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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Perdendo tempo e dinheiro

Hoje gostaria de compartilhar algo que constantemente me deparo, seja em relatos, em consultoria, ou apenas como mero observador, e que é um dos fatores que mais consomem energia e dinheiro dentro de uma empresa: Desorganização.

Perdendo tempo e dinheiro

Um gerente que não passa a informação correta para seus subordinados, uma equipe de venda que interpreta algo distorcido de seu gerente, uma diretoria que passa uma meta e um direcionamento, e o resto da equipe segue para uma outra direção, e dezenas de outros fatores que além de gerar retrabalhos, consumir mais energia dos envolvidos, faz com que a empresa perca dinheiro.
E não é pouco se formos analisar sob uma ótica anual.

A resposta para o problema

Mas você pode pensar: “Mas isso não é desorganização, é falha de comunicação”.
Correto! Esses exemplos foram nitidamente falha na comunicação, mas esta falha é causada justamente pela ausência de uma política comercial formalizada, ou por não haver um plano de comunicação interno bem desenhado, enfim, a desorganização (embora em níveis menores) é o fator principal para a geração de dezenas de outros problemas.

Reflita sobre o assunto, como está a organização em sua empresa?
Mas lembre-se de levar em consideração todos os níveis: operacionais, gerenciais e administrativo.

Pizzetti } Soluções Estratégicas
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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A importância das mídias sociais para o sucesso da empresa

Muitos empresários ainda se perguntam por que devem investir em mídias sociais e o porquê de sua real importância para o crescimento de suas empresas. A resposta é simples: “Porque sua empresa depende das pessoas para crescer”.



A cada ano que passa, tanto quanto os avanços tecnológicos, o consumidor também evoluiu. Acompanhando este crescimento como em uma sala de parto, o consumidor assiste ao nascimento de inúmeras empresas, produtos e serviços de diferentes segmentos, e durante esse processo, suas exigências e expectativas também vem aumentando, e muito.

O consumidor de hoje procura mais do que nunca em uma marca, além da qualidade, a segurança de estar fazendo um bom negócio. E para isso, ter um dos melhores produtos já não é mais o suficiente, é preciso de algo mais, é preciso fazer com que o consumidor se sinta inserido no contexto da empresa, que faça parte dela.
Uma empresa que fala de forma estreita e sincera com seus clientes conquista a sua confiança com mais eficiência, consegue estabelecer vínculos duradouros e fiéis, mas para que isso seja realizado de forma concisa, antes de tudo, a empresa precisa conhecer quem é o seu cliente de fato, e é aí que se encaixam as redes sociais.

As redes sociais são as maiores fontes de informação da atualidade. Um banco de dados de números astronômicos que, se aplicados a um planejamento estratégico e modelados da forma correta, poderá ser o mapa da mina para a empresa que as utilizarem. A boa notícia é que as próprias redes sociais se encarregam de facilitar esse trabalho, pois seus usuários atualizam constantemente suas informações, preferências, gostos, rotinas, enfim, um poderoso banco de dados vivo, atualizado em tempo real e constantemente. Desta forma, torna-se mais fácil para uma empresa aproveitar estas informações, podendo assim identificar com precisão onde estão os seus clientes e público-alvo, o que gostam, onde freqüentam, o que fazem, onde moram, e desta forma, a praticidade e facilidade de interação com os mesmos se tornam mais fáceis, identificando suas necessidades ou resolvendo os seus problemas. Ou seja, passa a criar não apenas um vínculo comercial, mas sim, fazer parte do seu cotidiano e principalmente de sua rede de amigos, construindo laços mais intensos.

Outro grande fator que impulsiona o uso das redes sociais no meio corporativo se dá ao fato de que através delas, as empresas passam a ter mais um canal de comunicação, tanto com os clientes, possíveis clientes, mas também com a mídia, tornando-se uma fonte aberta de informação, dando “cara” à empresa e principalmente possibilitando a interação com o público em geral.
Porém de nada adianta apenas criar perfis em redes sociais e sair divulgando os produtos ou serviço, é preciso, antes de tudo, interagir com seu público. O resto dependerá de como será conduzido o processo de relacionamento online. Por isso, a importância de existir um planejamento pré-estabelecido e de métricas pré-definidas. Caso contrário, poderá todo o esforço resultar em apenas meros perfis amargando algumas visitas e trocas de recados aleatórios.

O mais indicado é a contratação de um profissional especializado no assunto, desta forma, reduzirá em cerca de 99% as chances de atirar no escuro e de obter resultados negativos.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Promoção não é liquidação

Promover é a ação de mostrar, para as pessoas que você quer conquistar, que a sua empresa existe e que está preparada para atender necessidades de forma superior. Promover aumentam as chances de que mais pessoas experimentem seus produtos ou serviços. Para isso não é necessário baixar preços ou fazer pacotes do tipo: Leve 3 e pague 2.

Antes de lançar uma campanha promocional é preciso ter informações sobre o que os concorrentes estão fazendo, o que os clientes pensam sobre seus produtos e serviços, o que realmente tem valor para o cliente e certamente o trará para a empresa. Portanto, é preciso uma pesquisa prévia para a tomada de decisão correta antes de iniciar uma campanha.

Outros fatores importantes precisam ser dimensionados como a estrutura interna e os estoques, e os colaboradores precisam ser avisados sobre os detalhes da promoção, pois há clientes que surpreendem vendedores com materiais de divulgação promocional não divulgado internamente.
Os softwares de gestão devem estar preparados para as condições promocionais no primeiro dia antes das portas estarem abertas, pois uma promoção de vendas com estoque insuficiente ou outros quesitos não preparados previamente, produzirá efeito contrario e poderá prejudicar a imagem da empresa.
Uma campanha promocional precisa ter objetivos alinhados com o plano de marketing, quanto às metas de vendas de produtos ou serviços, quanto à fidelização ou conquista de novos clientes.

Determinados os objetivos promocionais é preciso definir quais os meios de comunicação utilizar, produtos que farão parte da ação, possíveis brindes que serão distribuídos e a duração da ação. É preciso definir um visual padrão para banners, outdoors, faixas, folders, etc. As redes sociais e outros canais de comunicação online também deverão estar bem alinhados, pois podem contribuir de forma expressiva para os resultados.
Lembre-se que não adianta todo o trabalho se o conteúdo da comunicação estiver errado. É preciso falar a linguagem do cliente-alvo e instigar o desejo de consumo do seu produto ou serviço. Para uma grande empresa, uma ação promocional desastrosa pode gerar prejuízo sem comprometer o negocio, mas quando falamos de pequenas e médias, pode ser irreversível.

Planeje, calcule e diminua o risco, assim possivelmente você fará certo da primeira vez.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Fashion Marketing - A construção de conceito como fator principal para a marca

Atualmente existem centenas de marcas disputando o mesmo espaço no mercado e o mesmo consumidor. E nessa batalha mercadológica, o que definirá os vencedores será o potencial de percepção obtida pela marca por parte dos consumidores, e o potencial de aceitação por parte do mercado.

Em síntese, a fórmula é simples: Oferecer produtos com design e qualidade de ponta, sem elevação no valor, atrelado a um bom planejamento de marketing, sendo assim, havendo preço, produto e exposição de marca. Mas as coisas não são bem assim. Cada marca possui suas particularidades, sejam elas relacionadas à verba disponível para o marketing ou a limitação em relação à qualidade ou características de seus produtos em si.

Desta forma é preciso adaptar as estratégias à situação da empresa, de forma que os objetivos sejam alcançados de maneira sólida. Podemos afirma que no mercado da moda, o marketing além de cumprir o papel principal de definir o conceito da marca, planejar o seu fortalecimento e todos os vieses que potencializem a exposição de marca, e consequentemente as vendas, possui ligação direta com o desenvolvimento do produto, com base na definição do perfil do público alvo, e nas tendências de mercado e de consumo.

Podemos também afirmar que o marketing, através de todas as ferramentas que buscam o fortalecimento da marca e a construção de um conceito de valor, busca transformar a simples necessidade de vestir em uma experiência que eleve os sentidos de seus consumidores, transformando a necessidade em desejo. No entanto, engana-se quem pensa que um bom produto, vende sozinho, como também que um produto não tão arrojado não terá boa aceitação no mercado.

Tudo está diretamente ligado à comunicação da marca. A criação de um conceito para a coleção é o fator principal, pois a partir dele todas as outras ações e materiais seguirão a mesma linha de comunicação, fazendo com que não seja perdido o conceito da coleção no meio do caminho, em alguma parte do processo.

O ideal é que a marca possua uma definição do seu DNA, pois ele será o norte para a criação dos produtos, das campanhas e toda linha de comunicação da marca, sendo assim, construindo de forma alinhada sua imagem perante o mercado.
 
Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Como tornar uma marca conhecida


Tornar uma marca conhecida envolve o emprego combinado das ferramentas do marketing. Essas ferramentas incluem a propaganda, a publicidade, o endomarketing, a identidade corporativa e visual, as promoções e merchandising, as ações de responsabilidade social e o relacionamento com a imprensa.
Seguem algumas ações importantes na construção de uma marca forte e duradoura.

Persistência
Marcas fortes e conhecidas são o resultado de um processo demorado que exige persistência. Isso significa resistir a modismos, acreditar nos benefícios do produto e na importância decisiva de comunicar essas vantagens ao público-alvo.

Posicionamento
Para fazer uma marca forte e conhecida deve-se começar pela clara definição do segmento que a empresa pretende trabalhar. É fundamental saber o posicionamento exato da empresa e do produto no mercado.

Valor
A marca deve ter relação de valor com o mercado e trazer a ideia dos benefícios que o cliente ganha quando compra seu produto.

Integridade
Para se firmar na memória do cliente, a marca precisa de integridade. Toda promessa de desempenho e satisfação resumida na marca precisa ser cumprida. Assim, a recomendação básica é que, antes de pensar em fortalecer a marca, é primordial fortalecer o produto: desempenho, preço, design, potência, segurança, conforto operacional, sabor, cor, aroma, peso, embalagem, etc.
Marca e produto precisam estar em perfeita harmonia, fortalecendo-se reciprocamente no mercado.

Nome
O nome deve ser bem pensado, analisado, pois a escolha de um bom nome é essencial para a fixação da marca.

Qualidade
Uma exigência do mercado. Essa é uma condição absoluta, a empresa precisa manter a qualidade do produto. Quando a marca promete mais do que o produto pode cumprir, ambos perdem.

Realimentação/Publicidade
A ligação do cliente com a marca precisa ser alimentada de forma sistemática por meio de divulgação permanente.

Monitoração
O mercado é extremamente dinâmico, com mudanças rápidas no comportamento dos clientes. Por isso, as reações do cliente em relação à marca e aos produtos precisam ser analisadas de forma sistemática em períodos regulares.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas
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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Os 4 P's do sexo feminino


Mulheres sempre encontram prazer em comprar; elas adoram a “comproterapia”! Será que essa máxima, repetida à exaustão pelos homens, tem algum fundo de verdade?
As consumidoras, sobretudo as brasileiras, têm um conjunto de características que ultrapassam as fronteiras dos estereótipos proclamados. Embora o quesito emocional seja extremamente relevante na decisão de compra do consumo feminino, o elemento determinante é a presença dos quatro “Ps” – Pesquisa, paquera, pechincha e prazer.

A pesquisa é onde tudo começa, o momento em que todas as possibilidades e escolhas surgem em meio a uma vasta e emaranhada gama de produtos, é a etapa das descobertas.
A paquera é aquele espaço no qual a sedução que o produto exerce sobre a mulher envolve elementos como a apresentação da loja, abordagem de venda e a adrenalina da novidade, onde a mulher se certifica do custo-benefício do produto; questiona se a paquera tem potencial para se tornar “algo mais”.
A pechincha é o momento em que põe em xeque o “valor”, a qualidade de uma relação até então embrionária. É onde existe uma comparação entre o preço e o valor percebido do produto.
No prazer, a conclusão de um ritual sedutor que envolve emoções complexas e extremamente femininas.

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Embora o emocional esteja presente em cada um dos “Ps”, há muito do racional em cada etapa.
Contudo, um ditado impera – o atendimento de excelência determina e direciona uma venda de qualidade. Peça-chave para a construção de uma relação duradora entre consumidoras e marcas. As mulheres já equivalem a 51% da população brasileira, além de influenciar e inspirar o consumo masculino. E como nada indica que o contrário seja pertinente, é essencial para o sucesso do negócio, entender quais são os elementos que compõem o que as mulheres associam a um bom atendimento. É nesse contexto que entra um quinto “P” – o pré-atendimento.

As mulheres não economizaram elogios ao pré-atendimento, ou seja, aos vendedores que se apresentam com cortesia, colocando-se à disposição para ajudar. A partir dessa apresentação simples e eficaz, esse profissional cede espaço para a “paquera”, para aquele primeiro “P” que desencadeará todo o encantamento que envolve uma experiência de compra perfeita; uma experiência que envolve conquista, prazer, alegria, surpresa.

Mais do que tudo, é preciso abrir mão da lógica cartesiana para entender que o aspiracional feminino pode ser objetivo e prático, sem perder a emoção que permeia cada etapa da compra. Essa é a singularidade feminina, mostrando que o prazer não é inerente a ou um atributo de todo tipo de compra. As mulheres são mais elaboradas do que essa visão simplista. Saiba que a mulher que está paquerando a vitrine pode desistir desse “namoro” a qualquer momento se associar o atendimento ao descaso do objeto de desejo. As mulheres sabem que as paixões são efêmeras.

Eduardo Pizzetti - Soluções Estratégicas