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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Dicas de ambientação e vitrinismo

A decoração de uma loja tem algumas particularidades que valem a pena uma atenção especial. Ela pode ser chamada de ambientação externa, que tem por finalidade convencer o cliente a entrar na loja, e a ambientação interna, que serve para falar de uma forma mais direta com o consumidor, para seduzi-lo, mantê-lo dentro da loja, convencê-lo e converter vendas.


A ambientação pode ter dois tipos, a ambientação promocional e a ambientação institucional. A ambientação promocional, como o próprio nome sugere, é usada para promover determinados produtos, a fim de aumentar suas vendas, e conseqüentemente aumentar o lucro da loja. Já a ambientação institucional, geralmente são usadas para criar um clima, dar uma temática ao ambiente de toda a loja.

Ambientação

Pesquisas apontam que mais de 80% das compras são decididas dentro da loja, portanto, quanto melhor projetado o seu layout, maiores as chances de conversão de vendas.
Veja abaixo algumas dicas para não pecar na ambientação de sua loja, faça um checklist com todos os itens, e confira-os rotineiramente:

1) Área de vendas sempre arrumadas e abastecidas.
2) Área livre no layout de loja, de modo a facilitar o trânsito de pessoas sem precisar estar se desviando de obstáculos.
3) Iluminação é um dos itens mais importantes, pois ajustada da maneira certa, deixará o visual e o ambiente mais vivo, um ambiente que deixa o cliente com mais atenção.
4) Bancos acessíveis e com espaço ao redor (deve ter o espaço não só para dar mais aconchego ao cliente, mas também para evitar de que ele fique com receio, pois sem espaço ele ficará muito escondido na hora de provar um calçado por exemplo, evitando a sensação de estarem sendo monitorados.
5) Música condizente com o estilo da loja, e sem exceder no volume.
6) Pisos antiderrapantes.
7) Sinalização clara.
8) Ter cuidado para que não haja sobrecarga ou a falta de informação visual. Tem que haver harmonia no uso de recursos gráficos para não irritar o consumidor.
9) E o mais importante: Vendedores sempre atenciosos, acessíveis e sem cara feia.

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Vitrinismo

Não podemos ignorar o fato de que pesquisas apontam que a vitrine influencia em até 85% das vendas de uma loja, e que investir em uma boa vitrine pode aumentar em até 40% os resultados de um ponto já existente. Ou seja, antes do cliente entrar em sua loja, é preciso que ele se sinta atraído para tal, desta forma, segue abaixo 6 dicas essenciais para um bom vitrinismo:

1) Não deixar a vitrine cheia de produtos. Facilite para o cliente a leitura visual, fazendo uma vitrine simples, mas que passe uma mensagem convidativa.
2) Não expor produtos na vitrine que não possuam grade em estoque. Isso pode ocorrer frustração por parte do cliente e ele pensar duas vezes da próxima vez que estiver em frente a sua loja. Os produtos expostos na vitrine tem que ter sua grade o mais completa possível.
3) Não decore demais a vitrine, e também não use acessórios errados. Esqueça papelão, papel crepom, papel laminado e afins, tudo isso empobrece sua vitrine. Elegância é o segredo de uma vitrine, mesmo que seja para expor para público que não seja de shopping. Também os adereços não podem aparecer mais que os produtos. Os produtos expostos são a atração da vitrine e eles têm que ser percebidos com facilidade.
4) Apesar de existir várias marcas que precisam ser expostas, não é bom dividir a vitrine em várias partes, com um visual novo em cada. É melhor fazer um visual completo para ela toda, e nesse visual dividir as marcas a serem expostas em estilos.
5) O tempo de vida de um visual de vitrine deve ser de no mínimo 15 dias.
6) As vitrines também servem para comunicar o cliente qual é o estilo de roupas que a loja possui, então se preocupe em passar para o cliente a imagem do mix de maior predominância na loja, para não gerar possíveis frustrações.

Conclusão

O vitrinismo e a ambientação, como apontado por pesquisas, são partes extremamente importantes para a conversão de vendas, uma vez que ela atrai o consumidor para dentro de sua loja, e depois o mantém e o convence a comprar.
Coloque em prática esta dica, e comprove você mesmo sua eficiência.

Qualquer dúvida entre em contato comigo

Eduardo Pizzetti - Consultoria Estratégica
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terça-feira, 29 de outubro de 2013

O poder do mau atendimento - O retorno

Em uma noite agradável de domingo, após algumas horas fazendo compras no shopping, chega aquele momento em que os calcanhares e panturrilhas já mal suportam o peso do seu corpo. É a hora perfeita para o descanso e para fazer um lanche, um momento prazeroso onde recompomos as nossas energias.
Tudo seria perfeito se estivéssemos vivendo dentro de uma história sobre boas práticas de atendimento ao cliente. Mas não estamos.

Na praça de alimentação do shopping, fui a um daqueles fast food famosos, do tipo que sempre está com comercial nos horários mais caros da televisão.

Fiz o meu pedido normalmente e fiquei ao lado esperando ser entregue.
O tempo foi passando, e conforme os minutos iam se estendendo, o sentimento de mau negócio começou a tomar conta de mim, chegando ao extremo de pensar em cancelar o pedido. Após mais de 30 minutos de espera, e ao perceber que algumas pessoas que chegaram depois de mim foram tendo seus lanches entregues, resolvi cancelar meu pedido, e ao fazê-lo para o gerente da franquia, o mesmo se prontificou de prepará-lo naquele mesmo momento.

Percebi certo despreparo da equipe pelos comentários do gerente ao pessoal que prepara os lanches – era possível ouvir tudo que foi conversado lá dentro – e que devido à pressa pela qual foi preparado o lanche, o mesmo ficou um tanto quanto “sem gosto”, ou vai ver era o sabor real do produto, afinal, foi minha primeira – e tão certo única - experiência.

O fato mais importante é que muitas marcas investem milhões em publicidade, buscam seu fortalecimento e aumento da fatia de mercado, porém de nada adianta todo esse esforço se lá na ponta, o contato com o cliente, for falho.

As marcas precisam entender de uma vez por todas que a parte principal de todo o processo é o cliente, pois eles são a razão e o motivo por manter a “roda girando”.

Obs.: A marca em questão, após serem reportados sobre o ocorrido, agiu com ótima postura, me retornando algumas horas depois de ter sido feito o contato, e algumas horas após a primeira ligação, um contato direto do gerente de operações da região para buscar uma solução e minimizar o impacto desta experiência desagradável com a marca... Será que voltarei a consumir a marca? Você voltaria?

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Dicas de ouro para potencializar suas vendas no varejo

Pensando no pequeno e médio lojista, vou elencar algumas dicas básicas, porém necessárias para o bom andamento da empresa e projeção de suas vendas.
Atualmente, muitas empresas (até mesmo de grande porte) cometem erros fatais ao ignorarem pequenos ajustes em sua gestão e marketing, deixando vaga uma imensa lacuna para novos entrantes no mercado, seja uma loja ou uma marca, que buscam pelo aperfeiçoamento da gestão e do marketing, conquistando pouco a pouco novas fatias do mercado.
1. Cuide de sua logo: O logotipo é o sorriso de sua loja ou marca. Um logotipo bem elaborado, claro e de acordo com o perfil da empresa, é mais bem percebido pelos consumidores. Descarte de vez tentar fazer você mesmo ou contratar o “sobrinho do amigo que mexe com programas de edição gráfica”.
Você trataria os seus dentes com alguém pelo fato de apenas saber mexer com uma broca, por exemplo?

2. Alinhe seus materiais de comunicação: Com uma logo bem elaborada, é hora de “sorrir para os consumidores”, desta forma, é preciso preparar itens como: Fachada, cartão de visita, sacolas, displays internos, sinalizadores, enfim, todos os materiais de merchandising que forem utilizados.
Segundo uma pesquisa realizada pela Veronis, Suhler & Associates, aprendemos 1% pelo paladar, 1,5% pelo tato, 3,5% pelo olfato, 11% pela audição e 83% pela visão. Assim podemos concluir que a percepção visual é extremamente importante para marcas e lojistas.

3. Tenha sempre uma boa vitrine: A vitrine é responsável diretamente em média por 74% das vendas. É um marketing imediato, pois o cliente está frente a frente com o produto, que terá em média 5 segundos para tomar a decisão de entrar ou não na loja.  Desta forma, uma vitrine com excesso de informações, que obriga o consumidor a pensar demais, pode ser um desastre e afastar o cliente, bem como uma vitrine pouco interessante e estimulante.
O ideal é construir um planejamento para trocas periódicas de vitrine, seguindo o calendário de varejo e de acordo com o perfil do consumidor da região.

4. Planeje a área de vendas para induzir o consumo: Após o consumidor entrar na loja, esta tem por obrigação estar bem organizada, caso queira aumentar a possibilidade de efetivar a venda, e uma boa estruturação da área de vendas pode induzir e estimular o consumidor a comprar.
Destacar produtos promocionais e lançamentos, utilizar iluminação que realcem os produtos, montar ilhas com produtos em destaque, utilizar as combinações corretas de cores e objetos, induzir o fluxo interno da loja para locais/produtos estratégicos, são alguns dos exemplos de organização da área de venda que induzem e potencializam as vendas.

5. Proporcione o bom atendimento: Antes um diferencial, hoje uma regra. Todo negócio que deseja manter uma boa carteira de clientes, deve acima de tudo proporcionar um bom atendimento. Há uma extensa reincidência de situações em que a venda é concluída devido ao atendimento prestado, e não pelo produto em si. Desta forma, é extremamente importante o treinamento das pessoas que farão o contato direto com o consumidor, pois eles serão os responsáveis diretos pela venda ou desistência.

6. Estruture uma política de marketing de relacionamento: Conquistar um novo cliente custa cinco vezes mais caro que manter um cliente antigo. Desta forma, contratar um profissional para estruturar uma política de marketing de relacionamento está longe de ser um investimento pesado, pois é desta forma que muitos empresários pensam. Esta estruturação reduzirá o investimento com ações para atrair novos clientes, aumentará o ticket médio das vendas, pois conhecendo cada vez mais seus clientes, saberá de forma assertiva estimular o consumo, expandirá a publicidade via boca a boca, pois um cliente fiel tende a falar bem de sua empresa para o seu circulo de contatos, entre outras vantagens.
A estruturação de uma política de marketing de relacionamento deve começar inicialmente pela construção de um banco de dados, onde constarão informações de cada cliente, como dados pessoais, dados de compra, como periodicidade, ticket médio, produtos adquiridos, entre outros. A partir destas informações poderá ser trabalhado o marketing de forma dirigida e individual, baseado nas informações de compra de cada cliente, desta forma, alinhando a assertividade das ações, evitando o desperdício de energia e dinheiro com ações incertas e maximizando as vendas.

Vamos colocar a mão na massa, deixar de lado alguns medos e orgulhos e iniciar o processo de profissionalização de sua empresa?

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Preparado para as ações de fim de ano?

O natal está chegando, e para o varejo é o período das “vacas gordas”, época em que na sua grande maioria, é onde o lojista mais fatura durante o ano. Muitas empresas chegam a faturar no período de natal o equivalente a receita de quase metade do seu ano de atividade.

De todos os cantos surgem as mais variadas ações promocionais, campanhas e forças de vendas empenhadas e determinadas a saltar em cima dos consumidores e vender o máximo que for possível, afinal, este é o período em que se obtém os maiores números de P.A. (peças por atendimento) nas vendas.

Para a sorte de algumas empresas, muitas outras cometem o maior dos erros: A falta de planejamento .
Sem o devido planejamento, muitas vendas são perdidas para os concorrentes, que ”fisgam” os consumidores pela atenção, atraídos por ações mais elaboradas, sejam por suas vitrines bem produzidas, ações com perfeita execução ou outras ações que um bom planejamento de marketing e vendas pode proporcionar.

Com a falta de planejamento, as empresas se limitam no que tange às ações promocionais e vendas, pois a cada ano o mercado e seus consumidores sofrem uma “mutação de consumo”, advindos de novos hábitos e costumes, desta forma, não há uma regra geral para a construção das ações, pois o consumidor está em constante evolução, e cada vez mais aumentando seu índice de exigência e ficando gradativamente mais seleto em relação a qual - ou quais - ação promocional escolher.
É comum, ainda, empresas utilizando as mesmas ações de anos passados, ou então iniciando suas ações – quando há - atrasadas ou muito antes da hora. Há também as que preferem fazer o que outras estão fazendo, usando o pensamento de que se dá certa para um, pode dar para outros também.
O ponto em comum nessas empresas que agem sem o devido planejamento é que o efeito que causam nos consumidores é o mesmo: Indiferença.
Sem boas estratégias, o consumidor passa por sua vitrine, anúncio ou abordagem de forma indiferente, pois não há algo que prenda sua atenção, que lhe proporcione o brilho no olhar e desperte seu desejo incontrolável de compra.

Desta forma, a regra de ouro para conquistar os melhores resultados neste fim de ano que se aproxima, bem como durante todo o ano, é estabelecer um bom planejamento de marketing e vendas: Construir ações promocionais que realmente interesse seus clientes e público alvo, estipular uma regra para a produção e troca periódica de sua vitrine, compor de forma global sua identidade visual, alinhando desde o letreiro, sacolas aos cartões de visitas, iniciar o processo de construção de uma base de dados para a realização de ações de marketing de relacionamento, entre outras dezenas de ações que, alinhadas e bem executadas, proporcionarão os melhores resultados em suas vendas.

O que é melhor para sua empresa: conquistar e reter os consumidores ou deixar que o concorrente do outro lado da rua o faça?
Acorde! Seus concorrentes querem o mesmo que você: O seu cliente.

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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A importância das mídias sociais para o sucesso da empresa

Muitos empresários ainda se perguntam por que devem investir em mídias sociais e o porquê de sua real importância para o crescimento de suas empresas. A resposta é simples: “Porque sua empresa depende das pessoas para crescer”.



A cada ano que passa, tanto quanto os avanços tecnológicos, o consumidor também evoluiu. Acompanhando este crescimento como em uma sala de parto, o consumidor assiste ao nascimento de inúmeras empresas, produtos e serviços de diferentes segmentos, e durante esse processo, suas exigências e expectativas também vem aumentando, e muito.

O consumidor de hoje procura mais do que nunca em uma marca, além da qualidade, a segurança de estar fazendo um bom negócio. E para isso, ter um dos melhores produtos já não é mais o suficiente, é preciso de algo mais, é preciso fazer com que o consumidor se sinta inserido no contexto da empresa, que faça parte dela.
Uma empresa que fala de forma estreita e sincera com seus clientes conquista a sua confiança com mais eficiência, consegue estabelecer vínculos duradouros e fiéis, mas para que isso seja realizado de forma concisa, antes de tudo, a empresa precisa conhecer quem é o seu cliente de fato, e é aí que se encaixam as redes sociais.

As redes sociais são as maiores fontes de informação da atualidade. Um banco de dados de números astronômicos que, se aplicados a um planejamento estratégico e modelados da forma correta, poderá ser o mapa da mina para a empresa que as utilizarem. A boa notícia é que as próprias redes sociais se encarregam de facilitar esse trabalho, pois seus usuários atualizam constantemente suas informações, preferências, gostos, rotinas, enfim, um poderoso banco de dados vivo, atualizado em tempo real e constantemente. Desta forma, torna-se mais fácil para uma empresa aproveitar estas informações, podendo assim identificar com precisão onde estão os seus clientes e público-alvo, o que gostam, onde freqüentam, o que fazem, onde moram, e desta forma, a praticidade e facilidade de interação com os mesmos se tornam mais fáceis, identificando suas necessidades ou resolvendo os seus problemas. Ou seja, passa a criar não apenas um vínculo comercial, mas sim, fazer parte do seu cotidiano e principalmente de sua rede de amigos, construindo laços mais intensos.

Outro grande fator que impulsiona o uso das redes sociais no meio corporativo se dá ao fato de que através delas, as empresas passam a ter mais um canal de comunicação, tanto com os clientes, possíveis clientes, mas também com a mídia, tornando-se uma fonte aberta de informação, dando “cara” à empresa e principalmente possibilitando a interação com o público em geral.
Porém de nada adianta apenas criar perfis em redes sociais e sair divulgando os produtos ou serviço, é preciso, antes de tudo, interagir com seu público. O resto dependerá de como será conduzido o processo de relacionamento online. Por isso, a importância de existir um planejamento pré-estabelecido e de métricas pré-definidas. Caso contrário, poderá todo o esforço resultar em apenas meros perfis amargando algumas visitas e trocas de recados aleatórios.

O mais indicado é a contratação de um profissional especializado no assunto, desta forma, reduzirá em cerca de 99% as chances de atirar no escuro e de obter resultados negativos.

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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Fashion Marketing - A construção de conceito como fator principal para a marca

Atualmente existem centenas de marcas disputando o mesmo espaço no mercado e o mesmo consumidor. E nessa batalha mercadológica, o que definirá os vencedores será o potencial de percepção obtida pela marca por parte dos consumidores, e o potencial de aceitação por parte do mercado.

Em síntese, a fórmula é simples: Oferecer produtos com design e qualidade de ponta, sem elevação no valor, atrelado a um bom planejamento de marketing, sendo assim, havendo preço, produto e exposição de marca. Mas as coisas não são bem assim. Cada marca possui suas particularidades, sejam elas relacionadas à verba disponível para o marketing ou a limitação em relação à qualidade ou características de seus produtos em si.

Desta forma é preciso adaptar as estratégias à situação da empresa, de forma que os objetivos sejam alcançados de maneira sólida. Podemos afirma que no mercado da moda, o marketing além de cumprir o papel principal de definir o conceito da marca, planejar o seu fortalecimento e todos os vieses que potencializem a exposição de marca, e consequentemente as vendas, possui ligação direta com o desenvolvimento do produto, com base na definição do perfil do público alvo, e nas tendências de mercado e de consumo.

Podemos também afirmar que o marketing, através de todas as ferramentas que buscam o fortalecimento da marca e a construção de um conceito de valor, busca transformar a simples necessidade de vestir em uma experiência que eleve os sentidos de seus consumidores, transformando a necessidade em desejo. No entanto, engana-se quem pensa que um bom produto, vende sozinho, como também que um produto não tão arrojado não terá boa aceitação no mercado.

Tudo está diretamente ligado à comunicação da marca. A criação de um conceito para a coleção é o fator principal, pois a partir dele todas as outras ações e materiais seguirão a mesma linha de comunicação, fazendo com que não seja perdido o conceito da coleção no meio do caminho, em alguma parte do processo.

O ideal é que a marca possua uma definição do seu DNA, pois ele será o norte para a criação dos produtos, das campanhas e toda linha de comunicação da marca, sendo assim, construindo de forma alinhada sua imagem perante o mercado.
 
Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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quarta-feira, 16 de maio de 2012

O layout como ferramenta de venda

Se pararmos para observar, em todas as lojas de departamentos, supermercados e em outros formatos de varejo, notamos pessoas entrando, indo, saindo e vindo. Para lá e para cá, todo o tempo.
Muitos comerciantes não pensaram em rentabilizar sua operação aproveitando este vai e vem de clientes. Você já parou para observar o comportamento e o fluxo dos clientes em uma loja de supermercado, por exemplo?

Bom, vale a pena lembrar que “fluxo de clientes” é o caminho natural seguido pelos consumidores do momento que entram na loja e circulam pelos corredores e seções. É o resultado do sentido e a direção mais comum gerados pelo tráfego de pessoas em uma loja. Existe em nosso varejo uma grande quantidade de redes, cadeias e lojas independentes que sequer faz a medição ou controla o volume de pessoas que entram diariamente em suas lojas. Muitos deles estimam este número, mas não dão o tratamento necessário à informação. Logo, é fácil notar que se não há medição, inexiste uma ação – uma estratégia, para aproveitar ainda mais este fluxo.

Se pararmos para observar, notamos com facilidade que em todos os formatos de loja existem setores, locais onde a concentração e o fluxo de clientes são mais intensos. Pontos onde temos até um certo congestionamento no vai e vem de pessoas. Estes são os Pontos Quentes do estabelecimento. Nestes locais, alguma coisa atrai com mais força a atenção dos clientes, fazendo-os ficar mais tempo parados nestes pontos. Mas enfim, o que faz com que se formem os pontos quentes em uma loja? Produtos de alto-giro? Itens de consumo diário? Mercadorias básicas? Promoções? O que? Podemos afirmar que é um mix de tudo isso.

Mas, nas empresas que utilizam a inteligência comercial para rentabilizar toda a operação, estes pontos quentes são os locais que entregam ao consumidor tudo o que ele busca e ainda agrega algo mais; Surpreendendo-o e encantando o cliente.
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Pesquisas de perfil e hábitos de consumo, aliadas a um plano estratégico, com foco em aperfeiçoar o ponto de venda, tem sido bastante valorizados em algumas redes do varejo. Afinal, empresários e executivos – que investem fortunas para trazer clientes para dentro das suas lojas – finalmente encontraram uma forma para medir, planejar e rentabilizar ainda mais o momento da compra.

Destes estudos e medições derivam ações que vão desde uma simples inversão da ordem de exposição das mercadorias em um corredor – colocando produtos de maior conveniência e margem logo no início da seção (início do fluxo) e posicionando os itens geradores de tráfego, que geralmente estão em todas as listinhas de compra, no final do corredor.

Dessa forma, o consumidor é conduzido por toda a extensão do corredor e seção até chegar na gôndola onde provavelmente encontrará o produto que o trouxe à loja; Passando por ações de cross-merchandising, revisão de mix e chegando ao gerenciamento por categorias, muito pode ser feito para entender melhor o cliente e tirar o máximo deste conhecimento. Mas atenção! Criar e gerir pontos quentes requer conhecer no detalhe o seu cliente e a sua loja, pois você terá que igualmente gerir os "pontos frios", de menor circulação de pessoas para equilibrar venda, margem e ticket-médio.

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quinta-feira, 3 de maio de 2012

A utilização das trocas para encantar clientes

É muito comum os profissionais se referirem às trocas como um problema que precisa ser resolvido e/ou evitado. Fala-se sobre a perda de tempo e de oportunidades, enquanto estão sendo “alugados” por um cliente que volta à loja para trocas ou para devolver aquilo que comprou.

Felizmente, alguns profissionais quando se referem ao fato de “evitar trocas”, estão querendo, na verdade, descobrir como garantir a satisfação dos clientes. Ou seja, um cliente realmente satisfeito não precisaria retornar à empresa para trocar/devolver, mas, ao contrário, retornar para comprar mais.
Por outro lado, outros profissionais querem realmente evitar esta operação, por não enxergarem que estas podem ser ótimas oportunidades de reconquista, afirmação de qualidade dos serviços, fidelização etc.

As equipes deveriam agradecer esta oportunidade, porque muitas vezes o descrédito na solução de problemas e/ou a sensação de que aborrecimentos virão, fazem com que clientes prefiram assumir prejuízos e, por conseguinte, não voltar em tal lugar nunca mais.
A primeira coisa que devemos entender é que, geralmente, as trocas são resultado de atendimentos mal conduzidos.

Às vezes, o simples fato de dizer ao cliente: “Qualquer problema, é só voltar” ou “Se a pessoa não gostar, pode trocar”, já cria um problema. Estas frases só fazem despertar no cliente o sentimento de que existe algum problema, ou então, que a pessoa presenteada com certeza não vai gostar e vai querer trocar. Em vez disso, elogie a compra e seja positivo. Coloque-se à disposição para novos contatos.
É claro que existem clientes inseguros que experimentam o que chamamos de “remorso da compra” logo que saem de uma loja. Mas acreditem: até isso o profissional de vendas pode (e deve) amenizar através de seu atendimento.

Outro detalhe é que estes atendimentos devem ser conduzidos com simpatia e cordialidade. É o momento de reconquistar a confiança do cliente, no caso de alguma falha e, acima de tudo, demonstrar ao cliente as alternativas que sua empresa pode oferecer para satisfazê-lo. No caso de um cliente não-habitual, é hora de conquistá-lo e ampliar a imagem positiva de sua loja/empresa, realizando uma propaganda verbal favorável.

Se o profissional simplesmente cumprimentar um cliente que veio trocar, agradecendo sua visita, já será uma experiência inédita para a maioria deles.
O comportamento agressivo de alguns clientes, assim que entram na loja e solicitam a troca, pode ser explicado pelo péssimo atendimento que receberam em outras lojas e, por isso, desenvolvem este comportamento defensivo.

Para fazer do jeito certo, aconselha-se o seguinte passo a passo na hora da troca:
- receba o cliente com educação, simpatia e atenção;
- ouça o cliente e entenda suas considerações;
- ofereça alternativas/soluções;
- tente agregar novos produtos à compra inicial, pois afinal toda oportunidade de contato com o cliente é uma oportunidade de servir melhor;
- confirme a nova decisão de compra, elogiando a escolha do cliente;
- coloque-se à disposição do cliente para contatos futuros;
- jamais diga: “Qualquer problema, me procure” ou “Se a pessoa não gostar...”

Evite situações de conflito ou desconforto com seu cliente. Interrogatórios sobre o produto (onde comprou, quando, tem nota fiscal etc.) só agravam a situação e o sentimento de não satisfação do cliente.
Nesta guerra, todos perdem e as perdas, geralmente, são irreparáveis. Desgastam a loja, o vendedor e a marca. E isto está na contramão da tendência positiva que os negócios querem seguir.

Cumpra os procedimentos estabelecidos por sua empresa, mas vá além para encantar os clientes. Encare a situação de troca como uma chance de confirmar seu título de “profissional” de atendimento e vendas.

Boas trocas!

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Suas vendas aumentaram?

Alguma vez aconteceu de você parar e se perguntar por que suas vendas não aumentaram da forma esperada, já que foi investido uma boa verba com aquela agência em publicidade e propaganda?
Ela criou um anúncio tão bonito para os principais jornais da sua cidade, fez um comercial tão bem produzido para a TV e mesmo assim suas vendas parecem não dar aquele resultado que você espera? Enfim, o retorno não está nem se igualando ao investimento.

Assim como você vende o seu produto, as agências de publicidade também vendem o delas, que é a publicidade, a propaganda, para o cliente. E nessa busca para fisgar o cliente, é realizada grandes apresentações que encantam por sua criatividade e produção, mas antes de mais nada o cliente deve se preocupar e ficar atento se a campanha que será realizada estará cumprindo o seu papel, que é vender, posicionar a marca e divulgar a empresa da maneira correta, identificando-se e falando da mesma forma que seu consumidor.

A propaganda nada mais é que uma ferramenta para o seu planejamento de marketing, por isso não deve ser vista como o elixir milagroso que alavancará suas vendas e sua empresa, diferente do que pensam muitos publicitários. Mas sim, a propaganda tem um dos mais importantes papéis no seu planejamento, e o seu principal foco é trazer resultados para a empresa, e não para quem a produziu.

A sua agência está presente em sua empresa e preocupa-se em conhecê-la melhor? Preocupa-se em pesquisar sobre o seu ramo de atividade? Preocupa-se em conhecer seus concorrentes, e em conhecer bem o que você faz e para quem você vende?
Se a resposta for não, esta na hora de você trocar imediatamente de agência ou todo o seu investimento nunca terá o retorno que você tanto espera!

Uma agência, em primeiro lugar deve conhecer o seu cliente e para quem ele vende, pois caso contrário, como ela poderá produzir uma campanha que trará resultado?
Para se criar uma campanha eficiente não é preciso ser o gênio da criatividade, é preciso acima de tudo estudo e pesquisas para encontrar o caminho correto dos bons resultados.
Um anúncio super produzido, mega criativo e inserido no maior jornal da sua cidade não quer dizer absolutamente nada! Antes de tudo é preciso ter foco, saber onde seu consumidor está, o que ele costuma ler e com qual frequência, pois desta forma você estará atirando no alvo, e não atirando às escuras anunciando em mídia errada, para o público errado!
É também muito comum encontrarmos anúncios muito bem desenhados, mas que não dizem nada, ao menos para o público da mídia onde está inserido. Ou ainda anúncios tão complexos que você não entende o que quer dizer ou que precisam de um dicionário para entendê-lo.

O mais importante é ter em mente que uma propaganda eficaz é aquela que, além de criativa, é clara, objetiva e direta, ou seja, que contenha um objetivo, alvo, planejamento de mídia e design.
Na teoria parece simples, mas o principal motivo de muitos pequenos e médios empresários darem “tiros nos pés” é justamente o total desconhecimento destas chaves básicas e na intenção de economizar alguns reais, decidem desenvolver eles próprios suas campanhas, pois acham que fazer uns desenhos, descrever as maravilhas do seu produto e mandar anunciar naquela revista do bairro é mais do que suficiente. Para que gastar com um profissional da propaganda ou marketing? Pior que isso, é contratar uma agência de propaganda que se preocupa única e exclusivamente com suas “obras de arte” e não fazem o mínimo esforço para o principal: Planejar para que a campanha traga resultados para o cliente.

Quando estiver assistindo à uma apresentação de uma agência, observe como consumidor e não como dono do produto. Seja sincero e se pergunte: O que é melhor, a propaganda ou o seu produto? A propaganda tem a cara de sua empresa? Ela representa bem o produto que você tanto ama? Ela expressa bem os desejos dos seus clientes, que você conquistou com muito custo? Lembre-se de uma coisa: A prioridade de uma agência de propaganda é vender o seu próprio produto - a propaganda, o anúncio, ou seja, a sua própria criação. Preocupe-se em saber se a agência está preocupada em tornar sua campanha, uma campanha vencedora para você e não somente para os prêmios de propaganda mais criativa.

Ao contratar uma agência de propaganda, deixe claro que em primeiro lugar vem sua empresa e suas metas, depois ela pode se preocupar com os prêmios que venha a ganhar com a sua criação.
Gostou desse artigo? Leia mais alguns clicando aqui!

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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Renovar é necessário


Com a globalização, os avanços tecnológicos e a informação chegando cada vez mais fácil e mais longe, o mercado e a concorrência virou um verdadeiro campo de batalha, o que determina a vitória ou a derrota das empresas é o fortalecimento que a marca em questão possui no mercado, e seu poder de conquista do público alvo.

Na imensidão de marcas existentes no mundo, poucas realmente conseguem se destacar e se tornar referência. Porem as que conseguem tal proeza, tem algo em comum, ou seja, obtiveram grande competência na criação da marca, e desenvolveram um bom processo de gestão que possa garantir sobrevida por longo tempo. (Rogério Novaes)

Exitem diversas marcas que durante décadas mantiveram usa identidade visual completamente intactas, porém, devido a crescente concorrência, o que forçou a novas estratégias de posicionamento de mercado, optaram pela renovação, da mesma forma que o mercado e os consumidores se renovam. Formas e traços com design mais atual, na busca de conquista de forma mais ampla a percepção desse novo mercado, desses novos consumidores, hoje, muito mais exigente devido a vsta gama de opções existentes.

Cuide de sua marca da mesma forma com que cuida de seu corpo. A saúde de seus negócios passa pela aprovação e aceitação da marca pelo consumidor. O valor que a marca agrega, o desejo que ela desperta e a satisfação que gera ao ser adquirido, é fundamental para a sua sobrevivência.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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