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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Sua empresa está com o dente sujo?

Imagine perder uma grande venda por causa de um pequeno detalhe crucial, ou falhar em uma negociação extremamente rentável para sua empresa por causa de uma cláusula má formatada, ou então perder dezenas de clientes pela ausência de um serviço ou produto complementar ao que sua empresa comercializa?

Isto é deixar sua empresa com o dente sujo! É como ir para o seu primeiro encontro perfeitamente alinhado, mas com um grão de feijão ou pedaço de alface no dente.

Geralmente, os feijões e alfaces aparecem nos dentes nos momentos em que não estamos na frente do espelho. O mesmo ocorre nas empresas.

Uma boa solução é a criação de uma política de revisão periódica de gestão e processos, utilização de benchmarking, e consultoria estratégica para alinhar todos estes trabalhos e planejamentos, para deixar sua empresa com os dentes e hálito perfeito!!

Quer que o mercado e os clientes vejam alfaces ou feijões nos dentes de sua empresa?

Reflita e colha bons frutos em 2015!

Eduardo Pizzetti } Soluções Estratégicas
contato@pizzetticonsultoria.com.br - 48 9661.3910


quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Quem traz o dinheiro para sua empresa?

Ninguém monta uma empresa ou inicia um negócio por diversão ou como passa tempo, não é verdade? Exceto, é claro, casos raros e isolados ao redor do mundo.
Os motivos mais comuns que levam a abertura de um negócio são:

a) Vislumbrar maior retorno financeiro
b) Poder ser o seu próprio chefe
c) Fazer seus próprios horários

Mas para que esses objetivos sejam alcançados, além de ter um bom produto ou serviço, preço justo, entre outros fatores essenciais para qualquer empreendimento de sucesso, é preciso que você tenha clientes, afinal, serão eles que proporcionarão o combustível para manter funcionando o seu negócio: o dinheiro.

Indo à caça dos clientes
Um dos principais erros que permeiam a grande parte das empresas é o pensamento de que qualquer pessoa pode ser seu cliente, e, com isso, acabam “atirando para todos os lados”, ou seja, agem sem criarem uma segmentação de clientes, resultando em uma fraca força de venda. Você conseguiria vender prótese dentária para uma pessoa com a saúde bucal em dia, por exemplo? Ou então tentar vender rádio para surdo.

Esta fraca e desfocada força de venda, gerada pela não segmentação de cliente, coloca em risco a saúde financeira da empresa, pois o custo para vender (salário da equipe de vendas, custos fixos, entre outros) será alto em relação ao resultado – vendas efetuadas – desta forma, não torna o negócio financeiramente atrativo.

Sendo assim, uma das principais ações a serem tomadas é a busca pela segmentação de seu público alvo, e principalmente, conhecer o seu cliente, que deverá contemplar as seguintes premissas:

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Descubra quem é seu público alvo
Público alvo são seus potenciais clientes, são aquelas pessoas ou segmentação de mercado que precisa ou pode precisar de seu produto ou serviço. Saiba quem é seu público alvo e evite perder tempo e dinheiro com quem não será seu cliente.

Saiba onde eles estão
Tenha a informação de onde eles moram, trabalham ou frequentam, e foque no direcionamento de suas forças de vendas. De nada adianta ir para o sul, se seu público alvo e cliente estão no norte.

Defina como chegar até eles
Por que gastar dinheiro desnecessário com anúncios em TV e rádio, se aqueles que compram ou poderão comprar de você, passam muito mais tempo na internet? Saber como chegar até eles é sinônimo de otimização e maior retorno sobre o investimento.

Fale a mesma linguagem
Saber falar “a mesma língua” do seu público alvo, é garantir que seja estabelecida uma comunicação eficiente, potencializando o índice de conversão de venda e o entendimento entre empresa e cliente.

Alinhe sua gestão de vendas, segmente seu cliente e seu público alvo, e tenha melhor aproveitamento do investimento e maior retorno sobre sua força de venda.

Eduardo Pizzetti } Soluções Estratégicas
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terça-feira, 29 de julho de 2014

Você perde clientes anunciando vaga de emprego?

Em um primeiro momento, sob uma ótica menos aprofundada, pode não existir uma ligação direta entre realizar venda, reter cliente e anunciar uma vaga de emprego para sua empresa.
No entanto, existe uma ponte extremamente estreita que os relacionam.


Qualquer força de venda, seja através do marketing direto, da publicidade ou da venda pessoal, existe a comunicação e interação – cada um com sua proporção – entre a empresa e o cliente, e para existir o êxito, é preciso que haja reciprocidade de ação, ou seja, a empresa realizou a força de venda, o cliente se manifestou, a empresa dá continuidade na interação.
Quando a empresa não realiza esta continuidade, o cliente simplesmente a deixa.

Não é de hoje, mas muitas empresas esquecem que seus primeiros clientes são seus próprios funcionários: Se você não consegue vender para quem diariamente convive com seus produtos ou serviços, como esperar ter mais êxito com aqueles que nunca ou pouco ouviram falar sobre sua empresa?
E o que falar dos futuros funcionários, aqueles que esperam uma oportunidade surgir para fazer parte da empresa?

Perdendo a venda

Muitos não se deram conta, mas os processos de recrutamento ou anúncios de emprego são pontos cruciais para conquistar, fidelizar ou perder um cliente. Isso por causa de um único detalhe: Falta de Feedback.
O anúncio de emprego foi lançado, o candidato enviou o seu currículo, ou então participou do processo de recrutamento, e depois, simplesmente nada acontece, nenhuma ligação, nenhum parecer, enfim, é como se o candidato nunca tivesse existido.
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Se levarmos esta situação para o âmbito da venda, como você espera que seja a reação de um cliente após entrar em sua loja, perguntar o preço de um produto para o vendedor, e este simplesmente não o responder? Você acredita que o cliente ainda vai querer comprar de você?
Ignorar um candidato a uma vaga de emprego causará o mesmo efeito, não apenas em relação à percepção negativa que ele terá de sua empresa, mas também refletirá na venda, pois, além de candidato, ele é um consumidor, e que fala com muitos outros consumidores!

Reflita, em sua empresa, você está conquistando ou perdendo clientes através do processo de recrutamento? Existem estratégias para retenção de clientes através dos processos seletivos?

Lembre-se, todo e qualquer tipo de interação que sua empresa realiza com uma pessoa, é uma relação de venda, seja de imagem, de valor, de percepção ou até mesmo de produtos ou serviços.

Eduardo Pizzetti } Soluções Estratégicas


segunda-feira, 28 de abril de 2014

As cinco forças de Porter

Muitas empresas iniciam suas atividades sem a realização de um planejamento ou plano de negócio, e aliado à imensa carga tributária do país, acarreta no alto índice de mortalidade empresarial.

A regra é simples: A falta de planejamento acarreta em um possível mal de direcionamento de mercado, o que influencia diretamente no baixo índice de retorno sobre o investimento (seja por atingir o público errado, ou por estar no lugar errado, ou por uma série de outros motivos), e, juntamente com os custos operacionais e mais a elevada carga tributária, ocasiona um forte impacto no fluxo de caixa da empresa, tendenciando, então, à sua mortalidade.


Onde há menos pescadores, tem mais peixe

Uma das formas – teoricamente - de se obter os melhores resultados é estar onde há poucos concorrentes, ou então, onde há um bom poder de barganha com os fornecedores e uma vasta gama de mercados para atuação e afins, e, para esta análise, existe a chamada “Cinco Forças de fortes”. Criada por Michael Porter, a ferramenta permite analisar o grau de atratividade de um setor de mercado. Ele identifica os fatores que afetam a competitividade, dentre os quais uma das forças está dentro do próprio setor, sendo que os demais são externos, possibilitando ter ampla visão sobre a perspectiva de sucesso - ou fracasso - de um novo negócio.

Entendendo a ferramenta

A ferramenta consiste na análise dos seguintes aspectos:

1) Rivalidade entre concorrentes;
2) Ameaça de novos entrantes;
3) Poder de barganha dos clientes;
4) Poder de barganha dos fornecedores;
5) Ameaça de produtos substitutos;

Rivalidade entre concorrentes 
Esta força é considerada como a mais significativa das cinco forças. Nesta dimensão, deve-se considerar a atividade e agressividade dos concorrentes diretos. Aqueles que vendem um mesmo produto num mesmo mercado que a empresa em questão.

Ameaça de novos entrantes
Além de ser necessário observar as atividades das empresas concorrentes, a ameaça da entrada de novos participantes depende das barreiras existentes contra sua entrada, além do poder de reação das empresas já constituídas. Estas barreiras são os fatores que atrapalham o aparecimento de novas empresas para concorrerem em determinado setor.
Algumas das principais barreiras são: Economia de Escala; Capital Necessário; Acesso aos canais de distribuição.
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Poder de barganha dos clientes
Pode ser traduzido como a capacidade de barganha dos clientes para com as empresas do setor. Esta força competitiva tem a ver com o poder de decisão dos clientes sobre os atributos do produto, principalmente quanto a preço e qualidade. Assim, os clientes têm poderes quando: As compras do setor são de grande volume; Os produtos a serem comprados são padronizados, e sem grande diferenciação; As margens de lucro do setor são estreitas; A opção de o próprio cliente fabricar o produto é financeiramente viável. Estas são apenas algumas características a serem observadas quando se analisa esta força.

Poder de barganha dos fornecedores
Já os fornecedores têm poder de barganha quando: O setor é dominado por poucas empresas fornecedoras; Os produtos são exclusivos, diferenciados, e o custo para trocar de fornecedor é muito alto; O setor de negócios em questão não tem representatividade no faturamento deste fornecedor. Neste caso cabe à empresa identificar sua atual relação com seus principais fornecedores.

Ameaça de produtos substitutos
São aqueles que não são os mesmos produtos que o seu, mas atendem à mesma necessidade. É o caso da invenção de novas tecnologias que fazem o trabalho que antes eram realizados por outras ferramentas.

Você rasga dinheiro?

Atualmente, com todos os avanços tecnológicos e o fácil acesso à informação e à tecnologia, escolher em qual mercado atuar, por vezes, se mostra mais prudente ao risco de uma futura mortalidade empresarial, ao passo que, o planejamento, seja qual for o nível de dificuldade em que está situado o negócio, se torna vital para potencializar suas chances de sucesso.

Se você não se preocupa com estas questões em sua empresa, você literalmente rasga dinheiro!

Pizzetti  }  Soluções Estratégicas
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Primeira impressão

Estudos indicam que 90 segundos é o tempo médio que o consumidor leva para chegar a uma conclusão subconsciente referente a um determinado produto, ou local, após sua visualização inicial.


Desta forma, para o sucesso do negócio, leve em consideração esta premissa ao tratar de assuntos referentes à imagem de sua empresa. No entanto, imagem não é ligada somente ao marketing, ou à publicidade, como muitos pensam, mas também às políticas de gestão empresarial, valores e princípios organizacionais.

A lógica é simples: em tese, você precisará fazer com que sua empresa cause a primeira grande impressão no cliente em pouco mais de 1 minuto, gerando assim a melhor conclusão subconsciente visando a conquista deste cliente, afinal, o mercado está cheio de concorrentes para você ficar deixando para conquistar o cliente "depois", não é mesmo?

Minha dica é: Pergunte a sí mesmo quais os canais/meios pela qual seu possível cliente terá o primeiro contato com sua empresa (Telefone, Website, Facebook, Youtube, Linkedin, E-mail, Lista telefônica, Panfleto, Folder, Cartão de Visita, Indicação, Indo até a loja, etc.), e agora reflita e analise: Sua empresa está com todos esses canais alinhados ao planejamento/objetivos organizacionais e bem preparados para causar a melhor primeira impressão ao cliente dentro dos primeiros 90 segundos?

Se a resposta for negativa, comece agora mesmo a reavaliar todos os seus canais de comunicação e relacionamento com o cliente, antes que seus concorrentes o façam.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

O casamento e a sua empresa

Sabe, o assunto que eu gostaria de falar é sobre minha futura esposa. Isso mesmo, minha futura esposa.

Ela é uma pessoa maravilhosa, tem um bom coração, é sincera, parceira, amiga, justa, entre outras dezenas de qualidades que eu poderia passar o dia redigindo esta postagem descrevendo-a, mas o que é mais importante, o principal, é a nossa AFINIDADE.


Compartilhamos o modo de pensar sobre muitas coisas, desde uma simples opinião, até em como será a nossa cerimônia de casamento (no sítio, pela manhã, com decoração rústica), e até o fato de eu me casar de um jeito digamos, diferente, ela compartilhou desta minha vontade. Alguém tem alguma dúvida de que nos damos super bem e que somos pessoas muito felizes um com o outro?

Pois é, pode parecer estranho eu estar falando sobre esse assunto aqui no blog, eu sei, mas você verá o quanto isto faz sentido no mundo dos negócios, pois sua empresa se casa diariamente com seus CLIENTES.

É imprescindível que sua empresa tenha afinidade com os anseios e desejos de seus clientes, e quando não houver, é preciso criá-los, caso contrário, cedo ou tarde resultará em divórcio. Mas o problema é que nessa separação o regime de bens é com separação total de NADA, ou seja, sua empresa sairá sem nada do cliente e o cliente sem nada de sua empresa, a não ser as mágoas de possíveis experiências ruins, que serão relatadas à todos de sua rede de contatos.

Junto aos meus clientes, uma das principais importâncias é descobrir quem são seus clientes, para com base nesta informação trabalhar as demais áreas do projeto, inclusive criar a afinidade necessária para que haja um casamento duradouro e uma lua de mel inesquecível para ambos. Alguém tem alguma dúvida o quanto esta relação será feliz entre a empresa e o cliente?

As vezes, me enxergo mais do que um consultor estratégico e assumo um papel de casamenteiro comercial (risos).

E então, vamos preparar sua empresa para inesquecíveis luas de mel?

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Os 10 erros mais comuns em uma loja

Num ponto de venda é essencial criar estímulos aos potenciais clientes. Daí, que a atmosfera geral deva ser aproveitada como meio de chamar a atenção. Saiba como evitar alguns dos erros mais comuns:



1. Descuidar da vitrine
A vitrine deverá ser transformada num permanente convite. Colocar uma espécie de cada um dos produtos, num amontoado confuso, é um erro muito comum. A vitrine não é um catálogo. Pense como se fosse um consumidor: uma vitrine clara, em que se perceba o que é vendido com duas ou três mensagens claras como os de promoção, novidade, exclusivo, por exemplo.

2. Iluminação deficiente
É desagradável entrar numa loja que se encontra em ambiente de autêntica penumbra. É, certamente, uma péssima primeira impressão. Também o será se, ao entrar, o cliente tiver a sensação que levou com um flash nos olhos, tal a intensidade da luz. No equilíbrio está a virtude, e esse equilíbrio será diferente em cada caso e para cada tipo de produtos ou serviços que se pretende vender.

3. Não cuidar da temperatura 
Um ponto de venda deverá sempre procurar reter durante o máximo de tempo possível os clientes no seu interior. Se não investir num sistema de refrigeração adequado, poderá deparar-se com situações em que no interior do seu estabelecimento esteja mais quente do que no exterior, o que é um convite à saída...

4. Cores desajustadas
Não chocar, nem ser agressivo ao escolher as cores base do seu ponto de venda são decisões extremamente importantes. As cores fazem parte de todo o ambiente. E, certamente, você quer um ambiente agradável e facilitador dos contatos e das vendas. Cores que distraem a atenção do cliente é um erro. Mas também a ausência de cor ou cores demasiado deslavadas, "anônimas", dá certo desconforto, por isso precisam ser evitadas.

5. Não utilizar de simpatia
Evite perguntas como: "-Deseja alguma coisa?" "-Posso lhe ser útil?"
Pois, se o cliente entrou no seu ponto de venda, certamente, deseja alguma coisa, nem que seja uma informação. Não se irrite com as perguntas tolas, procure entender que o cliente possa ter dificuldade em explicar e seja sempre prestativo, nem que seja para chamar um táxi ou para indicar uma rua. Lembre-se que o mais importante é segurar o consumidor e deixar a sensação de que valerá a pena retornar àquele estabelecimento.

6. Layout inadequado
Ao entrar no ponto de venda, o cliente tem que perceber, automaticamente e com facilidade, onde é o atendimento e onde estão expostos os artigos. Evite aquelas disposições de espaços nas quais não se sabe bem onde começa o expositor e o estoque, ou onde apenas a pessoa do atendimento é capaz de discernir onde está o produto, levando o cliente a ter de contatar sempre com ela. Neste caso, perderá o cliente ocasional, que entra para dar "uma olhadela". Este sairá de imediato, pois não percebe nada que lhe interesse, unicamente devido à disposição interior do ponto de venda.

7. Dar informações erradas
Se, na vitrine, há uma mensagem de desconto, cujo prazo já está acabado, o cliente que se interessou por ela será perdido. É também um erro grave dar informações diferentes daquelas que estão indicadas na etiqueta ou no folheto técnico. Os clientes, mais cedo ou mais tarde, tomarão consciência de que houve engano e o prejudicado será sempre o ponto de venda. A má e a boa fama vivem, muito, do "boca-a-boca", e um erro desses pode atingir gravemente o seu negócio.

8. Não renovar regularmente a imagem geral
Uma vez ganho o cliente, a sensação de que a loja está sempre na mesma - no sentido da decoração, vitrine e produtos expostos -, certamente, não ajuda a atraí-lo e fazê-lo voltar, pois este já sabe que não encontrará nada de novo. Uma "remodelada", de vez em quando, pode estimular a atração de novos clientes e levar os consumidores habituais a interessarem-se pelas novidades.

9. Não cuidar dos estoques
Se alguns produtos não têm a saída esperada, não os deixe ir amontoando indefinidamente. Isso, certamente, dará um ar de imobilismo, que deve ser evitado, além de poder trazer problemas de espaço e de arrumação. Vale tentar "desová-los" com descontos ou saldos. Pelo menos, sempre salva alguma coisa e o prejuízo será menor, podendo, além disso, ganhar clientes para melhores ocasiões.

10. Descuidar da formação do pessoal
Dá péssima impressão um vendedor apenas saber o preço do produto que o cliente deseja e desconhecer as suas características e seus principais benefícios. A formação do pessoal é uma necessidade óbvia, em termos de qualidade de atendimento, capacidade de informação e técnicas de vendas, fatores que poderão proporcionar melhores resultados.

"Muitas vezes não se vende. O cliente é que compra". Esse talvez seja, ainda hoje, um dos principais erros nos pontos de venda. É um erro também muito comum não olhar as práticas e estratégias da concorrência, retirando dali os ensinamentos positivos que se poderão aplicar no nosso ponto de venda. A diferenciação, a atenção ao cliente, toda a questão do espaço de venda são também fatores que não podem ser descuidados.

Aquilo que chamamos merchandising - que abarca conceitos e práticas que vão desde o vitrinismo ao layout dos espaços interiores, às cores, entre outros -, são aspectos ainda muito descuidados no comércio atual. O atendimento é ainda o fator que faz a grande diferença. "O prazer em receber, a atenção ao cliente e a simpatia são os elementos que nos cativam como consumidores, mas que tantas vezes estão ausentes de grande parte dos pontos de venda". Daí que a grande aposta deverá ser o reforço nestes componentes, principalmente através da formação do pessoal. Nota-se já, sobretudo entre os mais novos, uma nova imagem do comércio, fruto da aposta no profissionalismo e na adoção de tecnologias que potencializam os resultados positivos, e que têm estado ausentes do comércio em geral, basicamente dos pequenos pontos de venda.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Preparado para as ações de fim de ano?

O natal está chegando, e para o varejo é o período das “vacas gordas”, época em que na sua grande maioria, é onde o lojista mais fatura durante o ano. Muitas empresas chegam a faturar no período de natal o equivalente a receita de quase metade do seu ano de atividade.

De todos os cantos surgem as mais variadas ações promocionais, campanhas e forças de vendas empenhadas e determinadas a saltar em cima dos consumidores e vender o máximo que for possível, afinal, este é o período em que se obtém os maiores números de P.A. (peças por atendimento) nas vendas.

Para a sorte de algumas empresas, muitas outras cometem o maior dos erros: A falta de planejamento .
Sem o devido planejamento, muitas vendas são perdidas para os concorrentes, que ”fisgam” os consumidores pela atenção, atraídos por ações mais elaboradas, sejam por suas vitrines bem produzidas, ações com perfeita execução ou outras ações que um bom planejamento de marketing e vendas pode proporcionar.

Com a falta de planejamento, as empresas se limitam no que tange às ações promocionais e vendas, pois a cada ano o mercado e seus consumidores sofrem uma “mutação de consumo”, advindos de novos hábitos e costumes, desta forma, não há uma regra geral para a construção das ações, pois o consumidor está em constante evolução, e cada vez mais aumentando seu índice de exigência e ficando gradativamente mais seleto em relação a qual - ou quais - ação promocional escolher.
É comum, ainda, empresas utilizando as mesmas ações de anos passados, ou então iniciando suas ações – quando há - atrasadas ou muito antes da hora. Há também as que preferem fazer o que outras estão fazendo, usando o pensamento de que se dá certa para um, pode dar para outros também.
O ponto em comum nessas empresas que agem sem o devido planejamento é que o efeito que causam nos consumidores é o mesmo: Indiferença.
Sem boas estratégias, o consumidor passa por sua vitrine, anúncio ou abordagem de forma indiferente, pois não há algo que prenda sua atenção, que lhe proporcione o brilho no olhar e desperte seu desejo incontrolável de compra.

Desta forma, a regra de ouro para conquistar os melhores resultados neste fim de ano que se aproxima, bem como durante todo o ano, é estabelecer um bom planejamento de marketing e vendas: Construir ações promocionais que realmente interesse seus clientes e público alvo, estipular uma regra para a produção e troca periódica de sua vitrine, compor de forma global sua identidade visual, alinhando desde o letreiro, sacolas aos cartões de visitas, iniciar o processo de construção de uma base de dados para a realização de ações de marketing de relacionamento, entre outras dezenas de ações que, alinhadas e bem executadas, proporcionarão os melhores resultados em suas vendas.

O que é melhor para sua empresa: conquistar e reter os consumidores ou deixar que o concorrente do outro lado da rua o faça?
Acorde! Seus concorrentes querem o mesmo que você: O seu cliente.

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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A importância das mídias sociais para o sucesso da empresa

Muitos empresários ainda se perguntam por que devem investir em mídias sociais e o porquê de sua real importância para o crescimento de suas empresas. A resposta é simples: “Porque sua empresa depende das pessoas para crescer”.



A cada ano que passa, tanto quanto os avanços tecnológicos, o consumidor também evoluiu. Acompanhando este crescimento como em uma sala de parto, o consumidor assiste ao nascimento de inúmeras empresas, produtos e serviços de diferentes segmentos, e durante esse processo, suas exigências e expectativas também vem aumentando, e muito.

O consumidor de hoje procura mais do que nunca em uma marca, além da qualidade, a segurança de estar fazendo um bom negócio. E para isso, ter um dos melhores produtos já não é mais o suficiente, é preciso de algo mais, é preciso fazer com que o consumidor se sinta inserido no contexto da empresa, que faça parte dela.
Uma empresa que fala de forma estreita e sincera com seus clientes conquista a sua confiança com mais eficiência, consegue estabelecer vínculos duradouros e fiéis, mas para que isso seja realizado de forma concisa, antes de tudo, a empresa precisa conhecer quem é o seu cliente de fato, e é aí que se encaixam as redes sociais.

As redes sociais são as maiores fontes de informação da atualidade. Um banco de dados de números astronômicos que, se aplicados a um planejamento estratégico e modelados da forma correta, poderá ser o mapa da mina para a empresa que as utilizarem. A boa notícia é que as próprias redes sociais se encarregam de facilitar esse trabalho, pois seus usuários atualizam constantemente suas informações, preferências, gostos, rotinas, enfim, um poderoso banco de dados vivo, atualizado em tempo real e constantemente. Desta forma, torna-se mais fácil para uma empresa aproveitar estas informações, podendo assim identificar com precisão onde estão os seus clientes e público-alvo, o que gostam, onde freqüentam, o que fazem, onde moram, e desta forma, a praticidade e facilidade de interação com os mesmos se tornam mais fáceis, identificando suas necessidades ou resolvendo os seus problemas. Ou seja, passa a criar não apenas um vínculo comercial, mas sim, fazer parte do seu cotidiano e principalmente de sua rede de amigos, construindo laços mais intensos.

Outro grande fator que impulsiona o uso das redes sociais no meio corporativo se dá ao fato de que através delas, as empresas passam a ter mais um canal de comunicação, tanto com os clientes, possíveis clientes, mas também com a mídia, tornando-se uma fonte aberta de informação, dando “cara” à empresa e principalmente possibilitando a interação com o público em geral.
Porém de nada adianta apenas criar perfis em redes sociais e sair divulgando os produtos ou serviço, é preciso, antes de tudo, interagir com seu público. O resto dependerá de como será conduzido o processo de relacionamento online. Por isso, a importância de existir um planejamento pré-estabelecido e de métricas pré-definidas. Caso contrário, poderá todo o esforço resultar em apenas meros perfis amargando algumas visitas e trocas de recados aleatórios.

O mais indicado é a contratação de um profissional especializado no assunto, desta forma, reduzirá em cerca de 99% as chances de atirar no escuro e de obter resultados negativos.

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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Cinco itens necessários para manter clientes

Uma das coisas mais importantes que as empresas deveriam saber é que devem, em primeiro lugar, manter os clientes por perto, deixá-los satisfeitos e por fim correr atrás de novos clientes. Por mais simples que isso seja não é o que ocorre na realidade.
A maioria das empresas perde de 8 a 12% de clientes por ano, em partes isso é normal, afinal ninguém é perfeito, porém olhando os números mais a fundo vemos que em 5 anos uma empresa pode perder ou trocar 50% dos clientes. Se a empresa consegue trocar os clientes, a receita continua estável ou no formato de serrote. Isso a impede de crescer ou investir mais em oportunidades. Mas e se a organização tem dificuldade em conseguir novos clientes, o que podemos fazer para reduzir essa taxa de perda?
Lendo muitas pesquisas e com as consultorias na prática aprendi que alguns itens fazem a diferença na manutenção de clientes. São eles:

#1 – Resolução de problemas e pró-atividade
A questão principal de um cliente trocar de empresa é o fato de não ter seu problema resolvido. Não existe empresa perfeita, mas toda empresa que tem problemas deveria focar em soluções rápidas e definitivas de alguma maneira. Além disso, existe a condição de ter pró-atividade e evitar certos problemas. 95% dos clientes que tem problemas nunca mais retornam para a empresa e 70% daqueles que tem os problemas resolvidos permanecem com a marca.

#2 – Ter um bom atendimento
O segundo item que mais pesa na satisfação dos clientes é o atendimento. Ninguém, como pessoa ou cliente, suporta um atendente de mau humor ou que não de atenção ao assunto. Um dia desses vi um anúncio contratando coordenador de atendimento de um SAC por R$ 1.500,00, fiquei pensando comigo. Se o coordenador ganha essa quantia uma atendente deve ganhar um pouco mais de 01 salário mínimo, ou menos.
E como treinar pessoas, valorizar o atendimento, coordenar uma equipe com pessoas desmotivadas pelo salário e que não tem preocupação com a satisfação e solução de problemas no cliente?
Existe uma conversa que tenho com muitos clientes que é o seguinte:

Consultor:
Vamos treinar os atendentes? O contato deles com o público é importante para a empresa!
Dono de empresa: E se ele for embora… Como fica? Investi dinheiro e tempo…
Consultor: E se eles ficarem…. Como fica o atendimento com os clientes?

Um exemplo comum é o que ocorre ao entrarmos em lojas e vemos funcionários conversando ou mexendo no celular. O cliente vai embora e nunca mais volta.

#3- Realizar pesquisas de satisfação
Kaplan já dizia, só podemos melhorar aquilo que conseguimos medir. Se não fizermos pesquisas de satisfação com os clientes não temos como saber o que está bem e o que está ruim. Pouquíssimas empresas fazem algo nesse sentido de escutar o cliente.
Além de fazer pesquisas constantemente é preciso estabelecer índices de satisfação aceitáveis e o que fazer quando a coisa vai mal.

#4 – Superar a expectativa do cliente
Além de definir em conjunto com o cliente os objetivos a serem atingidos no caso de um serviço, devemos sempre surpreender ou atender a expectativa do contrato e entregar algo a mais. É o chamado “dar para receber”! No caso de produtos pode ser oferecido um ‘algo a mais’, pode ser um atendimento diferenciado, produto brinde ou até mesmo uma surpresa.
Já vi inúmeros casos na internet, mas um que me lembro sempre é de uma empresa que vendia copos de cerveja personalizados e a empresa enviou 2 latas de cerveja para o cliente. Essa é uma boa forma de manter os clientes com você.

#5 – Andar junto do cliente e construir uma relação duradoura
Aproximar os laços com o cliente é sempre uma garantia de que dificilmente o cliente irá te abandonar. Não basta estar junto, você deve estar presente e participar cada vez mais do dia-a-dia dele, seja com uma boa experiência de marca, com o envio de e-mail marketing (inteligente) ou até mesmo um contato para ajudar em algo.

Estes procedimentos devem estar arraigados à cultura da empresa e não basta apenas fazer ações pontuais para parecer que a empresa se preocupa com o cliente. A gestão e relacionamento com os clientes devem estar cada vez mais presentes na rotina das empresas que se preocupam com o público.

Imagine você no lugar deles.

#IdeiaDeMarketing

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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Precisa-se de clientes

O cliente, em qualquer tipo de negócio, sem exceção, é a parte principal do ciclo de vida de uma empresa.
Encontrados no final do processo, ele é quem fará todo o ciclo recomeçar, portanto, para sobreviver, todas as empresas precisam dos clientes, caso contrário, o ciclo para e a empresa entra em queda livre com destino ao fracasso.

Mas os empresários precisam entender que não basta moldar o negócio e esperar que os clientes venham, é preciso agir, é preciso preparar o terreno e estruturar seu negócio para quando atrair o cliente, conquistar, reter e fidelizá-lo.

Todos precisam de clientes, se exceção, mas antes de tudo, todos precisam de PLANEJAMENTO, pois sem ele, todos os esforços empregados para este objetivo poderão estar trafegando na contramão do sucesso.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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quarta-feira, 4 de julho de 2012

A Diferença entre Preço e Valor


O escritor irlandês Oscar Wilde escreveu: "Vivemos em uma época onde sabemos o preço de tudo e o valor de nada!"
Sua afirmativa não poderia ser mais atual, especialmente para profissionais ligados a vendas.  Preço e valor são conceitos muito diferentes!


Em linguagem coloquial, dizemos que preço é o que se paga e valor o que se leva. Esta definição já dá pistas de que os compradores estão mesmo em busca de valor e que o preço seria, em alguma proporção, o esforço monetário despendido para se obter aquele valor.
Quando buscamos adquirir alguma coisa para satisfazer uma necessidade, fazemos vários tipos de esforços, entre eles, investimos tempo e dinheiro.  A soma dos esforços que despendemos para obter o que buscamos representam o preço que pagamos para obter o que queremos, enquanto a soma dos benefícios que recebemos ao obter o que buscamos representa o valor!

É muito importante observar que o preço não é composto apenas pelo dinheiro que investimos. Por exemplo, se gastamos muito tempo para obter alguma coisa, perceba que estamos pagando um "preço" mais alto para obtê-la, afinal investimos mais tempo do que queríamos. O que importa é a soma dos esforços.  Considere a seguinte relação quando quiser compreender a interação entre preço e valor:

Valor = Percepção de Benefícios/(Preço + Expectativas)
Observe que dois bens podem ser vendidos pelo mesmo preço, mas possuírem valores diferentes e, também podem possuir o mesmo valor e serem vendidos por preços diferentes.  Por exemplo: Duas casas podem ser avaliadas, por critérios técnicos, pelo mesmo preço de venda, mas podem apresentar valores completamente diferentes na percepção de quem vai comprá-las, em função das expectativas de cada comprador. Seguindo o mesmo raciocínio, um comprador pode atribuir o mesmo valor a bens oferecidos a preços muito diferentes.

Assim, relativamente, quanto menores forem os esforços (energia, tempo, dinheiro, etc) e maiores forem os benefícios percebidos na satisfação de nossas necessidades, maior será o valor que vamos atribuir a um determinado bem (produto ou serviço).
Afinal, o que importa, quando tratamos de valor, é o valor percebido por quem adquire o produto ou serviço.

Quando um cliente diz "é caro", ele está tendo a percepção de que o produto ou serviço custa mais do que vale.
Quando um cliente diz "é barato", está tendo a percepção de que o produto ou serviço vale mais do que custa.
Quando o cliente diz "o preço é justo", ele tem a percepção de que o produto ou serviço vale exatamente o que custa.
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Volto a lembrar que estes esforços não são somente monetários. Eu pago mais por um serviço de urgência porque ele diminui o "custo" da espera, aumentando o benefício da agilidade...  As grandes questões sobre preço e valor são questões de marketing e envolvem o universo das percepções!  Quando julgamos algo como caro ou barato, isso é fruto da nossa percepção dos benefícios recebidos na aquisição.

Portanto, valor de mercado é a estimativa geral do valor de um bem de acordo com a média das percepções de um determinado segmento de mercado e, preço de mercado é o preço médio pelo qual se estima vender este produto ou serviço neste mesmo segmento.  O segredo para não ficarmos reféns dos preços é realizar um excelente trabalho de gestão de valor, ou seja, ressignificar e ampliar a percepção de valor de nossos produtos e serviços na mente de nossos clientes.

Quando pedimos que alguém agregue valor estamos pedindo que torne as coisas especiais, ou seja, trabalhe a percepção do cliente para valorizar mais a oferta, a utilização de nossos produtos e serviços. Agregar valor é fazer com que as coisas sejam percebidas como especiais, apresentando benefícios muito acima do preço (esforço) necessário para adquiri-las.  As melhores empresas e melhores vendedores sempre agregam mais valor que a concorrência; justamente por isso conseguem sustentar preços mais elevados e margens de lucro mais significativas!

Os melhores profissionais de vendas trabalham em cima da percepção de valor de seus clientes, não ficam reféns do preço. Estes são os melhores profissionais de vendas da era atual: os consultores de negócios.  Em todas as áreas da vida sempre serão reconhecidos aqueles que conseguem evidenciar e agregar valor. Estas pessoas preenchem a vida e as relações de significado e conduzem seus interlocutores a perceberem os aspectos mais significativos de cada interação, aquisição e/ou relacionamento.

Agregue mais valor, afinal, a vida e os negócios, quando cheios de significado, não possuem preço.

Eduardo Pizzetti } Consultoria Estratégica
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terça-feira, 30 de novembro de 2010

O que seus clientes desejam?

Você já parou para fazer a seguinte reflexão: “Porque os meus clientes compram de minha empresa.”?
O seu preço é bom, seu atendimento é diferenciado, possui formas facilitadas de pagamento, ou você trabalha com marcas de qualidade?

A empresa deve antes de tudo, até mesmo do cliente final, ser percebida por quem faz parte dela e principalmente por seus proprietários, pois somente a partir da percepção do que realmente a empresa é, de seus atributos, qualidades e deficiências, é que poderá ser trabalhado um nível superior de melhorias, direcionamento e posicionamento de mercado.
O seu cliente está satisfeito com o nível de atendimento oferecido? Com sua variedade de produtos em seu mix? Com os prazos e formas de pagamentos?
Saber exatamente porque o cliente compra de sua empresa, e não da concorrência, é estar um passo a frente, e principalmente, estar com o território reconhecido.

Vamos a um exemplo prático: Suponhamos que em sua cidade, abra uma nova loja do mesmo segmento, e você percebe que sua carteira de clientes diminuiu. A primeira ação de administradores, gerentes e marketeiros despreparados, seria abaixar seus preços. No entanto, embora com preços reduzidos, você percebeu que sua carteira de cliente não aumentou o suficiente. E agora?
Os despreparados pensariam: “Vamos fazer alguns (torra-torra) de produtos parados, e investir mais em publicidade para divulgar estas promoções”.
Opaaa, bom sinal! A loja ficou cheia, vendemos bastante. Mas no final do mês você percebe que somando a receita adquirida, menos o investimento realizado para a divulgação, o lucro líquido não foi tão bom assim.

Então você percebe que falta alguma coisa, e chama o Eduardo Pizzetti (risos) para assessorá-lo e ver “onde estamos errando”.
A primeira medida a ser tomada, é descobrir juntos aos clientes atuais, porque eles compram de nós, e não da nova concorrente. Com base nestas informações, será possível trabalhar de forma ordenada e direcionada, evitando investimentos furados devido ao não direcionamento das ações. Assim, todas as estratégias serão focadas no que realmente seu público alvo espera de sua empresa.
A segunda análise seria ao invés de tentar buscar os clientes que o trocaram, que geralmente são clientes que buscam preço, e que não possuem a menor fidelidade com as empresas, seria trabalhado de forma mais intensa o marketing de relacionamento, fazendo com que os que já são clientes, comprem cada vez mais. Uma vez que está comprovado que conquistar um novo cliente sai mais caro do que manter aquele que já é,
Pronto! Agora sua empresa está mais focada e mais alinhada com seus clientes. Evitará o desperdício com investimentos mal direcionados e utilizará seus recursos focados nos anseios e desejos de seus clientes e seu público alvo.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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