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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Fashion Marketing - A construção de conceito como fator principal para a marca

Atualmente existem centenas de marcas disputando o mesmo espaço no mercado e o mesmo consumidor. E nessa batalha mercadológica, o que definirá os vencedores será o potencial de percepção obtida pela marca por parte dos consumidores, e o potencial de aceitação por parte do mercado.

Em síntese, a fórmula é simples: Oferecer produtos com design e qualidade de ponta, sem elevação no valor, atrelado a um bom planejamento de marketing, sendo assim, havendo preço, produto e exposição de marca. Mas as coisas não são bem assim. Cada marca possui suas particularidades, sejam elas relacionadas à verba disponível para o marketing ou a limitação em relação à qualidade ou características de seus produtos em si.

Desta forma é preciso adaptar as estratégias à situação da empresa, de forma que os objetivos sejam alcançados de maneira sólida. Podemos afirma que no mercado da moda, o marketing além de cumprir o papel principal de definir o conceito da marca, planejar o seu fortalecimento e todos os vieses que potencializem a exposição de marca, e consequentemente as vendas, possui ligação direta com o desenvolvimento do produto, com base na definição do perfil do público alvo, e nas tendências de mercado e de consumo.

Podemos também afirmar que o marketing, através de todas as ferramentas que buscam o fortalecimento da marca e a construção de um conceito de valor, busca transformar a simples necessidade de vestir em uma experiência que eleve os sentidos de seus consumidores, transformando a necessidade em desejo. No entanto, engana-se quem pensa que um bom produto, vende sozinho, como também que um produto não tão arrojado não terá boa aceitação no mercado.

Tudo está diretamente ligado à comunicação da marca. A criação de um conceito para a coleção é o fator principal, pois a partir dele todas as outras ações e materiais seguirão a mesma linha de comunicação, fazendo com que não seja perdido o conceito da coleção no meio do caminho, em alguma parte do processo.

O ideal é que a marca possua uma definição do seu DNA, pois ele será o norte para a criação dos produtos, das campanhas e toda linha de comunicação da marca, sendo assim, construindo de forma alinhada sua imagem perante o mercado.
 
Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
pizzetti@gmail.com • 48 9661.3910

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quarta-feira, 16 de maio de 2012

O layout como ferramenta de venda

Se pararmos para observar, em todas as lojas de departamentos, supermercados e em outros formatos de varejo, notamos pessoas entrando, indo, saindo e vindo. Para lá e para cá, todo o tempo.
Muitos comerciantes não pensaram em rentabilizar sua operação aproveitando este vai e vem de clientes. Você já parou para observar o comportamento e o fluxo dos clientes em uma loja de supermercado, por exemplo?

Bom, vale a pena lembrar que “fluxo de clientes” é o caminho natural seguido pelos consumidores do momento que entram na loja e circulam pelos corredores e seções. É o resultado do sentido e a direção mais comum gerados pelo tráfego de pessoas em uma loja. Existe em nosso varejo uma grande quantidade de redes, cadeias e lojas independentes que sequer faz a medição ou controla o volume de pessoas que entram diariamente em suas lojas. Muitos deles estimam este número, mas não dão o tratamento necessário à informação. Logo, é fácil notar que se não há medição, inexiste uma ação – uma estratégia, para aproveitar ainda mais este fluxo.

Se pararmos para observar, notamos com facilidade que em todos os formatos de loja existem setores, locais onde a concentração e o fluxo de clientes são mais intensos. Pontos onde temos até um certo congestionamento no vai e vem de pessoas. Estes são os Pontos Quentes do estabelecimento. Nestes locais, alguma coisa atrai com mais força a atenção dos clientes, fazendo-os ficar mais tempo parados nestes pontos. Mas enfim, o que faz com que se formem os pontos quentes em uma loja? Produtos de alto-giro? Itens de consumo diário? Mercadorias básicas? Promoções? O que? Podemos afirmar que é um mix de tudo isso.

Mas, nas empresas que utilizam a inteligência comercial para rentabilizar toda a operação, estes pontos quentes são os locais que entregam ao consumidor tudo o que ele busca e ainda agrega algo mais; Surpreendendo-o e encantando o cliente.
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Pesquisas de perfil e hábitos de consumo, aliadas a um plano estratégico, com foco em aperfeiçoar o ponto de venda, tem sido bastante valorizados em algumas redes do varejo. Afinal, empresários e executivos – que investem fortunas para trazer clientes para dentro das suas lojas – finalmente encontraram uma forma para medir, planejar e rentabilizar ainda mais o momento da compra.

Destes estudos e medições derivam ações que vão desde uma simples inversão da ordem de exposição das mercadorias em um corredor – colocando produtos de maior conveniência e margem logo no início da seção (início do fluxo) e posicionando os itens geradores de tráfego, que geralmente estão em todas as listinhas de compra, no final do corredor.

Dessa forma, o consumidor é conduzido por toda a extensão do corredor e seção até chegar na gôndola onde provavelmente encontrará o produto que o trouxe à loja; Passando por ações de cross-merchandising, revisão de mix e chegando ao gerenciamento por categorias, muito pode ser feito para entender melhor o cliente e tirar o máximo deste conhecimento. Mas atenção! Criar e gerir pontos quentes requer conhecer no detalhe o seu cliente e a sua loja, pois você terá que igualmente gerir os "pontos frios", de menor circulação de pessoas para equilibrar venda, margem e ticket-médio.

Eduardo Pizzetti } Consultoria Estratégica
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Suas vendas aumentaram?

Alguma vez aconteceu de você parar e se perguntar por que suas vendas não aumentaram da forma esperada, já que foi investido uma boa verba com aquela agência em publicidade e propaganda?
Ela criou um anúncio tão bonito para os principais jornais da sua cidade, fez um comercial tão bem produzido para a TV e mesmo assim suas vendas parecem não dar aquele resultado que você espera? Enfim, o retorno não está nem se igualando ao investimento.

Assim como você vende o seu produto, as agências de publicidade também vendem o delas, que é a publicidade, a propaganda, para o cliente. E nessa busca para fisgar o cliente, é realizada grandes apresentações que encantam por sua criatividade e produção, mas antes de mais nada o cliente deve se preocupar e ficar atento se a campanha que será realizada estará cumprindo o seu papel, que é vender, posicionar a marca e divulgar a empresa da maneira correta, identificando-se e falando da mesma forma que seu consumidor.

A propaganda nada mais é que uma ferramenta para o seu planejamento de marketing, por isso não deve ser vista como o elixir milagroso que alavancará suas vendas e sua empresa, diferente do que pensam muitos publicitários. Mas sim, a propaganda tem um dos mais importantes papéis no seu planejamento, e o seu principal foco é trazer resultados para a empresa, e não para quem a produziu.

A sua agência está presente em sua empresa e preocupa-se em conhecê-la melhor? Preocupa-se em pesquisar sobre o seu ramo de atividade? Preocupa-se em conhecer seus concorrentes, e em conhecer bem o que você faz e para quem você vende?
Se a resposta for não, esta na hora de você trocar imediatamente de agência ou todo o seu investimento nunca terá o retorno que você tanto espera!

Uma agência, em primeiro lugar deve conhecer o seu cliente e para quem ele vende, pois caso contrário, como ela poderá produzir uma campanha que trará resultado?
Para se criar uma campanha eficiente não é preciso ser o gênio da criatividade, é preciso acima de tudo estudo e pesquisas para encontrar o caminho correto dos bons resultados.
Um anúncio super produzido, mega criativo e inserido no maior jornal da sua cidade não quer dizer absolutamente nada! Antes de tudo é preciso ter foco, saber onde seu consumidor está, o que ele costuma ler e com qual frequência, pois desta forma você estará atirando no alvo, e não atirando às escuras anunciando em mídia errada, para o público errado!
É também muito comum encontrarmos anúncios muito bem desenhados, mas que não dizem nada, ao menos para o público da mídia onde está inserido. Ou ainda anúncios tão complexos que você não entende o que quer dizer ou que precisam de um dicionário para entendê-lo.

O mais importante é ter em mente que uma propaganda eficaz é aquela que, além de criativa, é clara, objetiva e direta, ou seja, que contenha um objetivo, alvo, planejamento de mídia e design.
Na teoria parece simples, mas o principal motivo de muitos pequenos e médios empresários darem “tiros nos pés” é justamente o total desconhecimento destas chaves básicas e na intenção de economizar alguns reais, decidem desenvolver eles próprios suas campanhas, pois acham que fazer uns desenhos, descrever as maravilhas do seu produto e mandar anunciar naquela revista do bairro é mais do que suficiente. Para que gastar com um profissional da propaganda ou marketing? Pior que isso, é contratar uma agência de propaganda que se preocupa única e exclusivamente com suas “obras de arte” e não fazem o mínimo esforço para o principal: Planejar para que a campanha traga resultados para o cliente.

Quando estiver assistindo à uma apresentação de uma agência, observe como consumidor e não como dono do produto. Seja sincero e se pergunte: O que é melhor, a propaganda ou o seu produto? A propaganda tem a cara de sua empresa? Ela representa bem o produto que você tanto ama? Ela expressa bem os desejos dos seus clientes, que você conquistou com muito custo? Lembre-se de uma coisa: A prioridade de uma agência de propaganda é vender o seu próprio produto - a propaganda, o anúncio, ou seja, a sua própria criação. Preocupe-se em saber se a agência está preocupada em tornar sua campanha, uma campanha vencedora para você e não somente para os prêmios de propaganda mais criativa.

Ao contratar uma agência de propaganda, deixe claro que em primeiro lugar vem sua empresa e suas metas, depois ela pode se preocupar com os prêmios que venha a ganhar com a sua criação.
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Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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