Mostrando postagens com marcador eduardo pizzetti. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador eduardo pizzetti. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Quem trabalha demais, não tem tempo para ganhar dinheiro

Está aí uma frase que o típico “brasileiro da gema” adora ouvir. É como música para os ouvidos. E de fato, esta frase tem um tom de verdade, mas precisamos analisar de modo mais específico, pois não basta jogar tudo para o ar e esperar o dinheiro entrar na conta!


Algo comum que ocorre na gestão (ou falta dela) de pequenas e médias empresas é o fato de que na maior parte das vezes o proprietário abraça todo o negócio: bate o escanteio, corre para cabecear e ainda tenta defender. O problema é que este modelo de trabalho proporciona uma falsa sensação de agilizar o trabalho, quando na verdade faz com que as coisas fiquem na medida do “mais ou menos”. E isso quando o empresário é ESPECIALISTA em gestão estratégica!

Em uma empresa, seja ela pequena, média ou grande, é essencial que haja um modelo de gestão e operação, definindo os níveis operacionais, gerenciais e estratégicos, onde cada um exerça suas atividades com maior foco, proporcionando o aumento da produtividade .

O proprietário precisa entender que, na maioria das vezes, seu papel não é no chão de fábrica, não é na produção, não é resolvendo detalhes pequenos da empresa, mas sim delegando papeis, e na ausência de gerências, gerenciar as atividades de sua equipe.

Ainda há algumas dúvidas acerca do meu trabalho, afinal, o papel do Consultor Estratégico não é bem difundido no mercado, e ocasionalmente existe uma ideia errada do trabalho que é realizado.

Meu papel é basicamente atuar junto à diretoria, gerencia ou proprietários da empresa, desempenhando um papel de nível estratégico, analisando a empresa, seu mercado e o ramo de atividade, identificando possíveis fragilidades internas para aplicar as devidas correções e descobrir suas potencialidades para que possa proporcionar o crescimento comercial da empresa, gerando maior lucratividade. Este trabalho é desenvolvido com a aplicação do Planejamento Estratégico Comercial, onde fará com que o empresário tenha mais tempo para ganhar dinheiro!

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
pizzetti@gmail.com • 48 9661.3910

Curta: www.facebook.com/pizzetticonsultoria

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Vamos brindar?






















Proponho fazermos um brinde ao ano que passou: Um brinde aos desafios vencidos, às metas alcançadas, aos obstáculos no caminho, mesmo aqueles que nos fizeram tropeçar, pois as pedras também ajudam a fortalecer nossos pés para a vasta caminhada da vida. Um brinde também aos momentos felizes, aqueles em que os sorrisos são fartos, mas um brinde maior às decepções, que nos ensinam a sorrir ainda mais alto quando elas se vão.

Um brinde pela conquista da casa própria, ou da aquisição do carro novo, ou então de conseguir um emprego melhor, enfim, um brinde para todas as conquistas durante este ano, sejam elas materiais ou não.
Um brinde especial pelas novas grandes amizades, pelo amor, pela família, por todo bom relacionamento mantido ou conquistado. E um brinde ainda maior por ser uma pessoa de bem, e principalmente por fazer o bem.
Muitas destas conquistas são planejadas, outras, é pura e simplesmente por acaso, mas sempre devemos agradecer por elas.

Meu planejamento para 2014 já está pronto, tanto para as questões pessoais quanto profissionais. E você, já planejou o que quer alcançar neste próximo ano?

Desejo a todos que o próximo ano seja ainda melhor, e espero de coração poder fazer parte do seu sucesso.
Um grande abraço!

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
pizzetti@gmail.com • 48 9661.3910


Curta: www.facebook.com/pizzetticonsultoria

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Como tornar uma marca conhecida


Tornar uma marca conhecida envolve o emprego combinado das ferramentas do marketing. Essas ferramentas incluem a propaganda, a publicidade, o endomarketing, a identidade corporativa e visual, as promoções e merchandising, as ações de responsabilidade social e o relacionamento com a imprensa.
Seguem algumas ações importantes na construção de uma marca forte e duradoura.

Persistência
Marcas fortes e conhecidas são o resultado de um processo demorado que exige persistência. Isso significa resistir a modismos, acreditar nos benefícios do produto e na importância decisiva de comunicar essas vantagens ao público-alvo.

Posicionamento
Para fazer uma marca forte e conhecida deve-se começar pela clara definição do segmento que a empresa pretende trabalhar. É fundamental saber o posicionamento exato da empresa e do produto no mercado.

Valor
A marca deve ter relação de valor com o mercado e trazer a ideia dos benefícios que o cliente ganha quando compra seu produto.

Integridade
Para se firmar na memória do cliente, a marca precisa de integridade. Toda promessa de desempenho e satisfação resumida na marca precisa ser cumprida. Assim, a recomendação básica é que, antes de pensar em fortalecer a marca, é primordial fortalecer o produto: desempenho, preço, design, potência, segurança, conforto operacional, sabor, cor, aroma, peso, embalagem, etc.
Marca e produto precisam estar em perfeita harmonia, fortalecendo-se reciprocamente no mercado.

Nome
O nome deve ser bem pensado, analisado, pois a escolha de um bom nome é essencial para a fixação da marca.

Qualidade
Uma exigência do mercado. Essa é uma condição absoluta, a empresa precisa manter a qualidade do produto. Quando a marca promete mais do que o produto pode cumprir, ambos perdem.

Realimentação/Publicidade
A ligação do cliente com a marca precisa ser alimentada de forma sistemática por meio de divulgação permanente.

Monitoração
O mercado é extremamente dinâmico, com mudanças rápidas no comportamento dos clientes. Por isso, as reações do cliente em relação à marca e aos produtos precisam ser analisadas de forma sistemática em períodos regulares.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
pizzetti@gmail.com • 48 9661.3910


Curta: www.facebook.com/pizzetticonsultoria

quarta-feira, 4 de julho de 2012

A Diferença entre Preço e Valor


O escritor irlandês Oscar Wilde escreveu: "Vivemos em uma época onde sabemos o preço de tudo e o valor de nada!"
Sua afirmativa não poderia ser mais atual, especialmente para profissionais ligados a vendas.  Preço e valor são conceitos muito diferentes!


Em linguagem coloquial, dizemos que preço é o que se paga e valor o que se leva. Esta definição já dá pistas de que os compradores estão mesmo em busca de valor e que o preço seria, em alguma proporção, o esforço monetário despendido para se obter aquele valor.
Quando buscamos adquirir alguma coisa para satisfazer uma necessidade, fazemos vários tipos de esforços, entre eles, investimos tempo e dinheiro.  A soma dos esforços que despendemos para obter o que buscamos representam o preço que pagamos para obter o que queremos, enquanto a soma dos benefícios que recebemos ao obter o que buscamos representa o valor!

É muito importante observar que o preço não é composto apenas pelo dinheiro que investimos. Por exemplo, se gastamos muito tempo para obter alguma coisa, perceba que estamos pagando um "preço" mais alto para obtê-la, afinal investimos mais tempo do que queríamos. O que importa é a soma dos esforços.  Considere a seguinte relação quando quiser compreender a interação entre preço e valor:

Valor = Percepção de Benefícios/(Preço + Expectativas)
Observe que dois bens podem ser vendidos pelo mesmo preço, mas possuírem valores diferentes e, também podem possuir o mesmo valor e serem vendidos por preços diferentes.  Por exemplo: Duas casas podem ser avaliadas, por critérios técnicos, pelo mesmo preço de venda, mas podem apresentar valores completamente diferentes na percepção de quem vai comprá-las, em função das expectativas de cada comprador. Seguindo o mesmo raciocínio, um comprador pode atribuir o mesmo valor a bens oferecidos a preços muito diferentes.

Assim, relativamente, quanto menores forem os esforços (energia, tempo, dinheiro, etc) e maiores forem os benefícios percebidos na satisfação de nossas necessidades, maior será o valor que vamos atribuir a um determinado bem (produto ou serviço).
Afinal, o que importa, quando tratamos de valor, é o valor percebido por quem adquire o produto ou serviço.

Quando um cliente diz "é caro", ele está tendo a percepção de que o produto ou serviço custa mais do que vale.
Quando um cliente diz "é barato", está tendo a percepção de que o produto ou serviço vale mais do que custa.
Quando o cliente diz "o preço é justo", ele tem a percepção de que o produto ou serviço vale exatamente o que custa.
NÃO PERCA AS PRÓXIMAS POSTAGENS
Cadastre-se e receba nosso conteúdo VIP 100% gratuito.

Volto a lembrar que estes esforços não são somente monetários. Eu pago mais por um serviço de urgência porque ele diminui o "custo" da espera, aumentando o benefício da agilidade...  As grandes questões sobre preço e valor são questões de marketing e envolvem o universo das percepções!  Quando julgamos algo como caro ou barato, isso é fruto da nossa percepção dos benefícios recebidos na aquisição.

Portanto, valor de mercado é a estimativa geral do valor de um bem de acordo com a média das percepções de um determinado segmento de mercado e, preço de mercado é o preço médio pelo qual se estima vender este produto ou serviço neste mesmo segmento.  O segredo para não ficarmos reféns dos preços é realizar um excelente trabalho de gestão de valor, ou seja, ressignificar e ampliar a percepção de valor de nossos produtos e serviços na mente de nossos clientes.

Quando pedimos que alguém agregue valor estamos pedindo que torne as coisas especiais, ou seja, trabalhe a percepção do cliente para valorizar mais a oferta, a utilização de nossos produtos e serviços. Agregar valor é fazer com que as coisas sejam percebidas como especiais, apresentando benefícios muito acima do preço (esforço) necessário para adquiri-las.  As melhores empresas e melhores vendedores sempre agregam mais valor que a concorrência; justamente por isso conseguem sustentar preços mais elevados e margens de lucro mais significativas!

Os melhores profissionais de vendas trabalham em cima da percepção de valor de seus clientes, não ficam reféns do preço. Estes são os melhores profissionais de vendas da era atual: os consultores de negócios.  Em todas as áreas da vida sempre serão reconhecidos aqueles que conseguem evidenciar e agregar valor. Estas pessoas preenchem a vida e as relações de significado e conduzem seus interlocutores a perceberem os aspectos mais significativos de cada interação, aquisição e/ou relacionamento.

Agregue mais valor, afinal, a vida e os negócios, quando cheios de significado, não possuem preço.

Eduardo Pizzetti } Consultoria Estratégica
contato@pizzetticonsultoria.com.br | 48 9661.3910
www.pizzetticonsultoria.com.br

Curta: www.facebook.com/pizzetticonsultoria

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A importância do marketing de varejo

O marketing de varejo, em síntese, são todos os esforços estratégicos e de comunicação no intuito de atingir o consumidor final, onde, por ser o mais dinâmico setor da economia, requer um cuidado especial e se faz necessário uma adequação de cada ponto de venda com o público onde o negócio estiver atendendo, não existindo um modelo universal de estratégia que servirá para todos.

Para uma boa estratégia de marketing de varejo, é imprescindível que o empresário conheça seu negócio: Sua loja vende produtos de necessidade ou desejo, de onde são as pessoas que compram seus produtos, qual sua idade média, a qual classe social pertencem, com qual frequência costumam comprar, qual o ticket médio? A partir do momento em que identificamos estes atributos, se tornam mais claras e assertivas as definições de qual linha de comunicação deveremos trabalhar para atingir de forma direta e impactante o público alvo do negócio.

Atualmente além da propaganda, existe uma vasta gama de ferramentas de comunicação que podem ser trabalhadas para atrair os olhares e ativar a percepção dos consumidores, onde, para o setor varejista, o ideal é trabalhar intensamente o seu ponto de venda, investindo no merchandising, que nada mais é do que o marketing trabalhado dentro do ponto de venda.

As ferramentas são variadas: Displays, banners, totens, vitrine, tv interna e até mesmo o próprio layout do local se torna uma ferramenta de marketing, pois o lojista pode traçar o caminho que seu cliente fará dentro da loja, direcionando-o para locais estratégicos como área de produtos em lançamentos, promoções, enfim, para onde quiser, que em conjunto com a sinalização interna, como banners, displays e afins, contribuem para impulsionar e estimular o cliente ao consumo.

Mas para que o cliente entre na loja e sinta todo o poder do merchandising , é preciso inicialmente despertar sua vontade de entrar no local. E então entra em cena a principal ferramenta do ponto de venda, a vitrine.
Seu aspecto visual vai definir a primeira impressão. É o convite para entrar na loja. Se levarmos em consideração que 80% ou mais das vendas estão vinculadas à vitrine, ela deve estar sempre atualizada, limpa e visualmente atraente, e principalmente ter uma agenda seguindo o calendário de varejo e suas datas comemorativas.

Mas vale lembrar, toda a comunicação da loja deve estar integrada, não basta uma linda vitrine com o salão de vendas pouco trabalhado, e vice-versa. O ideal é que ambas estejam sendo trabalhadas, e principalmente seguindo a mesma linguagem e a mesma linha de comunicação.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
pizzetti@gmail.com • 48 9661.3910

Curta: www.facebook.com/pizzetticonsultoria

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Não basta uma boa marca. É preciso saber utilizá-la

Quando avaliamos a forma e a utilização das marcas pelas empresas, independente do segmento ou do porte, podemos notar uma verdadeira proliferação no uso indevido da imagem pelas companhias. No entanto, a marca deve ser vista como expressão de valor e, desta forma, antes de aplicá-la desordenadamente, é preciso avaliar onde, quando e porque devemos expor o principal símbolo da companhia.

Na maioria dos casos, o que vemos é o uso da marca como expressão de posse, ou seja, como um registro de propriedade. As companhias aplicam a marca para reforçar que aquele material, ou equipamento, pertence a ela. Porém, o objetivo da exposição não deve ser demarcar território, mas sim contribuir para a valorização da marca e da empresa. Quando utilizada indiscriminadamente, a exposição, ao invés de criar valor, gera um resultado contrário e conduz à sua banalização.

De modo geral, há alguns conceitos que devem ser claros para uma boa gestão de marca.  O primeiro, e o mais importante, é não utilizar a marca como carimbo. Não podemos automatizar o uso da marca, aplicando-a em tudo que vemos pela frente.

É necessário sempre questionar a razão pela qual a marca deve ser aplicada nos materiais. Casos de materiais degradáveis ou sujeitos à depreciação, por exemplo, capachos, lixeiras, guardanapos etc. Nós queremos ver nossa marca pisada, suja, deteriorada? Quando a aplicação for por uma questão fiscal ou jurídica, o recomendável é utilizar apenas a razão social.

Assim, podemos elencar alguns locais onde não devemos incluir a marca: placas de trânsito ou de segurança, sinalização de serviços, paredes de instalações industriais, caixas d’água, chaminés, etiquetas de patrimônio (como as incluídas em computadores e mobiliário, por exemplo), equipamentos diversos genéricos, que não tem relação com a atividade da empresa etc.

Considerando o objetivo de sempre agregar valor, a marca deve ser utilizada em locais que demonstre esta valorização. De modo geral, ela deve estar no nosso peito e na nossa mente, assim, a aplicação em uniformes e capacetes é recomendada. Também devemos expor a nossa marca para aqueles que chegam à companhia, o que significa sempre incluí-la nas portarias, recepções, identificação de prédios, setores ou áreas específicas. Se há a necessidade de dialogar com consumidores ou clientes, as mensagens também devem ser assinadas com a marca para reforçar a credibilidade necessária.

Marca não é registro de propriedade. Marca é expressão de valor.

Fonte: Portal HSM
www.hsm.com.br

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Porque investir em mídias sociais?

Se você, empresário, me perguntasse: Porque minha empresa deve investir em mídias sociais?
Eu responderia: “Porque sua empresa depende das pessoas para prosperar?
Afinal, as empresas sobrevivem porque existem as pessoas para consumir seus produtos ou usufruir de seus serviços, pessoas que a cada ano que passa, tanto quanto os avanços tecnológicos e o constante aumento do número de produtos e serviços no mercado, as pessoas também evoluíram, principalmente no sentido de consumidor. E junto com este crescimento, e o surgimento de inúmeras empresas, produtos e serviços de diferentes segmentos, as exigências e expectativas dos consumidores aumentaram, e muito.
O consumidor de hoje, procura mais do que nunca em uma marca, além da qualidade, a segurança de estar fazendo um bom negócio, e para isso, simplesmente ter o melhor produto não é o suficiente. É preciso que o consumidor saiba deste aspectos, e que principalmente, entenda-os por si só.
Uma empresa que fala de forma estreita e sincera com seus clientes conquista a sua confiança com mais eficiência, mas para que isso seja realizado de forma concisa, antes de tudo, a empresa precisa conhecer quem é o seu cliente, como ele se comporta, quais seus costumes e preferências. É aí que se encaixam as redes sociais.

Podemos citar como um exemplo rápido, o Orkut, onde através dele é possível identificar pessoas que gostam de um determinado produto ou serviço, que freqüentam o mesmo lugar nos finais de semana, ou que consomem a mesma marca de bebida, ou seja, com base na tendência das pessoas de juntar-se a outras que possuem os mesmos gostos ou interesses em comum, torna-se mais fácil para uma empresa aproveitar deste fato, podendo assim identificar com precisão onde estão os seus clientes, e conhecendo-o melhor. Desta forma, a praticidade e facilidade de interação com os mesmos, se tornam mais fáceis, identificando suas necessidades, resolvendo os seus problemas, ou seja, passando a criar não apenas um vínculo comercial, mas sim, a fazer parte do seu cotidiano e principalmente de sua rede de amigos, construindo laços mais intensos. Sem mencionar o fato de que a marca da empresa passará a ter uma visibilidade mais expansiva.

Outro grande fator que impulsiona o uso das redes sociais no meio corporativo se dá ao fato de que através delas, a empresa passa a ter mais um canal de comunicação, tanto com os clientes, possíveis clientes, mas também com a mídia, tornando-se uma fonte aberta de informação, dando “cara” à empresa e principalmente possibilitando a interação com o público em geral.

Está gostando do artigo, você pode lê-lo na íntegra, clicando aqui.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
pizzetti@gmail.com • 48 9661.3910

Curta: www.facebook.com/pizzetticonsultoria

terça-feira, 30 de novembro de 2010

O que seus clientes desejam?

Você já parou para fazer a seguinte reflexão: “Porque os meus clientes compram de minha empresa.”?
O seu preço é bom, seu atendimento é diferenciado, possui formas facilitadas de pagamento, ou você trabalha com marcas de qualidade?

A empresa deve antes de tudo, até mesmo do cliente final, ser percebida por quem faz parte dela e principalmente por seus proprietários, pois somente a partir da percepção do que realmente a empresa é, de seus atributos, qualidades e deficiências, é que poderá ser trabalhado um nível superior de melhorias, direcionamento e posicionamento de mercado.
O seu cliente está satisfeito com o nível de atendimento oferecido? Com sua variedade de produtos em seu mix? Com os prazos e formas de pagamentos?
Saber exatamente porque o cliente compra de sua empresa, e não da concorrência, é estar um passo a frente, e principalmente, estar com o território reconhecido.

Vamos a um exemplo prático: Suponhamos que em sua cidade, abra uma nova loja do mesmo segmento, e você percebe que sua carteira de clientes diminuiu. A primeira ação de administradores, gerentes e marketeiros despreparados, seria abaixar seus preços. No entanto, embora com preços reduzidos, você percebeu que sua carteira de cliente não aumentou o suficiente. E agora?
Os despreparados pensariam: “Vamos fazer alguns (torra-torra) de produtos parados, e investir mais em publicidade para divulgar estas promoções”.
Opaaa, bom sinal! A loja ficou cheia, vendemos bastante. Mas no final do mês você percebe que somando a receita adquirida, menos o investimento realizado para a divulgação, o lucro líquido não foi tão bom assim.

Então você percebe que falta alguma coisa, e chama o Eduardo Pizzetti (risos) para assessorá-lo e ver “onde estamos errando”.
A primeira medida a ser tomada, é descobrir juntos aos clientes atuais, porque eles compram de nós, e não da nova concorrente. Com base nestas informações, será possível trabalhar de forma ordenada e direcionada, evitando investimentos furados devido ao não direcionamento das ações. Assim, todas as estratégias serão focadas no que realmente seu público alvo espera de sua empresa.
A segunda análise seria ao invés de tentar buscar os clientes que o trocaram, que geralmente são clientes que buscam preço, e que não possuem a menor fidelidade com as empresas, seria trabalhado de forma mais intensa o marketing de relacionamento, fazendo com que os que já são clientes, comprem cada vez mais. Uma vez que está comprovado que conquistar um novo cliente sai mais caro do que manter aquele que já é,
Pronto! Agora sua empresa está mais focada e mais alinhada com seus clientes. Evitará o desperdício com investimentos mal direcionados e utilizará seus recursos focados nos anseios e desejos de seus clientes e seu público alvo.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
pizzetti@gmail.com • 48 9661.3910

Curta: www.facebook.com/pizzetticonsultoria

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

10 dicas práticas de marketing

Fazer marketing é necessário (já sabemos disso). Como fazê-lo? Em primeiro lugar, nunca encare marketing como uma despesa ou custo para empresa, é investimento. Fazer marketing deve ser rotina, e usando a criatividade, o investimento não é alto. Você não precisa ser graduado, mestre ou doutor em marketing para fazê-lo bem feito.
Abaixo, colocarei 10 dicas de marketing,  caso nas as utilize, adote-as e me analise o resultado daqui a três meses.

1- Não veja marketing como departamento. Todos na empresa devem ser marketeiros, do porteiro ao presidente. Entenda que se faz marketing a todo momento e não somente em quatro paredes. O bordão, “vestir a camisa da empresa” deve ser levado a sério, inclusive quando você sai de fim de semana para fazer uma corridinha no parque.

2- Dois meses, este é o período máximo que seu cliente pode ficar sem ouvir falar de você. Lembre-se que seu cliente está muito ocupado para se preocupar com você. Não deixe de lembrá-lo que você existe, do contrário quando precisar, ele vai procurar outro fornecedor.

3- Sem exageros. Dose suas mensagens de marketing. Não deixar que seu cliente se esqueça de você não significa bombardeá-lo com mala direta, e-mail marketing, cartões, etc todos os dias, isso pode gerar antipatia.

4- Persistir sempre. Não desanime caso uma iniciativa não deu o resultado esperado da primeira vez. Persista, muitas vezes uma iniciativa de marketing não dá resultados na primeira vez, por isso não jogue a toalha, tente novamente, faça modificações. Correções às vezes se fazem necessárias.

5- Alimente sua carteira de clientes em potencial. Um cliente em potencial é aquele que se tornará SEU cliente e depois um cliente fiel. Procure manter os três tipos de cliente em sua carteira.

6- Reserve tempo para marketing. Marketing não é uma atividade que se faz de vez em quando. Se faz todos os dias, a toda hora. Reserve pelo menos meia hora do seu dia para analisar tudo o que foi ou será feito. A recepcionista está atendendo adequadamente o telefone? O porteiro foi gentil o suficiente com a pessoa que o abordou na entrada?

7- Em época de crise se faz mais marketing. Não existe tempo ruim para o marketing. Marketing se faz a toda hora.

8- Cuide do seu melhor vendedor. Quem é o seu melhor vendedor? Aquele que superou a meta este mês? ERRADO !!!! Seu melhor vendedor é o seu CLIENTE. Lembre-se que o cliente em potencial que lhe procura, indicado por um CLIENTE SATISFEITO, é venda certa. Cuide de seus clientes, se não outro cuidará.

9- Cuide da sua imagem. Lembre-se: Você terá somente UMA oportunidade para causar a PRIMEIRA IMPRESSÃO, e é a que ficará. Seu cartão de visita foi impresso em sua nova impressora jato de tinta em papel serrilhado, comprado na Kalunga? DESISTA !!!! Seu cliente saberá disso! Cuide da imagem dos seus cartões de visita, dos seus folders, do seu site, da decoração da recepção, da roupa de seus funcionários e de sua própria aparência. Você não terá uma segunda chance para causar a primeira boa impressão.

10- Agradeça. Quando digo para agradecer não é dizer um simples “muito obrigado” quando se despede de seu cliente. É mandar um cartão de aniversário e agradecê-lo por ser seu cliente, é enviar um postal no Natal, na Páscoa e em qualquer outra data importante, é enviar-lhe um vale desconto sem qualquer data especial, uma carta de agradecimento por haver lhe indicado para outros clientes.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
pizzetti@gmail.com • 48 9661.3910

Curta: www.facebook.com/pizzetticonsultoria

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Marketing na moda









Para você que faz parte ou possui uma empresa no ramo da moda, responda as seguintes perguntas:
Como e por quem são definidas as estratégias de Marketing dentro da sua confecção?
Existe hoje na sua empresa, um departamento de marketing ou um profissional responsável pelas ações voltadas às estratégias de divulgação de suas coleções?
Você não está contente com os resultados, após um expressivo investimento?

Atualmente, cerca de 90 % das pequenas e médias confecções não possuem qualquer trabalho relacionado ao marketing, o que nos abre duas opções:
-Para os que pensam pequeno: Já que tudo isso não faz nenhum trabalho de marketing, não fará diferença se eu não fizer, assim sobra dinheiro para investir na empresa.
-Para os que pensam grande: Já que tudo isso não faz nenhum trabalho de marketing, vou aproveitar e começar a desenvolver um planejamento incluindo esta questão, assim farei parte dos 10%, garantindo uma imensa diferenciação, eliminando 90% da concorrencia; Concerteza este será um estopim para minha demanda aumentar, e assim poderei investir em um crescimento extremamente planejado e linear da empresa.

Entre os 90% que não investem em marketing, dois dos grandes motivos mais citados, pela qual o investimento não é realizado são:
- Falta de verba para a criação de uma equipe de marketing, contratação de uma agência ou assessoria.
- Centralização das decisões de divulgação e estratégias de marketing nas mãos dos seus proprietários.

A falta de verba, mesmo que um obstáculo de peso, não justifica o fato de não investir no setor, pois atualmente com as diversas opções de linhas de créditos oferecidos pelos bancos, não expandi quem não quer, ou quem está acomodado com sua situação atual.

Já a centralização das descições nas mãos dos proprietários, o que é comum entre as pequenas e médias, tráta-se de uma questão cultural, um obstáculo que precisa ser superado para a otimização dos processos, afinal, muitas obrigações concentradas em uma única ou poucas pessoas, além de exigir exageradamente mais do profissional, o impede de dar a devida atenção a cada serviço, eliminando consideravelmente as chances de boas tomadas de descições.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
pizzetti@gmail.com • 48 9661.3910

Curta: www.facebook.com/pizzetticonsultoria

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Suas vendas aumentaram?

Alguma vez aconteceu de você parar e se perguntar por que suas vendas não aumentaram da forma esperada, já que foi investido uma boa verba com aquela agência em publicidade e propaganda?
Ela criou um anúncio tão bonito para os principais jornais da sua cidade, fez um comercial tão bem produzido para a TV e mesmo assim suas vendas parecem não dar aquele resultado que você espera? Enfim, o retorno não está nem se igualando ao investimento.

Assim como você vende o seu produto, as agências de publicidade também vendem o delas, que é a publicidade, a propaganda, para o cliente. E nessa busca para fisgar o cliente, é realizada grandes apresentações que encantam por sua criatividade e produção, mas antes de mais nada o cliente deve se preocupar e ficar atento se a campanha que será realizada estará cumprindo o seu papel, que é vender, posicionar a marca e divulgar a empresa da maneira correta, identificando-se e falando da mesma forma que seu consumidor.

A propaganda nada mais é que uma ferramenta para o seu planejamento de marketing, por isso não deve ser vista como o elixir milagroso que alavancará suas vendas e sua empresa, diferente do que pensam muitos publicitários. Mas sim, a propaganda tem um dos mais importantes papéis no seu planejamento, e o seu principal foco é trazer resultados para a empresa, e não para quem a produziu.

A sua agência está presente em sua empresa e preocupa-se em conhecê-la melhor? Preocupa-se em pesquisar sobre o seu ramo de atividade? Preocupa-se em conhecer seus concorrentes, e em conhecer bem o que você faz e para quem você vende?
Se a resposta for não, esta na hora de você trocar imediatamente de agência ou todo o seu investimento nunca terá o retorno que você tanto espera!

Uma agência, em primeiro lugar deve conhecer o seu cliente e para quem ele vende, pois caso contrário, como ela poderá produzir uma campanha que trará resultado?
Para se criar uma campanha eficiente não é preciso ser o gênio da criatividade, é preciso acima de tudo estudo e pesquisas para encontrar o caminho correto dos bons resultados.
Um anúncio super produzido, mega criativo e inserido no maior jornal da sua cidade não quer dizer absolutamente nada! Antes de tudo é preciso ter foco, saber onde seu consumidor está, o que ele costuma ler e com qual frequência, pois desta forma você estará atirando no alvo, e não atirando às escuras anunciando em mídia errada, para o público errado!
É também muito comum encontrarmos anúncios muito bem desenhados, mas que não dizem nada, ao menos para o público da mídia onde está inserido. Ou ainda anúncios tão complexos que você não entende o que quer dizer ou que precisam de um dicionário para entendê-lo.

O mais importante é ter em mente que uma propaganda eficaz é aquela que, além de criativa, é clara, objetiva e direta, ou seja, que contenha um objetivo, alvo, planejamento de mídia e design.
Na teoria parece simples, mas o principal motivo de muitos pequenos e médios empresários darem “tiros nos pés” é justamente o total desconhecimento destas chaves básicas e na intenção de economizar alguns reais, decidem desenvolver eles próprios suas campanhas, pois acham que fazer uns desenhos, descrever as maravilhas do seu produto e mandar anunciar naquela revista do bairro é mais do que suficiente. Para que gastar com um profissional da propaganda ou marketing? Pior que isso, é contratar uma agência de propaganda que se preocupa única e exclusivamente com suas “obras de arte” e não fazem o mínimo esforço para o principal: Planejar para que a campanha traga resultados para o cliente.

Quando estiver assistindo à uma apresentação de uma agência, observe como consumidor e não como dono do produto. Seja sincero e se pergunte: O que é melhor, a propaganda ou o seu produto? A propaganda tem a cara de sua empresa? Ela representa bem o produto que você tanto ama? Ela expressa bem os desejos dos seus clientes, que você conquistou com muito custo? Lembre-se de uma coisa: A prioridade de uma agência de propaganda é vender o seu próprio produto - a propaganda, o anúncio, ou seja, a sua própria criação. Preocupe-se em saber se a agência está preocupada em tornar sua campanha, uma campanha vencedora para você e não somente para os prêmios de propaganda mais criativa.

Ao contratar uma agência de propaganda, deixe claro que em primeiro lugar vem sua empresa e suas metas, depois ela pode se preocupar com os prêmios que venha a ganhar com a sua criação.
Gostou desse artigo? Leia mais alguns clicando aqui!

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
pizzetti@gmail.com • 48 9661.3910

Curta: www.facebook.com/pizzetticonsultoria