quando falamos de pequenas e médias, pode ser irreversível.

Planeje, calcule e diminua o risco, assim possivelmente você fará certo da primeira vez.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
pizzetti@gmail.com • 48 9661.3910

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Tesão ou paixão, o que sua empresa desperta?

Era uma vez, João, um sujeito normal indo para o seu trabalho, como fazia todas as manhãs. Em seu trajeto, João passava por diversas pessoas, mas em meio às tantas da qual cruzavam seu caminho, havia Sofia, uma linda loira de olhos azuis, que despertava no rosto de João um olhar digno de um predador avistando sua presa, tal qual um leão avistando uma gazela.

No decorrer do tempo e após algumas investidas, João enfim “traçou” a linda loira. Porém após conhecer melhor Sofia, as investidas foram encerradas, e atualmente João está casado com uma ruiva, chamada Joana, que nem é tão bonita assim, mas em contrapartida, é uma ótima companheira e de qualidades impares, torna João um homem completamente realizado amorosamente.
Assim como nós, meros serem humanos em nossos trajetos na avenida dos relacionamentos amorosos, são as empresas, buscando seu espaço em meio a tantas outras existentes no mercado.
Existem empresas como Sofia, com design impecável, possui um belo layout, ótima sinalização, logos e materiais impressos de altíssima qualidade, porém tal como Sofia, não conquista de fato seus pretendentes. Por outro lado, existem as empresas no perfil da Joana, não possuem uma beleza aparente, no entanto, possuem características que conquistam aqueles das quais se relaciona, é algo como paixão, enquanto empresas como Sofia, despertam mais o tesão.

Sendo assim, fica evidente que as empresas devem unir estas características para assim ganharem o destaque almejado no mercado, pois não basta ter apenas um design impecável, ou apenas trabalhar e agir da melhor maneira, é preciso que ambos estejam em sincronia: o branding bem elaborado, identificando e proporcionando o posicionamento de mercado ideal, e com base nessa definição, alinhar todo o design da empresa.

Você quer despertar o tesão do consumidor, mas vê-lo se relacionar de forma mais séria com aquele seu concorrente que nem tem um visual tão legal?
Você quer deixar de atrair a atenção de mais consumidores, e assim, e deixa-los sem experimentar que você possui os melhores serviços ou produtos?

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Fashion Marketing - A construção de conceito como fator principal para a marca

Atualmente existem centenas de marcas disputando o mesmo espaço no mercado e o mesmo consumidor. E nessa batalha mercadológica, o que definirá os vencedores será o potencial de percepção obtida pela marca por parte dos consumidores, e o potencial de aceitação por parte do mercado.

Em síntese, a fórmula é simples: Oferecer produtos com design e qualidade de ponta, sem elevação no valor, atrelado a um bom planejamento de marketing, sendo assim, havendo preço, produto e exposição de marca. Mas as coisas não são bem assim. Cada marca possui suas particularidades, sejam elas relacionadas à verba disponível para o marketing ou a limitação em relação à qualidade ou características de seus produtos em si.

Desta forma é preciso adaptar as estratégias à situação da empresa, de forma que os objetivos sejam alcançados de maneira sólida. Podemos afirma que no mercado da moda, o marketing além de cumprir o papel principal de definir o conceito da marca, planejar o seu fortalecimento e todos os vieses que potencializem a exposição de marca, e consequentemente as vendas, possui ligação direta com o desenvolvimento do produto, com base na definição do perfil do público alvo, e nas tendências de mercado e de consumo.

Podemos também afirmar que o marketing, através de todas as ferramentas que buscam o fortalecimento da marca e a construção de um conceito de valor, busca transformar a simples necessidade de vestir em uma experiência que eleve os sentidos de seus consumidores, transformando a necessidade em desejo. No entanto, engana-se quem pensa que um bom produto, vende sozinho, como também que um produto não tão arrojado não terá boa aceitação no mercado.

Tudo está diretamente ligado à comunicação da marca. A criação de um conceito para a coleção é o fator principal, pois a partir dele todas as outras ações e materiais seguirão a mesma linha de comunicação, fazendo com que não seja perdido o conceito da coleção no meio do caminho, em alguma parte do processo.

O ideal é que a marca possua uma definição do seu DNA, pois ele será o norte para a criação dos produtos, das campanhas e toda linha de comunicação da marca, sendo assim, construindo de forma alinhada sua imagem perante o mercado.
 
Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Como tornar uma marca conhecida


Tornar uma marca conhecida envolve o emprego combinado das ferramentas do marketing. Essas ferramentas incluem a propaganda, a publicidade, o endomarketing, a identidade corporativa e visual, as promoções e merchandising, as ações de responsabilidade social e o relacionamento com a imprensa.
Seguem algumas ações importantes na construção de uma marca forte e duradoura.

Persistência
Marcas fortes e conhecidas são o resultado de um processo demorado que exige persistência. Isso significa resistir a modismos, acreditar nos benefícios do produto e na importância decisiva de comunicar essas vantagens ao público-alvo.

Posicionamento
Para fazer uma marca forte e conhecida deve-se começar pela clara definição do segmento que a empresa pretende trabalhar. É fundamental saber o posicionamento exato da empresa e do produto no mercado.

Valor
A marca deve ter relação de valor com o mercado e trazer a ideia dos benefícios que o cliente ganha quando compra seu produto.

Integridade
Para se firmar na memória do cliente, a marca precisa de integridade. Toda promessa de desempenho e satisfação resumida na marca precisa ser cumprida. Assim, a recomendação básica é que, antes de pensar em fortalecer a marca, é primordial fortalecer o produto: desempenho, preço, design, potência, segurança, conforto operacional, sabor, cor, aroma, peso, embalagem, etc.
Marca e produto precisam estar em perfeita harmonia, fortalecendo-se reciprocamente no mercado.

Nome
O nome deve ser bem pensado, analisado, pois a escolha de um bom nome é essencial para a fixação da marca.

Qualidade
Uma exigência do mercado. Essa é uma condição absoluta, a empresa precisa manter a qualidade do produto. Quando a marca promete mais do que o produto pode cumprir, ambos perdem.

Realimentação/Publicidade
A ligação do cliente com a marca precisa ser alimentada de forma sistemática por meio de divulgação permanente.

Monitoração
O mercado é extremamente dinâmico, com mudanças rápidas no comportamento dos clientes. Por isso, as reações do cliente em relação à marca e aos produtos precisam ser analisadas de forma sistemática em períodos regulares.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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quarta-feira, 16 de maio de 2012

O layout como ferramenta de venda

Se pararmos para observar, em todas as lojas de departamentos, supermercados e em outros formatos de varejo, notamos pessoas entrando, indo, saindo e vindo. Para lá e para cá, todo o tempo.
Muitos comerciantes não pensaram em rentabilizar sua operação aproveitando este vai e vem de clientes. Você já parou para observar o comportamento e o fluxo dos clientes em uma loja de supermercado, por exemplo?

Bom, vale a pena lembrar que “fluxo de clientes” é o caminho natural seguido pelos consumidores do momento que entram na loja e circulam pelos corredores e seções. É o resultado do sentido e a direção mais comum gerados pelo tráfego de pessoas em uma loja. Existe em nosso varejo uma grande quantidade de redes, cadeias e lojas independentes que sequer faz a medição ou controla o volume de pessoas que entram diariamente em suas lojas. Muitos deles estimam este número, mas não dão o tratamento necessário à informação. Logo, é fácil notar que se não há medição, inexiste uma ação – uma estratégia, para aproveitar ainda mais este fluxo.

Se pararmos para observar, notamos com facilidade que em todos os formatos de loja existem setores, locais onde a concentração e o fluxo de clientes são mais intensos. Pontos onde temos até um certo congestionamento no vai e vem de pessoas. Estes são os Pontos Quentes do estabelecimento. Nestes locais, alguma coisa atrai com mais força a atenção dos clientes, fazendo-os ficar mais tempo parados nestes pontos. Mas enfim, o que faz com que se formem os pontos quentes em uma loja? Produtos de alto-giro? Itens de consumo diário? Mercadorias básicas? Promoções? O que? Podemos afirmar que é um mix de tudo isso.

Mas, nas empresas que utilizam a inteligência comercial para rentabilizar toda a operação, estes pontos quentes são os locais que entregam ao consumidor tudo o que ele busca e ainda agrega algo mais; Surpreendendo-o e encantando o cliente.
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Pesquisas de perfil e hábitos de consumo, aliadas a um plano estratégico, com foco em aperfeiçoar o ponto de venda, tem sido bastante valorizados em algumas redes do varejo. Afinal, empresários e executivos – que investem fortunas para trazer clientes para dentro das suas lojas – finalmente encontraram uma forma para medir, planejar e rentabilizar ainda mais o momento da compra.

Destes estudos e medições derivam ações que vão desde uma simples inversão da ordem de exposição das mercadorias em um corredor – colocando produtos de maior conveniência e margem logo no início da seção (início do fluxo) e posicionando os itens geradores de tráfego, que geralmente estão em todas as listinhas de compra, no final do corredor.

Dessa forma, o consumidor é conduzido por toda a extensão do corredor e seção até chegar na gôndola onde provavelmente encontrará o produto que o trouxe à loja; Passando por ações de cross-merchandising, revisão de mix e chegando ao gerenciamento por categorias, muito pode ser feito para entender melhor o cliente e tirar o máximo deste conhecimento. Mas atenção! Criar e gerir pontos quentes requer conhecer no detalhe o seu cliente e a sua loja, pois você terá que igualmente gerir os "pontos frios", de menor circulação de pessoas para equilibrar venda, margem e ticket-médio.

Eduardo Pizzetti } Consultoria Estratégica
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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Compra coletiva x Valorização de marca

O surgimento dos sites de compra coletiva é incontestavelmente um sucesso, tanto para o consumidor que consegue adquirir produtos e serviços diversos por um preço consideravelmente atrativo, quanto para a empresa, que, embora reduzindo sua margem de lucro, consegue em um curto período de tempo um grande volume de vendas. No entanto, há um grande vilão que assombra de forma silenciosa e vagarosamente as empresas: a desvalorização da marca.

Ao mesmo tempo em que proporciona essa explosão de vendas, a empresa perde a valorização de sua marca desvalorizando seus produtos ou serviços, mostrando ao consumidor que o preço até então praticado, estava muito além do que poderiam praticar, ou seja, dificilmente esse grande volume de consumidores que compraram via compra coletiva, voltarão a adquirir os produtos ou serviços da empresa fora desse padrão de compra. A empresa ganha por um lado, mas perde muito por outro, pois além de desvalorizar sua marca perante aos que compraram, acabou de certa forma se desvalorizando a todos os que tiveram acesso ao anúncio da oferta.

Quem mais tem a ganhar com isso tudo é o consumidor, pois a medida que as empresas vão participando das compras coletivas, o mercado em si sofre mudanças, pois ainda é grande no mercado empresas que brigam por preço, tendenciando então em reduções, proporcionando preços mais acessíveis em diversas segmentações de mercado.

Mas se sua empresa preza por sua valorização, e está no mercado para vender atributos que não sejam embasados somente em preço, fuja da compra coletiva, ou será apenas mais uma marca entre tantas outras.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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terça-feira, 1 de março de 2011

A importância da marca

Vivemos uma época de mudanças constantes e cada vez mais rápidas. Fusões, aquisições e falências de empresas acontecem da noite para o dia, transparecendo que tudo o que parece sólido e certo hoje pode "virar pó" amanhã (expressão esta muito utilizada no mercado financeiro por quem opera opções e vê seu patrimônio investido ruir em pouquíssimo tempo).

No meio de tudo isso, o que sobra? Pesquisas como a da consultoria inglesa Brand Finance demonstram que o valor da marca de gigantes como Coca-Cola e Microsoft valem bilhões de dólares e que, em muitos casos, superam o valor da própria empresa. Daí aparece a importância de ter profissionais focados em manter a marca de uma empresa sempre "saudável". Os designers sabem (ou deveriam saber) que a primeira forma de percepção da marca é através do logotipo da empresa. Ele é responsável por transmitir graficamente os valores, a qualidade dos produtos/serviços e o compromisso da empresa com os seus clientes.

Já a empresa deve ter preocupação redobrada com a sua imagem corporativa. Neste sentido, deve assumir posturas distintas, de acordo com o seu público. Por exemplo, se o seu objetivo é vender produtos e serviços tipicamente brasileiros, deve pensar em uma marca e logotipo que remetam a esta característica. Para alcançá-los, é importante contratar um profissional qualificado.

Já tenho uma empresa estabelecida e acho o meu logotipo inadequado. O que devo fazer?

O redesign do logotipo aparece como uma iniciativa interessante e cada vez mais utilizada por agências de publicidade e escritórios de design, com a intenção de renovar a imagem da empresa. Porém, esta pode ser uma iniciativa perigosa, caso não seja utilizada com critérios. Cada situação deve ser avaliada individualmente.

Antes de propor um possível redesign, o profissional responsável deve perceber se existem outras ações que possam ser tomadas, para resolver o problema de comunicação da empresa. Junto com o empresário, ele deve refletir sobre quais são os valores que a empresa quer transmitir através do logotipo e, com uma pesquisa de opinião junto aos clientes e fornecedores, verificar se estes valores estão sendo percebidos da forma esperada. Caso o resultado não seja satisfatório, daí sim deve-se pensar na mudança.

Porém, existem outras ocasiões nas quais é necessário o redesign do logotipo. Recentemente, a Companhia Vale do Rio Doce, com o objetivo de consolidar o seu posicionamento como uma empresa de mineração global e desvincular a sua imagem da antiga empresa estatal, adotou um novo logotipo e passou a usar somente o nome VALE. O investimento estimado para o desenvolvimento do projeto e criação de campanhas publicitárias para apresentar a nova identidade visual foi de US$ 59 milhões.


Este é um caso que exemplifica uma mudança que se mostrou necessária, de acordo com um novo rumo almejado pela empresa.

Concluindo, a dica é ficar sempre atento e, na hora que achar necessária uma mudança da imagem corporativa, procurar um profissional que consiga realizá-la com competência e foco em resultados. O resultado, com certeza, aparecerá com o aumento de faturamento, a satisfação dos clientes e a consolidação da marca da empresa no ramo onde ela atua.


 Fonte: Carlos Henrique Müller


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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Não basta uma boa marca. É preciso saber utilizá-la

Quando avaliamos a forma e a utilização das marcas pelas empresas, independente do segmento ou do porte, podemos notar uma verdadeira proliferação no uso indevido da imagem pelas companhias. No entanto, a marca deve ser vista como expressão de valor e, desta forma, antes de aplicá-la desordenadamente, é preciso avaliar onde, quando e porque devemos expor o principal símbolo da companhia.

Na maioria dos casos, o que vemos é o uso da marca como expressão de posse, ou seja, como um registro de propriedade. As companhias aplicam a marca para reforçar que aquele material, ou equipamento, pertence a ela. Porém, o objetivo da exposição não deve ser demarcar território, mas sim contribuir para a valorização da marca e da empresa. Quando utilizada indiscriminadamente, a exposição, ao invés de criar valor, gera um resultado contrário e conduz à sua banalização.

De modo geral, há alguns conceitos que devem ser claros para uma boa gestão de marca.  O primeiro, e o mais importante, é não utilizar a marca como carimbo. Não podemos automatizar o uso da marca, aplicando-a em tudo que vemos pela frente.

É necessário sempre questionar a razão pela qual a marca deve ser aplicada nos materiais. Casos de materiais degradáveis ou sujeitos à depreciação, por exemplo, capachos, lixeiras, guardanapos etc. Nós queremos ver nossa marca pisada, suja, deteriorada? Quando a aplicação for por uma questão fiscal ou jurídica, o recomendável é utilizar apenas a razão social.

Assim, podemos elencar alguns locais onde não devemos incluir a marca: placas de trânsito ou de segurança, sinalização de serviços, paredes de instalações industriais, caixas d’água, chaminés, etiquetas de patrimônio (como as incluídas em computadores e mobiliário, por exemplo), equipamentos diversos genéricos, que não tem relação com a atividade da empresa etc.

Considerando o objetivo de sempre agregar valor, a marca deve ser utilizada em locais que demonstre esta valorização. De modo geral, ela deve estar no nosso peito e na nossa mente, assim, a aplicação em uniformes e capacetes é recomendada. Também devemos expor a nossa marca para aqueles que chegam à companhia, o que significa sempre incluí-la nas portarias, recepções, identificação de prédios, setores ou áreas específicas. Se há a necessidade de dialogar com consumidores ou clientes, as mensagens também devem ser assinadas com a marca para reforçar a credibilidade necessária.

Marca não é registro de propriedade. Marca é expressão de valor.

Fonte: Portal HSM
www.hsm.com.br

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Renovar é necessário


Com a globalização, os avanços tecnológicos e a informação chegando cada vez mais fácil e mais longe, o mercado e a concorrência virou um verdadeiro campo de batalha, o que determina a vitória ou a derrota das empresas é o fortalecimento que a marca em questão possui no mercado, e seu poder de conquista do público alvo.

Na imensidão de marcas existentes no mundo, poucas realmente conseguem se destacar e se tornar referência. Porem as que conseguem tal proeza, tem algo em comum, ou seja, obtiveram grande competência na criação da marca, e desenvolveram um bom processo de gestão que possa garantir sobrevida por longo tempo. (Rogério Novaes)

Exitem diversas marcas que durante décadas mantiveram usa identidade visual completamente intactas, porém, devido a crescente concorrência, o que forçou a novas estratégias de posicionamento de mercado, optaram pela renovação, da mesma forma que o mercado e os consumidores se renovam. Formas e traços com design mais atual, na busca de conquista de forma mais ampla a percepção desse novo mercado, desses novos consumidores, hoje, muito mais exigente devido a vsta gama de opções existentes.

Cuide de sua marca da mesma forma com que cuida de seu corpo. A saúde de seus negócios passa pela aprovação e aceitação da marca pelo consumidor. O valor que a marca agrega, o desejo que ela desperta e a satisfação que gera ao ser adquirido, é fundamental para a sua sobrevivência.

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