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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Como usar o Facebook para montar uma incrível equipe de venda

Qualquer marca para ser bem sucedida precisa vender bem, precisa ser uma fonte geradora de lucros. Para isso, exceto marcas que possuem vendas via e-commerce, é preciso que haja uma equipe de vendas matadora, seja vendedores, para o caso das monomarcas (lojas próprias) ou representantes comerciais, para as marcas que vendem para lojistas.

Mas a grande maioria dos empresários anda pecando, e muito, em fatores que conseqüentemente abalam suas marcas. No caso das empresas que possuem representantes comerciais, o desafio é ainda maior, pois na grande maioria das vezes os representantes não trabalham apenas com uma marca. Certa vez conheci um representante que possuía em sua mala 12 marcas, e sabe o que acontece? A maior parte delas nem é vista pelo cliente lojista. Neste caso, tem preferência a marca que vende mais, que gera maior receita para o representante. As demais perdem, e MUITO, dinheiro com mostruários nas mãos de representantes que sequer apresentam os produtos para os lojistas.



No mercado da moda o tempo é dinheiro, literalmente, pois em algumas semanas ou dias, sua marca poderá perder milhares de reais em vendas. Você já percebeu que quando sua equipe de vendas sai com o mostruário atrasado, o seu resultado final de vendas é comprometido? Por isso, saber onde procurar é essencial para minimizar o risco de erros e economizar tempo. É como ir ao supermercado, você não procura carne na seção de limpeza... Você pode até tentar, mas será em vão, perderá seu tempo.

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Estou escrevendo um livro sobre como construir marcas de valor, onde abordarei diversos temas vitais para o crescimento e o fortalecimento de marcas, e por isso resolvi antecipar um resumo de uma pequena parte de um dos temas, que é a estruturação de equipes de vendas.
Enfim, entre diversas formas que citarei no livro, e que utilizo constantemente com meus clientes para achar ótimos representantes comerciais, vou citar uma delas, que é procurar estes profissionais tão desejados, através do Facebook.

Procurando no Facebook

Acessando o Facebook, no menu superior de busca, você pode digitar, por exemplo “representante moda feminina”, onde aparecerá o perfil de pessoas, páginas e grupos relacionado ao termo da busca. Agora basta reservar algum tempo e iniciar suas análises. O mais indicado é pesquisar nos grupos do facebook, isso fará você economizar um tempo enorme, uma vez que os grupos reúnem as pessoas, sendo assim, você terá acesso a milhares de representantes em um único local.

Por ser uma rede massivamente utilizada, possibilita a realização de analises de seus aspectos comportamentais e sociais, e que são extremamente importantes, pois caracterizam e influenciam no seu perfil profissional.

Analisar seu perfil pessoal, suas fotos e informações, é extremamente relevante para identificar quais marcas essa pessoa representa e quais ela dá a preferência, analisando a freqüência com que divulga cada marca, bem como avaliar quais suas filosofias, crenças e modo de pensar, para fins de verificar se o perfil vai de encontro aos valores que a sua marca possui.

Analisando sua capacidade financeira

Outro ponto muito importante, mas quase sempre passa despercebido pela maioria dos gestores, é verificar pontos que demonstrem a capacidade financeira do representante.
Analisar como é sua moradia, seu estilo de vida e o seu carro de trabalho, são exemplos de como avaliar seu resultado profissional, pois, se a pessoa for de fato um bom representante, ele certamente deve tirar ótimos pedidos, gerando grandes comissões, e automaticamente elevando seu padrão de vida.

Um dos pontos que mais analiso em um representante, além de sua atuação nas redes sociais, é o seu carro de trabalho, afinal, a representação é o seu “ganha-pão”. Carros velhos, sem manutenção, etc, são atitudes que demonstram que o representante não investe ou não se preocupa com seu instrumento de trabalho. Você deixaria um dentista tratar seus dentes com uma broca velha e enferrujada?

Conclusão

O Facebook, por ser uma ferramenta massivamente utilizada, é um local potencial para achar profissionais que poderão compor sua equipe de vendas, no entanto, é imprescindível levar em consideração as análises de perfil para avaliar a eficiência e a probabilidade do profissional “vingar” em sua equipe de vendas.
Jamais ignore estas análises, afinal, você não quer correr o risco de ficar com um mostruário no fundo da mala, perdendo tempo e dinheiro, né? Isso quando você não perde todo o mostruário...

Coloque em prática esta dica, e comprove você mesmo sua eficiência.
Qualquer dúvida entre em contato comigo.

Eduardo Pizzetti } Consultor Estratégico


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O layout como ferramenta de venda

Se pararmos para observar, em todas as lojas de departamentos, supermercados e em outros formatos de varejo, notamos pessoas entrando, indo, saindo e vindo. Para lá e para cá, todo o tempo.
Muitos comerciantes não pensaram em rentabilizar sua operação aproveitando este vai e vem de clientes. Você já parou para observar o comportamento e o fluxo dos clientes em uma loja de supermercado, por exemplo?

Bom, vale a pena lembrar que “fluxo de clientes” é o caminho natural seguido pelos consumidores do momento que entram na loja e circulam pelos corredores e seções. É o resultado do sentido e a direção mais comum gerados pelo tráfego de pessoas em uma loja. Existe em nosso varejo uma grande quantidade de redes, cadeias e lojas independentes que sequer faz a medição ou controla o volume de pessoas que entram diariamente em suas lojas. Muitos deles estimam este número, mas não dão o tratamento necessário à informação. Logo, é fácil notar que se não há medição, inexiste uma ação – uma estratégia, para aproveitar ainda mais este fluxo.

Se pararmos para observar, notamos com facilidade que em todos os formatos de loja existem setores, locais onde a concentração e o fluxo de clientes são mais intensos. Pontos onde temos até um certo congestionamento no vai e vem de pessoas. Estes são os Pontos Quentes do estabelecimento. Nestes locais, alguma coisa atrai com mais força a atenção dos clientes, fazendo-os ficar mais tempo parados nestes pontos. Mas enfim, o que faz com que se formem os pontos quentes em uma loja? Produtos de alto-giro? Itens de consumo diário? Mercadorias básicas? Promoções? O que? Podemos afirmar que é um mix de tudo isso.

Mas, nas empresas que utilizam a inteligência comercial para rentabilizar toda a operação, estes pontos quentes são os locais que entregam ao consumidor tudo o que ele busca e ainda agrega algo mais; Surpreendendo-o e encantando o cliente.
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Pesquisas de perfil e hábitos de consumo, aliadas a um plano estratégico, com foco em aperfeiçoar o ponto de venda, tem sido bastante valorizados em algumas redes do varejo. Afinal, empresários e executivos – que investem fortunas para trazer clientes para dentro das suas lojas – finalmente encontraram uma forma para medir, planejar e rentabilizar ainda mais o momento da compra.

Destes estudos e medições derivam ações que vão desde uma simples inversão da ordem de exposição das mercadorias em um corredor – colocando produtos de maior conveniência e margem logo no início da seção (início do fluxo) e posicionando os itens geradores de tráfego, que geralmente estão em todas as listinhas de compra, no final do corredor.

Dessa forma, o consumidor é conduzido por toda a extensão do corredor e seção até chegar na gôndola onde provavelmente encontrará o produto que o trouxe à loja; Passando por ações de cross-merchandising, revisão de mix e chegando ao gerenciamento por categorias, muito pode ser feito para entender melhor o cliente e tirar o máximo deste conhecimento. Mas atenção! Criar e gerir pontos quentes requer conhecer no detalhe o seu cliente e a sua loja, pois você terá que igualmente gerir os "pontos frios", de menor circulação de pessoas para equilibrar venda, margem e ticket-médio.

Eduardo Pizzetti } Consultoria Estratégica
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Marketing na moda









Para você que faz parte ou possui uma empresa no ramo da moda, responda as seguintes perguntas:
Como e por quem são definidas as estratégias de Marketing dentro da sua confecção?
Existe hoje na sua empresa, um departamento de marketing ou um profissional responsável pelas ações voltadas às estratégias de divulgação de suas coleções?
Você não está contente com os resultados, após um expressivo investimento?

Atualmente, cerca de 90 % das pequenas e médias confecções não possuem qualquer trabalho relacionado ao marketing, o que nos abre duas opções:
-Para os que pensam pequeno: Já que tudo isso não faz nenhum trabalho de marketing, não fará diferença se eu não fizer, assim sobra dinheiro para investir na empresa.
-Para os que pensam grande: Já que tudo isso não faz nenhum trabalho de marketing, vou aproveitar e começar a desenvolver um planejamento incluindo esta questão, assim farei parte dos 10%, garantindo uma imensa diferenciação, eliminando 90% da concorrencia; Concerteza este será um estopim para minha demanda aumentar, e assim poderei investir em um crescimento extremamente planejado e linear da empresa.

Entre os 90% que não investem em marketing, dois dos grandes motivos mais citados, pela qual o investimento não é realizado são:
- Falta de verba para a criação de uma equipe de marketing, contratação de uma agência ou assessoria.
- Centralização das decisões de divulgação e estratégias de marketing nas mãos dos seus proprietários.

A falta de verba, mesmo que um obstáculo de peso, não justifica o fato de não investir no setor, pois atualmente com as diversas opções de linhas de créditos oferecidos pelos bancos, não expandi quem não quer, ou quem está acomodado com sua situação atual.

Já a centralização das descições nas mãos dos proprietários, o que é comum entre as pequenas e médias, tráta-se de uma questão cultural, um obstáculo que precisa ser superado para a otimização dos processos, afinal, muitas obrigações concentradas em uma única ou poucas pessoas, além de exigir exageradamente mais do profissional, o impede de dar a devida atenção a cada serviço, eliminando consideravelmente as chances de boas tomadas de descições.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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