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terça-feira, 29 de outubro de 2013

O poder do mau atendimento - O retorno

Em uma noite agradável de domingo, após algumas horas fazendo compras no shopping, chega aquele momento em que os calcanhares e panturrilhas já mal suportam o peso do seu corpo. É a hora perfeita para o descanso e para fazer um lanche, um momento prazeroso onde recompomos as nossas energias.
Tudo seria perfeito se estivéssemos vivendo dentro de uma história sobre boas práticas de atendimento ao cliente. Mas não estamos.

Na praça de alimentação do shopping, fui a um daqueles fast food famosos, do tipo que sempre está com comercial nos horários mais caros da televisão.

Fiz o meu pedido normalmente e fiquei ao lado esperando ser entregue.
O tempo foi passando, e conforme os minutos iam se estendendo, o sentimento de mau negócio começou a tomar conta de mim, chegando ao extremo de pensar em cancelar o pedido. Após mais de 30 minutos de espera, e ao perceber que algumas pessoas que chegaram depois de mim foram tendo seus lanches entregues, resolvi cancelar meu pedido, e ao fazê-lo para o gerente da franquia, o mesmo se prontificou de prepará-lo naquele mesmo momento.

Percebi certo despreparo da equipe pelos comentários do gerente ao pessoal que prepara os lanches – era possível ouvir tudo que foi conversado lá dentro – e que devido à pressa pela qual foi preparado o lanche, o mesmo ficou um tanto quanto “sem gosto”, ou vai ver era o sabor real do produto, afinal, foi minha primeira – e tão certo única - experiência.

O fato mais importante é que muitas marcas investem milhões em publicidade, buscam seu fortalecimento e aumento da fatia de mercado, porém de nada adianta todo esse esforço se lá na ponta, o contato com o cliente, for falho.

As marcas precisam entender de uma vez por todas que a parte principal de todo o processo é o cliente, pois eles são a razão e o motivo por manter a “roda girando”.

Obs.: A marca em questão, após serem reportados sobre o ocorrido, agiu com ótima postura, me retornando algumas horas depois de ter sido feito o contato, e algumas horas após a primeira ligação, um contato direto do gerente de operações da região para buscar uma solução e minimizar o impacto desta experiência desagradável com a marca... Será que voltarei a consumir a marca? Você voltaria?

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
pizzetti@gmail.com • 48 9661.3910

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segunda-feira, 18 de abril de 2011

O poder do mau atendimento

No final de semana passada, eu e meu amigo cliente Diego Bif, da Lemos Mudanças / Ibis Hotel, fomos até a pizzaria do Ventuno Pub, na cidade de Urussanga, cerca de 30km de Criciúma.
Um lugar diferente, longe do barulho da cidade, cercado por vegetação, de arquitetura rústica, enfim, um belo lugar.
Após aguardarmos algum tempo no bar, esperando uma mesa, percebemos a falta de atenção dos atendentes conosco, precisamos ter que chamar alguém para podermos pedir algo para beber enquanto aguardávamos.

Depois de algum tempo fomos para a mesa, e ao questionar o garçom sobre algumas coisas, a resposta que ele nos deu foi apenas um "não sei", ou seja, um funcionário desinformado sobre onde trabalha e os serviços que prestam, e a noite continuou, consumimos ao todo 2 pizzas, 2 doses de whisky e umas 4 ou 5 cervejas alemã. Poderíamos ter consumido mais bebida ou comida, porém durante toda a noite,  nenhum garçom sequer nos perguntou se estava tudo ok, ou se queríamos mais alguma coisa.

No final, meu amigo questionou a atendente do caixa, relatando em relação ao atendimento, onde ela pediu desculpas e informou que estavam com menos 2 funcionários, mas a falta de funcionário não justifica os erros da gestão como por exemplo, garçons sem informação, atendente do bar sem prestar a devida atenção aos clientes, a má administração das bebidas, onde vários itens do menu não possuiam para vender.
Muitas empresas perdem clientes sem saber o motivo, pois muitos clientes nem ao menos expressam suas críticas, simplesmente desaparecem e nunca mais retornam.

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Os gestores e empresários precisam entender e praticar o marketing de experiência, precisam investir em ações para que os clientes tenham uma sensação única, que proporcionem uma experiência marcante para que além de voltarem, comentem para todos os seus amigos e conhecidos sobre o local.

Você sabe quantos custa a perda de um cliente? Reflita sobre isso!

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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