Mostrando postagens com marcador Administração Estratégica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Administração Estratégica. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Utilizando o Linkedin para montar equipe de vendas?

Na postagem anterior, falei em como montar equipes de vendas, utilizando o Facebook como ferramenta de pesquisa. Hoje vou abordar o mesmo foco "montar equipes de vendas", mas desta vez utilizando o Linkedin.



Para quem não conhece, o Linkedin é a maior rede social de profissionais do mundo, é uma rede social voltada exclusivamente para negócios, networking, oportunidades de emprego e afins, por isso, é um lugar imprescindível para ser analisada e também utilizada para buscar representantes.

O Linkedin poderá ser utilizado tanto para a busca de profissionais, como para validar algumas informações e perfil de representantes que você já possui em sua equipe, ou que achou através de outros lugares, como indicação, facebook, etc. Se você não possui uma conta no Linkedin, acesse www.linkedin.com e cadastre-se.

Após acessar, no menu superior central de busca, digite o nome da pessoa que você quer analisar, ou caso queira buscar novos profissionais, digite por exemplo “representante  moda feminina”, na seqüência aparecerá dezenas de páginas com perfis relacionadas ao termo da pesquisa.

NÃO PERCA AS PRÓXIMAS POSTAGENS
Cadastre-se e receba nosso conteúdo VIP 100% gratuito.
 

Mas assim como no facebook, o Linkedin também possui grupos, que pode ser consultado no mesmo local de busca, porém, basta clicar no nome “Grupos” que fica no lado superior esquerdo da tela.

O linkedin é basicamente o currículo profissional do usuário, onde é relatado suas graduações, cursos, experiências profissionais, etc. É possível também analisar outros pontos bastante relevantes, que são:

Recomendações:
 No final da página existe um campo onde outras pessoas recomendam o usuário por suas competências, como por exemplo: marketing, gestão, gerenciamento, internet, computadores, programação, etc... Cruzando as informações das recomendações, experiências profissionais e graduações, é possível traçar um perfil do profissional.

Publicações:
No perfil do usuário, é possível ver suas publicações, tais como compartilhamento de notícias, artigos, etc, desta forma, se torna um bom canal de avaliação do perfil profissional do usuário.

Mas vale sempre lembrar que o importante é avaliar as semelhanças e contradições encontradas nas informações entre uma rede e outra, para traçar com maior precisão o perfil do profissional.



Eduardo Pizzetti } Consultor Estratégico

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Vamos falar sobre o PDCA

O PDCA é utilizado largamente e com sucesso nas empresas para o aumento do controle da qualidade de seus processos.
Tem por objetivo controlar atividades e pode ser utilizado para o planejamento e monitoramento da qualidade dos processos de uma organização, pontos fundamentais e vitais para a sucesso de qualquer empresa.


1º passo: PLAN (Planejar)

O primeiro passo para a aplicação do PDCA é o estabelecimento de um plano, ou um planejamento que deverá ser estabelecido com base nas diretrizes ou políticas da empresa e onde devem ser consideradas três fases importantes:

a)      Definição dos objetivos
b)      Definição dos caminhos a serem traçados
c)       Definição do método que será utilizado

A boa elaboração do plano evita falhas e perdas de tempo desnecessárias nas próximas fases do ciclo, portanto, para um bom aproveitamento desta etapa do PDCA, é importante levar em consideração a realização de alguns procedimentos:

• Estudar o processo atual;
• Coletar dados para identificar problemas;
• Analisar os dados;
• Desenvolver um plano de melhorias;
• Especificar as métricas para analisar os planos;


2º passo: DO (Agir)

O segundo passo do PDCA é a execução do plano, é por em pratica todas as definições da etapa anterior e a coleta de dados para posterior análise:

• Implementação do plano;
• Definição dos responsáveis e prazos;
• Documentação das mudanças;
• Coleta sistemática de dados para avaliação

As ações devem ter responsáveis definidos e prazos aceitáveis, para que as coisas não sejam feitas de forma atabalhoada e nem caiam no esquecimento.
NÃO PERCA AS PRÓXIMAS POSTAGENS!
Cadastre-se e receba sacadas geniais em primeira mão.


3º passo: CHECK (Analisar)

O terceiro passo do PDCA é a análise ou verificação dos resultados alcançados e dados coletados, visando mensurar se as ações tomadas foram eficazes e alcançaram o resultado esperado. Utilizando-se de ferramentas estatísticas, devemos ter um retrato fiel da situação anterior às ações e como o processo se comportou após as ações.
Nesta fase podem ser detectados erros ou falhas;

4º passo: ACT (Ação)

O último passo do PDCA é a realização das ações, ou seja,  é o momento de padronizar tudo aquilo que deu certo, para que a repetição se torne uma rotina. Elabore ou modifique instruções de trabalho, procedimentos e o que mais for necessário para que as ações que deram resultados sejam mantidas e o problema não volte a acontecer.



Para os resultados negativos, deve-se repetir, ou aplicar o ciclo PDCA novamente, para identificar o que não deu certo e implementar as ações corretivas necessárias.

Eduardo Pizzetti } Soluções Estratégicas
pizzetti@gmail.com - 48 9661.3910


quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Por que a análise SWOT é vital para sua empresa?

A análise SWOT é uma ferramenta extremamente útil no estudo do ambiente interno e externo da empresa, pois através dela é possível identificar os pontos fortes e fracos da organização, bem como as oportunidades e ameaças das quais está exposta. Desta forma, ela permite a criação de cenários futuros, fornecendo informações para o planejamento e suporte aos processos decisórios em relação ao negócio.

Apesar de ser uma ferramenta de fácil compreensão e usabilidade, é de extrema relevância para potencializar a assertividade do planejamento e operacionalização da empresa.

Em termos resumidos e práticos, a análise consiste em:

AMBIENTE INTERNO
Fatores internos da organização. São variáveis controláveis, ou seja, sobre os quais podem ser adotadas iniciativas para potencializar ou minimizar seus efeitos.

• Strengths (Forças)
São os pontos fortes da empresa, as vantagens operacionais:
-Maior qualidade dos produtos em relação aos concorrentes
-Localização privilegiada
-Política de pagamento diferenciada

• Weaknesses (Fraquezas)
São os pontos fracos da empresa, as desvantagens operacionais:
-Maquinário depreciado
-Equipe interna despreparada
-Processo de produção lento

NÃO PERCA AS PRÓXIMAS POSTAGENS
Cadastre-se e receba nosso conteúdo VIP 100% gratuito.

AMBIENTE EXTERNO
Fatores externos da empresa. São variáveis incontroláveis, ou seja, são fatores que ultrapassam o âmbito da organização e não podem ser influenciados por ela.

• Oportunidades (Opportunities)
As oportunidades são as situações externas à empresa que podem acontecer e afetar positivamente no negócio. Estes fenômenos normalmente estão fora do controle da empresa:
-Mudanças de hábito do consumidor
-Aumento do poder aquisitivo do público alvo
-Falência/Fechamento de concorrentes

• Threats (Ameaças)
As ameaças são situações externas à empresa que podem atrapalhar o negócio. Assim como as oportunidades, estão fora do controle da empresa, mas sabe-se que existe uma chance de acontecerem:
-Mudança na legislação do seu setor
-Escassez de mão de obra
-Fenômenos naturais

Em suma, a utilização da análise SWOT, é etapa essencial para qualquer planejamento. É onde, de fato, ocorrem as análises cruciais que darão suporte às futuras ações, sejam elas para potencialização das forças e das possíveis oportunidades, ou para diminuir os impactos causados pelas fraquezas, e precaver possíveis ameaças.

Eduardo Pizzetti } Soluções Estratégicas
contato@pizzetticonsultoria.com.br - 48 9661.3910

Curta: www.facebook.com/pizzetticonsultoria


Dúvidas? Deixe um comentário.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

A receita do sucesso

Você sabe o que acontece quando se acrescenta fermento na massa de um bolo ou pão? A massa cresce. E sabe por que isso ocorre?

Isso ocorre porque o fermento é composto de seres vivos, fungos microscópicos chamados leveduras, que se alimentam de açúcar, liberando gás carbônico e álcool. Quando a massa é aquecida no forno, as leveduras se multiplicam, ingerindo o açúcar e o amido contido na farinha de trigo. O processo se completa com a citada liberação de gás carbônico - que é o responsável pelo crescimento da massa - e de álcool, que confere sabor ao pão ou bolo.

Mas o que isso tem a ver com empresas e negócios?

Bem, vamos pensar que uma empresa é a massa de um bolo, e que o lucro é o resultado de uma boa fornada. Qual será o elemento responsável pelo crescimento ou não deste bolo? Isso mesmo! O fermento. Aquele produto formado por seres vivos microscópicos.

Em qualquer empresa ou negócio, também existe o fermento, mas ao invés de seres microscópicos, esses seres são bem maiores! Ou seja, o fermento é o que chamamos de equipe e os seres são as pessoas que a formam, e este é o ingrediente principal para que haja – ou não – uma boa fornada.

O velho dilema

A empresa não está gerando o resultado esperado, e em alguns casos, acumulando prejuízos. Infelizmente esta realidade se torna cada vez mais freqüente atualmente, decorrente de diversos fatores, tanto em relação às estratégias, quanto às questões mercadológicas e de consumo. Independente disto, este cenário coloca, muitas vezes, o empresário entre a cruz e a espada: investir para sair da situação atual ou reduzir custos para ganhar mais algum fôlego?
A má notícia é que ambas podem ser fatais para a empresa.

Mas como assim, então não há escapatória?

Sabemos que, reduzir custos – isoladamente – não faz a menor diferença para a empresa, a não ser dar mais algum tempo para respirar. Ou seja, é adiar por algum tempo seu velório.
Investir também pode ser fatal, caso seja realizado sem planejamento e sem estudo prévio. Seria como cavar a própria cova.
Um bom Chef de cozinha sabe que para preparar um ótimo bolo, é preciso seguir sua receita, onde cada ingrediente tem sua participação fundamental para o resultado final. O mesmo ocorre no ambiente empresarial, trocando apenas o avental pelo uniforme, o forno pelo computador e a receita pelo planejamento.
NÃO PERCA AS PRÓXIMAS POSTAGENS!
Cadastre-se e receba sacadas geniais em primeira mão.



A receita do bolo

Diante desta situação, o empresário precisa entender que só existe um único meio de sair vitorioso, que é encontrando as soluções para os problemas enfrentados. E Para isto é preciso:

a) Identificar os problemas, suas causas efeitos;
b) Avaliar o grau de impacto de cada problema identificado;
c) Propor medidas autônomas para cada problema;
d) Planejar a implementação das medidas corretivas;
e) Prestar acompanhamento das ações;

É como preparar um bolo.

Não investir é assinar o atestado de óbito

A palavra em si – investimento – já assusta aos mais desavisados. No entanto, o investimento não tange apenas no âmbito financeiro, mas também em relação a tempo e energia.
Se o problema é em relação às vendas que não sobem, a solução pode não estar diretamente ligada ao aumento de investimento em marketing e propaganda, mas sim em treinamento da equipe de vendas ou no de alinhamento das políticas comerciais, por exemplo.

Seja qual o tipo de investimento – tempo, energia ou dinheiro – o fato é que a empresa jamais terá a chance de reverter uma situação ruim sem fazer nada, ou somente “cortando custos”. Sendo que, muitas vezes, pela falta de entendimento, o empresário acaba cortando um investimento ao invés de custo, sentenciando sua empresa à falência. É como o preparo errado de uma receita de bolo, as chances de não sair uma boa fornada é certa!

Reflita e responda

1) Atualmente em sua empresa você corta custos ou investimentos?
2) Você tem investido em sua empresa nos últimos meses?

Eduardo Pizzetti } Soluções Estratégicas



quarta-feira, 26 de março de 2014

Um novo modelo de negócio

Quem acompanha o blog ou a minha página no facebook, percebeu minha ausência nas últimas semanas, mas como mencionei em outra publicação, neste mês de Março foi o meu casamento, e como merecido, nos demos ao luxo de viajar em lua de mel.

A DESCOBERTA DE UM MODELO INTERESSANTE

Neste período, desfrutado em Porto Seguro-BA, uma coisa em especial me chamou a atenção. Certa noite, fomos jantar em uma das varias barracas que existem ao longo da orla na Avenida Beira Mar, e ao analisar o cardápio, algo me chamou a atenção: na parte da frente constavam as opções de prato para o dia, e no verso as opções para a noite.

Ok! Até aí nada de tão interessante assim, poderia ser apenas uma forma de organização na diagramação do cardápio, no entanto, ao pedir algo que constava como “prato para o dia”, a garçonete informou que eles não faziam aqueles pratos no período da noite. Intrigado, questionei por qual motivo, já que a cozinha era a mesma, e então a garçonete explicou que na parte da manhã o local era “tocado” por outra empresa.
Batizei este modelo de “sócio concorrente”, onde em um mesmo local, com a mesma “marca”, estrutura, entre outros, é administrado por duas empresas do mesmo ramo.
Se ambos alinharem e conciliarem alguns pontos vitais de organização, administração e planejamento, esta é uma grande idEia, pois desta forma rateia-se os custos e investimentos, potencializando a viabilidade financeira do negócio.

Vale lembrar que para este modelo dar certo é necessário que os envolvidos não atuem no mesmo período de tempo, assim como é imprescindível que haja uma política de gestão clara e bem definida, um bom planejamento estratégico, e claro, um contrato comercial assinado.

UM APRENDIZADO E UMA LIÇÃO

Além deste aprendizado, tirei uma lição: Em qualquer lugar, momento ou ocasião, pode ser uma fonte de inspiração ou ensinamento, desde que seu cérebro seja condicionado a pensar estrategicamente.
Nem todos conseguem atuar desta forma, pois cada ser um humano possui suas habilidades específicas, e é por isso que meu negócio, meu serviço, é pensar em soluções estratégicas para as empresas, através da aplicação de planejamento estratégico e prestação da consultoria estratégica.

Precisando de algo, entre em contato:

Curta a página no facebook