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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Marketing Pessoal: você sabe praticar o seu?

Os profissionais, seja em que carreira for, estão cada vez mais buscando a capacitação técnica. Muitos deles estão no mesmo nível. Então, o que pode diferenciá-los?
Marketing pode ser definido como o conjunto de ferramentas que uma empresa usa para fazer com que seus produtos e serviços sejam conhecidos, desejados e comprados. Podemos considerar o mesmo conceito para o Marketing Pessoal, substituindo a empresa pelo profissional, que aplicará o marketing em benefício próprio.

Mas antes de fazer o seu marketing pessoal, em primeiro lugar você deve se fazer algumas perguntas: o que o move? O que o faz levantar todos os dias para trabalhar?
Investir no autoconhecimento e na descoberta das suas habilidades é o melhor caminho para potencializá-las.

Profissionais que se sentem realizados no trabalho conseguem transmitir entusiasmo e alegria ao seu redor. Os que encontram um motivo pessoal no trabalho são 5 vezes mais satisfeitos do que os que vão ao escritório apenas pensando em receber o salário no final do mês. 84% dos profissionais com atitudes comportamentais desenvolvidas estão satisfeitos com sua carreira.

Segundo Max Gehringer, os 10 mandamentos do marketing pessoal são:

   1. Liderança
   2. Confiança
   3. Visão
   4. Espírito de Equipe
   5. Maturidade
   6. Integridade
   7. Visibilidade
   8. Empatia
   9. Otimismo
  10. Paciência

Já conseguiu listar quais desses mandamentos você pratica?

via O melhor do Marketing

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
pizzetti@gmail.com • 48 9661.3910

Curta: www.facebook.com/pizzetticonsultoria

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Não basta uma boa marca. É preciso saber utilizá-la

Quando avaliamos a forma e a utilização das marcas pelas empresas, independente do segmento ou do porte, podemos notar uma verdadeira proliferação no uso indevido da imagem pelas companhias. No entanto, a marca deve ser vista como expressão de valor e, desta forma, antes de aplicá-la desordenadamente, é preciso avaliar onde, quando e porque devemos expor o principal símbolo da companhia.

Na maioria dos casos, o que vemos é o uso da marca como expressão de posse, ou seja, como um registro de propriedade. As companhias aplicam a marca para reforçar que aquele material, ou equipamento, pertence a ela. Porém, o objetivo da exposição não deve ser demarcar território, mas sim contribuir para a valorização da marca e da empresa. Quando utilizada indiscriminadamente, a exposição, ao invés de criar valor, gera um resultado contrário e conduz à sua banalização.

De modo geral, há alguns conceitos que devem ser claros para uma boa gestão de marca.  O primeiro, e o mais importante, é não utilizar a marca como carimbo. Não podemos automatizar o uso da marca, aplicando-a em tudo que vemos pela frente.

É necessário sempre questionar a razão pela qual a marca deve ser aplicada nos materiais. Casos de materiais degradáveis ou sujeitos à depreciação, por exemplo, capachos, lixeiras, guardanapos etc. Nós queremos ver nossa marca pisada, suja, deteriorada? Quando a aplicação for por uma questão fiscal ou jurídica, o recomendável é utilizar apenas a razão social.

Assim, podemos elencar alguns locais onde não devemos incluir a marca: placas de trânsito ou de segurança, sinalização de serviços, paredes de instalações industriais, caixas d’água, chaminés, etiquetas de patrimônio (como as incluídas em computadores e mobiliário, por exemplo), equipamentos diversos genéricos, que não tem relação com a atividade da empresa etc.

Considerando o objetivo de sempre agregar valor, a marca deve ser utilizada em locais que demonstre esta valorização. De modo geral, ela deve estar no nosso peito e na nossa mente, assim, a aplicação em uniformes e capacetes é recomendada. Também devemos expor a nossa marca para aqueles que chegam à companhia, o que significa sempre incluí-la nas portarias, recepções, identificação de prédios, setores ou áreas específicas. Se há a necessidade de dialogar com consumidores ou clientes, as mensagens também devem ser assinadas com a marca para reforçar a credibilidade necessária.

Marca não é registro de propriedade. Marca é expressão de valor.

Fonte: Portal HSM
www.hsm.com.br

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

10 dicas práticas de marketing

Fazer marketing é necessário (já sabemos disso). Como fazê-lo? Em primeiro lugar, nunca encare marketing como uma despesa ou custo para empresa, é investimento. Fazer marketing deve ser rotina, e usando a criatividade, o investimento não é alto. Você não precisa ser graduado, mestre ou doutor em marketing para fazê-lo bem feito.
Abaixo, colocarei 10 dicas de marketing,  caso nas as utilize, adote-as e me analise o resultado daqui a três meses.

1- Não veja marketing como departamento. Todos na empresa devem ser marketeiros, do porteiro ao presidente. Entenda que se faz marketing a todo momento e não somente em quatro paredes. O bordão, “vestir a camisa da empresa” deve ser levado a sério, inclusive quando você sai de fim de semana para fazer uma corridinha no parque.

2- Dois meses, este é o período máximo que seu cliente pode ficar sem ouvir falar de você. Lembre-se que seu cliente está muito ocupado para se preocupar com você. Não deixe de lembrá-lo que você existe, do contrário quando precisar, ele vai procurar outro fornecedor.

3- Sem exageros. Dose suas mensagens de marketing. Não deixar que seu cliente se esqueça de você não significa bombardeá-lo com mala direta, e-mail marketing, cartões, etc todos os dias, isso pode gerar antipatia.

4- Persistir sempre. Não desanime caso uma iniciativa não deu o resultado esperado da primeira vez. Persista, muitas vezes uma iniciativa de marketing não dá resultados na primeira vez, por isso não jogue a toalha, tente novamente, faça modificações. Correções às vezes se fazem necessárias.

5- Alimente sua carteira de clientes em potencial. Um cliente em potencial é aquele que se tornará SEU cliente e depois um cliente fiel. Procure manter os três tipos de cliente em sua carteira.

6- Reserve tempo para marketing. Marketing não é uma atividade que se faz de vez em quando. Se faz todos os dias, a toda hora. Reserve pelo menos meia hora do seu dia para analisar tudo o que foi ou será feito. A recepcionista está atendendo adequadamente o telefone? O porteiro foi gentil o suficiente com a pessoa que o abordou na entrada?

7- Em época de crise se faz mais marketing. Não existe tempo ruim para o marketing. Marketing se faz a toda hora.

8- Cuide do seu melhor vendedor. Quem é o seu melhor vendedor? Aquele que superou a meta este mês? ERRADO !!!! Seu melhor vendedor é o seu CLIENTE. Lembre-se que o cliente em potencial que lhe procura, indicado por um CLIENTE SATISFEITO, é venda certa. Cuide de seus clientes, se não outro cuidará.

9- Cuide da sua imagem. Lembre-se: Você terá somente UMA oportunidade para causar a PRIMEIRA IMPRESSÃO, e é a que ficará. Seu cartão de visita foi impresso em sua nova impressora jato de tinta em papel serrilhado, comprado na Kalunga? DESISTA !!!! Seu cliente saberá disso! Cuide da imagem dos seus cartões de visita, dos seus folders, do seu site, da decoração da recepção, da roupa de seus funcionários e de sua própria aparência. Você não terá uma segunda chance para causar a primeira boa impressão.

10- Agradeça. Quando digo para agradecer não é dizer um simples “muito obrigado” quando se despede de seu cliente. É mandar um cartão de aniversário e agradecê-lo por ser seu cliente, é enviar um postal no Natal, na Páscoa e em qualquer outra data importante, é enviar-lhe um vale desconto sem qualquer data especial, uma carta de agradecimento por haver lhe indicado para outros clientes.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
pizzetti@gmail.com • 48 9661.3910

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